sexta-feira, 8 de junho de 2012

Blogueira publica série de artigos em resposta ao desafio do pastor Silas Malafaia e afirma que a mensagem pregada por ele traz “heresias ensinadas por americanos”. Confira

Blogueira publica série de artigos em resposta ao desafio do pastor Silas Malafaia e afirma que a mensagem pregada por ele traz “heresias ensinadas por americanos”. Confira
O desafio do pastor Silas Malafaia a blogueiros e formadores de opinião, que são contrários à sua pregação da teologia da prosperidade, a provarem erro teológico em suas afirmações, foi rebatido em uma série de cinco artigos da blogueira Vera Siqueira.
Vera, esposa do pastor Paulo Siqueira, também blogueiro e líder do movimento “Evangelho Puro e Simples”, afirmou em seuprimeiro artigo da série que pregar a teologia da prosperidade é incoerente com a Bíblia.
Se Deus quisesse que todos os Seus filhos fossem ricos, não começaria exemplificando no próprio Jesus, Seu Filho Unigênito? Por que Deus quis que Seu Filho nascesse numa manjedoura, filho de um carpinteiro? Por que Jesus disse: “As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” – Mateus 8.20? Por que Jesus fez centenas de milagres, mas NUNCA fez ninguém ficar rico? Por que Jesus disse que é MUITO DIFÍCIL um rico entrar no Reino dos Céus (Marcos 10.25-27), e o Malafaia leva seus fiéis a crerem que Deus lhes quer tornar ricos e abundantes NESTA vida?
Em seu segundo artigo de resposta ao pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Vera afirma que “Malafaia e seu amigo americano ‘Dr.’ Mike Murdock vendem descaradamente a ‘salvação de toda a família’ e outras duas bênçãos por irrisórios R$ 1.000,00, com a desculpa de que esse valor levará 1 milhão de almas a serem salvas. Essa promessa se deu em 2010, e até agora o ‘contador de almas’ do site do Malafaia não conta nem 100 mil”.
Nem vou comentar a gigantesca e nababesca heresia que é dizer que, em troca de uma oferta alçada, o fiel terá toda a sua família salva. Que Deus abra os olhos do Seu povo.
Em seu terceiro artigo, Vera Siqueira afirma que o pastor Silas Malafaia “pensa que basta pregar uma mensagem ‘bonitinha’ sobre a prosperidade e desafiar seus críticos a encontrarem nela alguma heresia, para que todas as suas heresias passadas sejam esquecidas”. A blogueira afirma ainda que “contra as heresias proferidas, o Malafaia precisa demonstrar verdadeiro arrependimento”.
Vera Siqueira afirma que por necessidade de arrecadação, Malafaia e Cerullo reduziram o “preço da unção financeira” divulgada nos programas do pastor assembleiano.
Como estava baixando a arrecadação da oferta de salvação para toda a família por mil reais, o Cerullo voltou e baixou o preço da unção financeira dos últimos tempos, de R$ 900,00 para R$ 610,00. Mais em conta (embora ainda bem caro), mais acessível, mas tão herege quanto a oferta original.
Em seu quarto artigo, a blogueira comentou a igreja perseguida nos países onde a pregação do evangelho não é permitida, e afirmou que a “prosperidade que eles [igreja perseguida] possuem (tesouros e grandes riquezas e galardões nos céus, não nessa terra) não interesse a pessoas como Silas Malafaia”.
quinto artigo da série de resposta da blogueira Vera Siqueira ao desafio do pastor Silas Malafaia traz comentários sobre a mensagem veiculada por ele no programa Vitória em Cristo do dia 02/06.
Vera afirma que assistiu à mensagem de Malafaia com “profunda tristeza e indignação”, e afirma que esperava que a pregação a surpreendesse: “Sinceramente imaginei que o Malafaia aproveitaria para fazer uma mensagem bíblica, sem os ranços da Teologia da Prosperidade que aprendeu de gente como Morris Cerullo e Mike Murdock”.
O relato da blogueira explica que “na mensagem tão propagandeada como sendo irrepreensível à luz das Escrituras, sendo motivo de um desafio de tolo (pois não passou de uma jogada de marketing…), o pastor disse apenas mais do mesmo. As mesmas heresias, os mesmos enganos antes ensinados por seus professores americanos”.
Fonte: Gospel mais

Nenhum comentário:

Postar um comentário