sábado, 26 de maio de 2012

Pastor Adeildo Costa sofre infarto e é hospitalizado

Adeildo Costa, pastor que foi obrigado a viver na rua por aceitar Jesus, sofre infarto e é hospitalizado
O pastor Adeildo Costa ficou conhecido internacionalmente depois de ministrar no congresso de missões dos Gideões Missionários da Última Hora, quando contou o seu testemunho, relatando que aos 14 anos de idade teve que sobreviver nas ruas da cidade de São Paulo, por aceitar a Jesus Cristo,
De acordo com sua assessoria de imprensa, o pastor sofreu recentemente um infarto, e encontra-se hospitalizado. Em boletim sobre a saúde do pastor, os médicos afirmam que ele passará por um procedimento cirúrgico, o ‘Cateterismo Cardíaco’, e que seu estado de saúde é estável.
Adeildo viveu cerca de dois anos e meio nas ruas de São Paulo, depois que ter que abandonar a casa de sua família por ter se convertido ao cristianismo protestante. Em seu testemunho o pastor conta que seu pai chegou a dizer que preferia que ele fosse um bandido a ser “crente”. Ele conta ainda que como vivia nas ruas chegou a sofre humilhação ao tentar entrar em uma igreja e que só não tirou a própria vida na época porque, na porta dessa igreja, ouviu de uma criança que seria um grande pregador da Palavra.
Na terça feira (22) o pastor já se mostrava preocupado com seu estado de saúde. Em seu perfil no Twitter publicou uma série de mensagens falando de sua ida ao hospital: “Agradeço aos amigos que estão orando por minha vida. Meu estado de saúde não é um dos melhores, mais uma vez levado as pressas ao hospital. – Socorrido por minha esposa Ruth.. agora já medicado e irei enfrentar uma baterias de exames. Pressão altissima. 22.11. Sem falar e enxergar. – Agora bem. Não como devia mais o corpo sentiu e ta na hora de parar por um tempo depois voltar com força total. Oreis por mim Brasil”, escreveu Adeildo Costa.
Fonte: Gospel mais

Geólogos revelam a data exata da crucificação de Jesus


Geólogos revelam a data exata da crucificação de Jesus
Sexta-feira, dia 3 de abril do ano 33. Essa é a data da crucificação de Jesus, afirma a revista especializada em  geologia, The International Geology Review.
O artigo publicado na edição mais recente mostra a investigação de especialistas de um terremoto que ocorreu nesta data, vista como o dia mais provável da crucificação de Jesus. Segundo o Evangelho de Mateus, capítulo 27, versículo 51, no momento em que Jesus morreu, “tremeu a terra, e fenderam-se as pedras”.
De acordo com canal de TV Discovery News , a equipe formada pelo  geólogo Jefferson Williams, da Supersonic Geophysical, Markus Schwab e Achim Bauer, do Centro de Pesquisa de Geociências da Alemanha, analisaram a atividade de terremotos na região de Jerusalém.
Sua pesquisa confirma que um grande sismo atingiram a área conhecida como Ein Gedi,  entre 26 a.C. e 36 d.C., que poderia ser o que o Novo Testamento se refere. No entanto, os dados coletados por eles podem confirmar a data com precisão absoluta. Williams, Schwab, e Brauer admitem que o terremoto mencionado nos evangelhos poderia ser alegórico, referindo-se a um tremor que ocorreu em algum momento antes ou depois da crucificação. Este terremoto teria sido forte o suficiente para quebrar os sedimentos de rocha em Ein Gedi.
“Existe a possibilidade que o relatório de um terremoto no Evangelho de Mateus seja um tipo de alegoria”, escrevem os estudiosos no artigo publicado por eles no The International Geology Review.
Por isso, outras pesquisas estão sendo feito por Williams e sua equipe, que estão agora analisando o relatório da escuridão que teria tomado o céu da região entre o meio-dia e as três horas da tarde no dia da crucificação. Três dos quatro evangelhos canônicos confirmar que a escuridão invadiu a região durante aquele dia, o que poderia aludir a uma tempestade de poeira, de acordo com Williams.
Conforme relatado pelo Discovery News, Williams está investigando se os depósitos de poeira típicos das tempestades coincidem com esse terremoto do início do primeiro século na região de Jerusalém.
Os estudiosos apontam que existem outros relatos bíblicos e históricos que confirmariam essa data. Um artigo da revista científica Nature, da autoria de Colin Humphreys e Graeme Waddington, oferece indícios fortes para a afirmação da equipe de Williams:
  • Os quatro evangelhos mostram que a data da crucificação é reconhecidamente uma sexta-feira, quando os judeus comemoravam o Pessach (Páscoa).
  • Os quatro evangelhos e o relato dos Anais do governador Tácito (XV, 44) concordam que a crucificação ocorreu quando Pôncio Pilatos era procurador da Judéia, ou seja, entre 26 e 36 dC.
  • Os quatro Evangelhos concordam que Jesus morreu poucas horas antes do início do sábado judaico (a noite da sexta-feira).
  • Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) indicam que Jesus morreu antes do anoitecer no dia 14 de Nissan; antes do início da refeição da Páscoa.
Usando-se os dados do calendário judaico e cálculos astronômicos do período, os indícios mais fortes é que a sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C. se destaca como  a data mais provável da crucificação, de acordo com os pesquisadores.
Traduzido e adaptado de Huffington Post e Discovery

Marca da besta está mais próxima, indica site cristão


Marca da besta está mais próxima, indica site cristão
A empresa Broadcom lançou um chip para smartphones que promete indicar a localização com precisão absoluta, possivelmente dentro de poucos centímetros, seja em ambientes internos ou externos.
Esse tipo de indicação sem precedentes é resultado dos investimentos para  o chip Broadcom 4752, que é capaz de receber sinais de satélites globais de navegação, torres de telefonia celular, pontos de rede sem fio e também de entrada de giroscópios, acelerômetros e altímetros, explica o MIT Technology Review.
O mundo atual está cada vez mais cheio de radiofrequência e os serviços de localização tendem a ser cada vez mais precisos. A empresa chama esse tipo de habilidade de “navegação onipresente” e seu objetivo principal é permitir um novo tipo de e-commerce.
Com o uso dessa tecnologia, os lojistas podem saber, por exemplo,  o momento em que o cliente entra pela porta da frente, ou quando você está olhando para um determinado produto e pode lhe oferecer alguma promoção ou sugestão de complemento no mesmo instante.
A Broadcom já é o maior fornecedor de chips GPS para fabricantes de smartphones do mundo. Seu novo circuito integrado  têm a capacidade de triangulação usando pontos de rede sem fio e outros emissores de sinal de radiofrequência.
Existem cada vez mais uma dependência dos celulares, no Brasil por exemplo, já existem mais aparelhos que habitantes. A tendência é que, em breve, os smartphones substituam os cartões de crédito, apontam os especialistas.
Segundo o site AcontecerCristiano.net, ao contrário dos temores da Bíblia sobre microchips implantáveis ​​obrigatórios, as pessoas têm oferecido de bom grado  sua privacidade em troca das conveniências da  telefonia móvel. Além de se tornar um artigo cada vez mais indispensável, os celulares serão em breve o meio mais comum de se fazer compras. Some-se a isso a capacidade de localização ultra precisa e temos, de certo modo, todas as condições para ser uma preparação da humanidade para a vinda da “marca da besta”.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Por que o gospel conquistou o Brasil

 
Por que o gospel conquistou o Brasil? Essa é a pergunta feita por uma revista semanal. Mas é bom deixar claro que o gospel não conquistou o Brasil. Na verdade, o gospel conquistou os evangélicos e o bolso falido do mercado fonográfico secular. E isto é um feito bastante comemorado. São evangélicos, e aqui agrego protestantes e pentecostais sob o mesmo guarda-chuva, os principais consumidores da música gospel. Quem compra produtos do Padre Marcelo Rossi dificilmente vai adquirir produtos com a marca evangélica. E vice-versa. Espiritualistas, umbandistas, budistas, judeus e muçulmanos também não são fazem parte do público de Regis Danese e Diante do Trono.

As evidências financeiras demonstram a força econômica do segmento evangélico. Candidatos à cargo legislativo não deixam de acenar para as igrejas evangélicas. Os meios de comunicação, atrelados à grandes gravadoras, promovem artistas cristãos. As universidades se debruçam sobre esse tema. Então, mesmo sem estar à altura de ser convidado a responder publicamente essa questão, nem à convite do meio secular nem do meio evangélico, vou sugerir algumas respostas e explicações.
A explicação estatística: o fenômeno do crescimento evangélico não é uma dádiva de toda denominação cristã. O número de católicos se reduz a cada censo e os protestantes têm crescimento moderado. As igrejas do pentecostalismo histórico, como a Assembleia de Deus, também não crescem em ritmo espantoso. A explosão demográfica ocorre no ramo neopentecostal (das igrejas Universal, da Graça de Deus, do Poder de Deus, Renascer, Sara Nossa Terra e muitas outras cujo nome começa com Comunidade Evangélica acrescido do bairro onde se localiza). Maior número de fiéis implica maior número de consumidores. Mas não existe aumento de consumo sem aumento da riqueza do país. Precisamos de mais justificativas.
A explicação econômica: Essa expansão religiosa começou principalmente em regiões urbanas com maior índice de pobreza e com menor escolaridade. Daí a argumentação de que estas igrejas exploram a necessidade de conforto espiritual e material ao prometerem bênçãos assim na terra como no céu. O fiel não precisa esperar para ter uma carruagem no céu. Ele já pode ter seu carrinho aqui e agora. A teologia da prosperidade encontrou um terreno fértil na teoria econômica da prosperidade do governo Lula. O sucesso de um gigantesco plano de transferência de renda, como o Bolsa-Família, possibilitou a entrada de milhões de pessoas no mercado de consumo e a saída de outros milhões da miséria total. Mesmo longe do crescimento chinês, a economia brasileira cresceu o suficiente para animar o circuito do mercado: aumento de consumo – aumento de produção – aumento de empregos e mais consumo etc. No campo evangélico, surgiu um grande nicho consumidor de produtos de moda e música. Aumentou-se a produção musical, gerou-se mais renda e emprego na indústria de linha gospel, o que levou à organização de um evento comercial de grande porte como a ExpoCristã. Mas há velhos e novos ricos nessas igrejas; só a economia não explica tudo.

A explicação sociológica: desde sua inserção no Brasil, o protestantismo e o pentecostalismo afastaram-se da cultura musical popular brasileira. Os primeiros conversos eram de origem europeia e também não compartilhavam o gosto pela música tupiniquim. Depois os hinos passaram a ser cantados em português, mas eram, em sua maioria, versões de hinos norte-americanos e europeus. Era uma época em que o país era oficialmente católico e qualquer outra religião era vista com suspeita e preconceito. Junte-se a isso o sectarismo religioso e o elitismo musical e temos uma igreja cunhada em forte repressão a comportamentos individuais e objetos culturais (penteados, vestuário, música popular, futebol, filmes).

Desde o final do século 20, há maior espaço na sociedade para o exercício da individualidade e da identidade cultural local. Os jovens reúnem-se em torno de gostos e idiossincrasias comuns, gerando as tribos urbanas dos surfistas, dos metaleiros, dos skatistas etc. A cultura tornou-se um bem de consumo e o marketing uma ferramenta indispensável. Tudo isso repercutiu no campo religioso. Inclusive a crise de liderança hierárquica e institucional, o que, no campo denominacional, gerou uma infinidade de novas igrejas. Os novos comportamentos sociais fizeram com que as igrejas remodelassem seus métodos de evangelismo. A opção por mudar a forma sem alterar o conteúdo pode ter efeitos discutíveis, mas aproximou a mensagem cristã central de salvação dos marginalizados social e culturalmente. A música, formato de atração preferencial, conservou a mensagem central evangélica na letra e abriu-se para os antigos e novos gêneros musicais populares.

A explicação estética-cultural: se as pessoas se sentem mais livres para expressar sua fé segundo a cultura musical que entendem e apreciam, de nada mais adianta um pastor dizer que “Deus não gosta dessa música”. Até porque um irmão mais atento vai perceber que não há uma só linha na Bíblia indicando qual o estilo musical da preferência divina [Deus pode ter suas preocupações estilísticas, mas a Bíblia ressalta mais Seu descontentamento com o coração hipócrita do adorador]. Durante décadas, a música foi administrada na igreja por pessoas que tinham formação musical clássica/erudita, o que teria determinado o modelo das composições litúrgicas. Sem nenhum apoio escriturístico, eles associaram a música clássica ao bom gosto e, como o culto evangélico era tradicionalmente formal e solene, certo modelo musical se tornou “o gosto de Deus”.

A sociedade atual, uma vigilante da liberdade individual, fez triunfar a democratização musical. Não só os formados em conservatórios podiam compor música cristã, mas o sacerdócio musical passou a ser de todos os crentes. Logo, a linguagem e a forma seriam diversificadas. As pessoas não precisavam mais louvar a Deus com a música “importada”, de letras enciclopédicas e de estilo parnasiano. Nem ter voz formalmente educada. A contextualização da linguagem vista em livros e revistas (como a maneira apropriada de falar para faixas etárias diferentes) passou a ser ouvida e cantada. Além disso, por muito tempo se teve vergonha de ser brasileiro e a cultura popular era demonizada. Os novos evangélicos têm orgulho da cultura nacional e usam a cultura brasileira para celebrar sua conversão, sua nova vida e seu Deus. Há mais gêneros musicais sendo tocados, mais pessoas que esperam ouvi-los e mais empresários querendo abocanhar essa fatia do mercado.
Ainda nesta semana, a segunda parte desse arrazoado, composto de explicações mercadológicas, midiáticas e teológicas.
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Joêzer Mendonça é músico e doutorando em musicologia na Unesp. É autor do blog Nota na Pauta. Divulgação: Púlpito Cristão.

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Canta Salvador 2012: tumulto deixa 30 pessoas feridas em show com Aline Barros, Bruna Karla e Thalles Roberto

Canta Salvador 2012: tumulto deixa 30 pessoas feridas em show com Aline Barros, Bruna Karla e Thalles Roberto
Aconteceu no último sábado (19) o Canta Salvador 2012 que reuniu em um festival importantes nomes da música gospel como Bruna Karla, Aline Barros, Davi Sacer e Thalles Roberto.
A noite foi marcada pela forte chuva e um acidente ocasionado durante a apresentação da cantora Bruna Karla.
Segundo o site Salvador Bahia News mais de 30 pessoas ficaram feridas devido ao acidente. As pessoas tropeçaram, caíram e foram socorridas pelos bombeiros e seguranças. Os feridos foram levados para o posto médico local e de acordo com as informações nã houve feridos com maior gravidade.
Após o acontecido houve um intervalo de 1 hora e meia até que o problema fosse solucionado, após a cantora Bruna Karla voltou ao palco aonde continuou sua ministração.
Após Bruna Karla a cantora Aline Barros subiu ao palco ministrando canções de sucesso de sua carreira como Ressuscita-me, Vou te alegrar, Vitória no Deserto e Homenzinho Torto.
Após foi a vez do cantor Thalles Roberto que em um momento do seu show usou um balde para se molhar, já que o público também estava encharcado devido a chuva. Após Thalles, já na madrugada, Davi Sacer encerrou o Canta Salvador 2012.

Abaixo uma foto no momento do acidente e do cantor Thalles Roberto com um balde de água:


Fonte: gospel mais

terça-feira, 22 de maio de 2012

Pastores e ex-bandidos viram peões em obra da Odebrecht

 
Vista aérea das obras de reurbanização em Curundu, em janeiro de 2012.



Curundu é a jabuticaba dos projetos da Odebrecht no Panamá – pequena e exótica. Em um universo de grandes contratos, que somam mais de US$ 2 bilhões (US$ 4 bilhões), está entre os menores: US$ 100 milhões. Não oferece desafios técnicos em engenharia. As obras que o compõe são pouco mais de um milhar de apartamentos de 48 metros quadrados, o revestimento da calha de um pequeno rio, ruas e quadras esportivas. Nada perto da construção de 14 quilômetros de linhas de metrô, da travessia subterrânea da cidade com tubos de três metros de diâmetro ou da implantação de uma estação de tratamento de esgoto para atender a 500 mil habitantes, três das mais importantes concorrências vencidas pela construtora no país. Talvez mais incomum que isso: a rentabilidade é pequena. Curundu não dá prejuízo, diz Lopes, responsável pela gestão do contrato. Mas o lucro é baixo.
Dubes Sônego
Uso de mão de obra local impulsionou a renda dos moradores de Curundu e a imagem da construtora.
Em termos institucionais e políticos, porém, o retorno é imenso. O processo de integração social que corre em paralelo às obras tem ganhado destaque na mídia. A contratação de moradores para a reurbanização de Curundu ajudou a elevar a renda média das famílias que viviam na comunidade de US$ 293 dólares mensais para cerca de US$ 480, segundo senso realizado antes e depois do início das obras. O salário médio pago a um ajudante de pedreiro, por exemplo, é de US$ 540, em um país onde o salário mínimo gira ao redor dos US$ 350 por mês. O nível de desemprego no bairro, que beirava os 70%, despencou. Em muitos casos, pessoas antes estigmatizadas conseguiram empregos fora de lá.
 
Lopes conta que, só no ano passado, a imprensa local dedicou mais de 120 notícias positivas ao processo de transformação de Curundu. O ex-presidente Lula visitou as obras, em maio de 2010. Oito dias antes, o projeto recebera o presidente panamenho Ricardo Martinelli, que tenta convencer o congresso a aprovar lei que permita a reeleição. Idealizado pelo vice-presidente, Juan Carlos Varela Rodríguez, hoje adversário político de Martinelli, o projeto acabou abraçado também por lideranças políticas de Curundu, que desde o início do governo integram a oposição.
Dubes Sônego
Primeira das três etapas das obras de Curundu está pronta. A Odebrecht planeja entregar a terceira e última até o final do ano.

O bairro, antes visto como uma chaga em uma das regiões centrais da capital panamenha, próxima à fronteira da antiga Zona do Canal do Panamá, de um dos aeroportos da cidade, do centro financeiro e de bairros nobres, se tornou um símbolo de reintegração social, em um país marcado por desigualdade de renda quase tão alta quanto a do Brasil.

“Você precisa ajudar o governo também. Não ficar querendo só comer o filé mignon. Vem comer a costela aqui comigo”, diz Lopes, quando questionado sobre as motivações não humanitárias da Odebrecht em um projeto de baixa rentabilidade como Curundu. “É aí que a gente faz a diferença. Porque outras empresas grandes que estão aqui não vieram participar da licitação. Viram a dificuldade de lidar com o social e pularam fora. Mas a repercussão positiva do que é feito aqui ofusca qualquer problema que surja em outros projetos nossos”, afirma o engenheiro.
Pragmatismo
Divulgação
Contratação de mão de obra local exigiu o emprego de técnicas de construção inicialmente mais caras para manter a produtividade.
Por ser um projeto do governo, imposto a comunidade, Lopes diz que, desde o início a obra foi vista com desconfiança pelos moradores e exigiu soluções não convencionais. Uma delas foi justamente a contratação de mão de obra local não qualificada. Para que a medida não afetasse a produtividade, a construtora optou pelo uso de um sistema de formas pré-moldadas, mais caro inicialmente, segundo Lopes, mas mais efetivo.
Outra solução foi a negociação de contrapartidas com as doze gangues de Curundu, para evitar conflitos nas obras. Um dos encontros que Lopes diz que mais o marcaram aconteceu no hotel Sheraton da cidade. A reunião terminou com um pacto de não agressão assinado em uma bíblia.

Entre os capatazes das obras, muitos são pastores de igreja ou ex-líderes de gangues, que receberam treinamento técnico. É o inverso do processo tradicional da empresa, de transformar técnicos em lideranças.
As dificuldades inerentes ao que Lopes chama de “engenharia social e de comunicação” tem garantido à empresa também a oportunidade de formar mão de obra para atuação em situações sociais adversas. Só em Curundu, está treinando uma equipe de 20 jovens engenheiros.
Mercado promissor
Dubes Sônego
Cidade do Panamá, vista da região de mangue próxima a primeira estação de tratamento de esgotos da cidade.

É um contingente que tende a ser útil no Panamá, um país pobre, mas que cresceu acima de 10% em 2011 e tende continuar a se expandir. Mesmo com a crise internacional, as estimativas são de alta por volta dos 6%, neste e no próximo ano, por causa de grandes obras, como a duplicação do Canal do Panamá, programada para ser concluída em 2014; da movimentação portuária (dois dos três maiores portos da América Latina em movimento de cargas, Colon e Balboa, ficam no país); de investimentos em infraestrutura e do comércio. “Aqui é a Miami de quem não tem visto de entrada nos Estados Unidos”, afirma Paulo Levita, diretor de sustentabilidade, comunicação e imagem da Odebrecht no Panamá.
Divulgação
Entrada do túnel da primeira linha do metrô da capital panamenha.
O país está longe de ser um dos maiores mercados internacionais para a Odebrecht. Mas segundo o executivo, tem potencial para continuar a render bons contratos. Ainda neste ano, por exemplo, podem sair a licitação para a duplicação do terminal de passageiros do aeroporto internacional de Tocumen e do segundo módulo das estações de tratamento de esgoto – o primeiro, em construção, vai atender somente a metade da demanda, de mais de um milhão de pessoas.

Há ainda uma série de projetos de obras viárias, para organizar o caótico sistema de transporte da cidade. “O governo tem a intenção de fazer cinco linhas”, afirma Marcos Tepedino, diretor da Odebrecht responsável pelo contrato da linha 1 metrô panamenho, entregue à Odebrecht.
O futuro de Curundu parece mais incerto. Dependerá em breve, entre outras coisas, de como o governo federal continuará os esforços de integração social e da pressão de gangues externas pela área de Curundu, hoje fortemente policiada. Segundo Lopes, a participação da construtora se encerrará em breve. A expectativa é entregar as obras até o final deste ano, um pouco antes do prazo limite, que vence em abril de 2013.
 
Curundu, vista do alto, antes do início das obras de reurbanização
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Ig.

Sambista evangélico está evangelizando Zeca Pagodinho


 



O sambista Monarco Diniz durante anos foi o líder da Velha Guarda da Portela. Compositor, ele é co-autor de vários sambas em parceria com artistas consagrados. Porém, a família de Diniz tomou uma decisão que tem influenciado suas composições.
O filho mais velho, Mauro Diniz, converteu-se ao evangelho na Assembleia de Deus e a família toda o acompanhou, a mulher Claudia e os filhos do casal, Juliana, Tereza e Matheus. “Eu vou com Mauro na igreja dele. E acho bom. Lá dentro ninguém leva bala perdida”, conta Monarco. Em breve pode-se esperar um samba gospel de sua lavra. “Outro dia fiz uma primeira parte de um samba que começa assim “Evangelizei a minha vida / Ela era tão sofrida / Mas agora é feliz / Abri meu coração para o bondoso Deus / Era triste o sofrimento meus (sic) / Hoje vivo bem graças ao Senhor / Ao lado de um verdadeiro amor”, cantarola.
Mas não são apenas suas composições que mudaram. “Desde que nos convertemos em Cristo, estou tendo uma felicidade que nunca tive. Era o rei da boemia. Gostava de uma cachacinha e parei de beber”. Agora, por exemplo, ele não canta mais um verso da música “Meu lugar”, que fez em parceria com Arlindo Cruz. “Eu não falo mais aquela parte (“O meu lugar é caminho de Ogum e Iansã”). Mas o público canta. E o Arlindinho entende. Tinha até pastor no casamento dele”, explica.
Mauro tem compartilhado de sua nova fé com os amigos, mas diz que espera ver convertido Zeca Pagodinho. “Zeca me chama de reverendo. Ele tem uma fé inabalável. Canaliza para um lado (a umbanda). E é mais fácil levar alguém que acredita em algo do que um ateu”, acredita.
Na próxima quarta-feira, toda a família se reunirá na Cidade do Samba, para a gravação do DVD “Família Diniz, um coração azul e branco”, que deve contar com a participação de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e os catedráticos da Velha Guarda da Portela.

Com informações jornal Extra

sábado, 19 de maio de 2012

Lanna Holder lança campanha contra homofobia com imagens de casais hetero e homossexuais, sob a descrição “Criação de Deus”

Igreja para homossexuais faz campanha contra homofobia cristã

A igreja para homossexuais Comunidade Cidade de Refúgio, liderada pelo casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha, lança nesta quinta-feira uma campanha contra discriminação de casais homossexuais. A ação faz parte das comemorações do aniversário de um ano de funcionamento do grupo religioso.
A campanha é lançada nesta quinta-feira pela Internet e incluirá também a distribuição de materiais de divulgação durante a parada gay da cidade de São Paulo, realizada no dia 10 de junho. Para a igreja, que não se define como gay, os casais homoafetivos também são uma “criação de Deus”.
O cartaz da campanha mostra um casal heterossexual e dois homoafetivos, um formado por homens e outro por mulheres, sob a frase “Criação de Deus”. As igrejas inclusivas enfrentam resistência das comunidades católicas e evangélicas no país. No congresso, leis favoráveis aos homossexuais também tem dificuldade para transitar. Segundo a senadora Marta Suplicy (PT-SP), o Projeto de Lei 122, que criminaliza a homofobia, pode voltar a estaca zero por ação da bancada evangélica.
Para fazer avançar as discussões sobre o combate à homofobia cerca de 500 pessoas realizaram na última quarta-feira a Marcha Nacional contra Homofobia em Brasília. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, o governo federal deveria definir um orçamento para financiar o Plano de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania LGBT, para a elaboração e a aplicação de políticas públicas voltadas a gays, lésbicas, travestis e transexuais.
Marcha Nacional
Os manifestantes também defenderam a aprovação do PL 122. Se aprovada, a norma deverá ser conhecida como Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente de 14 anos assassinado em 2010, em São Gonçalo (região metropolitana do Rio de Janeiro), vítima de homofobia.
A lei, já aprovada na Câmara, tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. Falta ainda passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que vá a votação no plenário da Casa.

As informações são do IG



Arquivo em:
Noticias Cristãs

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Separada, ex-primeira-dama vira evangélica e, aos 47, decide trabalhar


Foto: Agência Estado Rosane tinha pouco mais de 20 anos quando virou primeira-dama do País
Aos 47 anos de idade, Rosane Malta (antes conhecida como a ex-primeira-dama Rosane Collor) revelou a amigos que pretende começar a trabalhar. Sem experiência profissional nem formação acadêmica, ela ainda não sabe onde, nem como, mas diz estar disposta a dar uma sacudida na vida.

Solteira sem filhos, Rosane vive sozinha na mansão nababesca construída quando ainda era casada com o ex-presidente na capital alagoana e divide seu tempo entre a academia de ginástica e as atividades religiosas e sociais da igreja evangélica batista El Shaddai, à qual se converteu alguns anos atrás.
Aos poucos amigos com quem tem algum contato, Rosane tem se queixado do tédio e da solidão. Na mansão, ela vive cercada apenas de funcionários e seguranças escolhidos e contratados pelo ex-marido, o senador Fernando Collor (PTB-AL) e diz que não deixa o imóvel com medo de ficar sem um teto para morar. O objetivo é comprar um apartamento próximo à orla de Maceió, arrumar um emprego e, se possível, um namorado.

Além disso, Rosane tem reclamado da falta de dinheiro. Ela move desde 2008 duas ações contra Collor no valor de R$ 1,2 milhão. A Justiça de Alagoas demorou mais de três anos só para conseguir citar o senador (cujo endereço e local de trabalho são mais do que conhecidos), mas os advogados de Rosane estão confiantes em uma decisão favorável nos tribunais de Brasília, onde a influência do ex-presidente não é tão grande.

Rosane culpa o ex-marido por todos os revezes de sua vida. Desde o fato de nunca ter engravidado até os escândalos que a estigmatizaram pelo resto da vida como as suspeitas de desvio na LBA e a compra de lingerie com recursos provenientes do esquema de PC Farias, passando pela dificuldade em ter uma vida social completa em Maceió. Além disso, alimenta teorias conspiratórias quanto à sua segurança pessoal e costuma dizer que é uma das únicas sobreviventes do grupo próximo ao então presidente.

A Rosane de hoje não é diferente da ex-primeira-dama apenas no nome. Depois da cafonice arrogante dos tempos de Casa da Dinda e da fase perua de grife, quando o casal dividia o tempo entre São Paulo e Miami, ela hoje é uma mulher de meia idade discreta de olhar triste.

No culto da terça-feira passada Rosane passaria despercebida no templo da igreja El Shaddai localizado no bairro de classe média alta de Jatiuca, não fosse quem é. Vestida de maneira sóbria com calça e camisa claras, ela interagiu com os demais fiéis, cantou hinos e orou. Segundo frequentadores da igreja, Rosane é uma das discípulas mais assíduas e participa com afinco das obras sociais.
Foto: Agência Estado 20 anos depois, Rosane culpa o ex-marido pelos revezes de sua vida e reclama de solidão
Ironicamente, Rosane foi levada à El Shaddai pela amiga Cecília, que há 20 anos era conhecida como Mãe Cecília, responsável por celebrações misteriosas nos quintais da Casa da Dinda que envolviam sacrifícios de animais.

Fonte: Ig último segundo

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Neymar, Jesus, os crentes e o amor ao mundo


 

Domingo o Santos se sagrou tri-campeão paulista.
Na comemoração, Neymar um dos principais jogadores da Vila, colocou uma bandana na testa com os dizeres “100% Jesus”.

Pois é, logo depois da comemoração no campo o famoso jogador seguiu em direção a uma conhecida casa de shows. A folia, segundo o UOL, aconteceu em uma boate com lista fechada no centro da cidade de Santos. Segundo relato das convidadas, que costumavam sair para fumar, a festa tinha “dez garotas para cada homem”, a maioria trajando microssaias.

Ué! talvez você esteja perguntando: Neymar não é evangélico? Como é que ele pode professar sua fé em Cristo e ao mesmo tempo ir pra boate curtir a noite com a mulherada?

O pastor da Igreja Batista Peniel, de São Vicente, Newton Glória Lobato afirmou numa entrevista em julho do ano passaque Neymar é dizimista e que se senta nas últimas fileiras da igreja e que tem vergonha de dar o seu testemunho no microfone.
Caro leitor, na minha perspectiva Neymar é o protótipo de boa parte dos evangélicos no Brasil. Na verdade, muitos dos que se autodenominam cristãos pensam que são crentes, sem contudo terem tido a experiência do novo nascimento.

Ora, é impossivel amar ao mesmo tempo Cristo e o mundo. Ou somos de Deus e vivemos pra Deus ou somos do mundo e vivemos pro mundo! O problema é que o evangelho pregado por alguns dos evangélicos, distorce a verdade da Cruz, dizendo pro homem que ele pode seguir a Cristo e ao mesmo tempo curtir os prazeres do mundo.

Prezado amigo, seguir a Jesus implica em mudança de vida, de atitudes e comportamento. Seguir a Jesus é muito mais do que cantar os hits gospel, seguir a Jesus é muito mais do que colocar bandanas na testa, seguir a Jesus significa negar os prazeres do pecado e viver integralmente para Deus.

Lamentavelmente a geração gospel vibra mais com bandanas, shows e salamaleques do que com àquele que por amor a Cristo abandona os prazeres do mundo.
Pense nisso.
***
Renato Vargens é pastor, conferencista, escritor e tricolor. Curte o futebol, mas sempre joga na defesa (da fé).

Volta da tribo perdida de Israel seria cumprimento de profecia bíblica


Etnia judia que vive na Índia seria descendente do patriarca José

 
Depois de uma parada de cinco anos no fluxo de imigração, o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu permissão para uma comunidade de cidadãos indianos mudarem-se para o Estado judeu.

Acredita-se que eles são uma das “tribos perdidas de Israel”. “Tivemos um grande avanço, e graças a Deus, a Aliya [a imigração para Israel] está certo que recomeça neste verão. Esperamos e oramos para que o primeiro grupo de 50 famílias, ou cerca de 250-300 imigrantes Bnei Menashe, virá para Israel até o final de agosto”, disse Michael Freund, presidente da Shavei Israel, fundação que está por trás da iniciativa.

A Shavei, com sede em Jerusalém, espera trazer para o Estado judaico todos os 7.000 cidadãos indianos restantes que acreditam ser os Bnei Menashe, descendentes de Manassés, filho do patriarca bíblico José e neto de Jacó.

A organização liderada por Freund ajudou a facilitar a imigração de mais de 1.700 Bnei Menashe no passado, sempre com o apoio dos governos israelenses. Até que em 2007, o primeiro-ministro Ehud Olmert interrompeu o processo, que somente agora está sendo retomado.

O plano da Shavei é levar essas 50 famílias Bnei Menashe para Israel como turistas, seguindo o acordo com o Ministério do Interior. Após desembarcarem no país, os Bnei Menashe se converterão oficialmente ao Judaísmo, ganhando assim a cidadania israelense. 




Esse era o procedimento adotado em anos passados, mas alguns funcionários de ministérios israelenses se recusam a conceder permissão para que o restante desse grupo que ainda está na Índia viaje com esse propósito.Para suavizar o processo, Freund espera contar novamente com a ajuda do chefe do rabinato de Israel, que voou para a Índia em 2005 para converter os membros da Bnei Menashe. Esse processo foi interrompido no ano passado pela Índia.

O que se sabe no momento é que os membros da “tribo perdida” vivem nos Estados indianos de Manipur e Mizoram. Eles dizem que foram exilados de Israel há mais de 2.700 anos atrás pelo império assírio. De acordo com a tradição oral judaica, a tribo Bnei Menashe foi exilada de Israel e empurrada para o Extremo Oriente, se estabelecendo nas regiões fronteiriças da China e da Índia, onde permanecem até hoje. 

A maioria manteve aspectos culturais semelhantes à tradição judaica, incluindo a observação do Shabat [sábado sagrado], as leis do Kosher [alimentos permitidos], praticando a circuncisão dos meninos recém-nascidos no oitavo dia e as leis de “pureza familiar”.

Na década de 1950, milhares de Bnei Menashe disseram que partiriam a pé para Israel, mas foram rapidamente interrompidos pelas autoridades indianas. Desde então, começaram a praticar o judaísmo ortodoxo e se comprometeram em manter suas tradições judaicas. Hoje, frequentam centros comunitários na Índia estabelecidos pela Shavei Israel onde aprendem mais sobre a religião judaica e hebraico moderno.

Freund acredita que a imigração dos Bnei Menashe é o cumprimento da profecia bíblica de Isaías 43:5-7, que afirma: “Não tenha medo, pois eu estou com você, do oriente trarei seus filhos e do ocidente ajuntarei você. Direi ao norte ‘Entregue-os! ’ e ao sul ‘Não os retenha’.

De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz”. 

“Acho que este é um projeto histórico”, acrescentou. “É o fechamento de um círculo na história. É o retorno de uma tribo perdida de Israel depois de 27 séculos de exílio. É um cumprimento da profecia bíblica diante de nossos olhos”.

Traduzido e adaptado de WND
De Jarbas Aragão
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 15 de maio de 2012

Personagem evangélica começa a gravar cenas da novela Avenida Brasil


 



A atriz Paula Burlamaqui já começou a gravar sua participação na novela “Avenida Brasil” que está no ar pela Rede Globo. Ela viverá uma ex-atriz pornô que se torna evangélica.
Para interpretar Dolores Neiva, também chamada de Soninha Catatau, Paula precisou assistir alguns cultos evangélicos e estudar o comportamento das mulheres religiosas.
“Eu fui a alguns cultos evangélicos em igrejas e também assisti pela internet”, disse ela que será a mãe de Roni (Daniel Rocha) na trama.
Pelo pouco que foi dito sobre essa personagem, Dolores era uma atriz pornô que teve um filho com Diógenes (Otávio Augusto) e depois que se torna evangélica tenta se reaproximar do filho passando a se aproximar dos personagens centrais da trama.
Quando a personagem foi divulgada, Paula Burlamaqui comentou que sua participação será polêmica, ela vai tentar esconder seu passado. “Eu vou chegar à cidade escondendo meu passado. Adoro personagens polêmicos”, disse ela.
A atriz está com os cabelos alongados, vestida com saia e blusa de mangas, sem decotes, e carregando uma Bíblia Sagrada na foto de divulgação. Os capítulos com a participação da personagem Dolores passam a ser exibidos no dia 26 de maio.

Rede Record estaria proibindo música gospel no programa Ídolos Kids


 

De acordo com a coluna F5 do jornal Folha de São Paulo a Record estaria proibindo as crianças que se inscreveram no programa “Ídolos Kids” de cantarem canções evangélicas.
O programa vai estrear em agosto tentando encontrar os melhores cantores mirins do Brasil, assim como foi nas outras edições voltadas para adolescentes e adultos. Serão várias etapas desse processo de seleção que vai resultar em apenas um ganhador.
Nessa primeira etapa a emissora de Edir Macedo negou que teria impedido as crianças de cantarem canções religiosas, mas o F5 lembra que no ano passado o líder da Igreja Universal do Reino de Deus criou polêmica por dizer que os cantores gospel são “endemoniados”.
No programa “Raul Gil” no SBT, as crianças têm liberdade para cantarem canções religiosas, tanto que foi no quadro de calouros kids, “Jovens Talentos Kids” que o cantor Jotta A. foi descoberto, se tornando um dos maiores sucessos da atualidade.

Fonte: gospelprime

Menino nasce com seis pernas



Médicos lutam para salvar vida de recém-nascido

Médicos paquistaneses lutam para salvar a vida um bebê que nasceu na semana passada com seis pernas. O recém-nascido permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital de Karachi. O Dr. Jamal Raza revelou que especialistas estrangeiros com experiência nesta rara condição genética, que atinge apenas um em um milhão de bebês, darão suporte e apoio para a operação do menino.
"Operar o bebê não é uma tarefa fácil. É necessário fazer antes as avaliações necessárias. Também precisamos saber como os órgãos internos se desenvolveram", explicou.
Já o pai do bebê, Imran Shaikh, fez um apelo e pede ajuda ao governo. Ele trabalha como técnico de raios-X e diz não ter condições financeiras para bancar a cirurgia. Shaikh mora com a esposa - que também é sua prima - em Sukkur, cerca de 280 km de onde seu filho está sendo cuidado. Segundo o site Dailymail, o estado de saúde dela é bom após a cesariana. O casal pensa em dar o nome de Umar Farooq ao filho.

Fonte:meiahora.ig

Obama: primeiro ‘presidente gay’



A favor do casamento entre homossexuais, ele é capa de revista com auréola nas cores do arco-íris
A declaração do presidente americano Barack Obama, em plena campanha pela reeleição, de que é a favor do casamento gay, gerou polêmica nos EUA. Uma das principais revistas do país estampou uma manchete classificando o democrata de "o primeiro presidente gay" e dizendo que o apoio não foi apenas uma jogada política. Também foi revelado que o governante ficou preocupado com a repercussão do apoio à união homossexual.
O anúncio de Obama, semana passada, recebeu críticas por supostamente ter sido motivado pelas doações para a campanha que receberia da comunidade gay. Na reportagem da Newsweek que motivou a capa polêmica, entretanto, o jornalista Andrew Sullivan, que é homossexual, escreveu que o anúncio foi fruto da evolução histórica do presidente em relação aos direitos gays.
"Foi um inevitável auge de três anos de trabalho", escreveu.
O jornal New York Times escreveu que horas depois do anúncio Obama correu para se explicar a líderes religiosos. Ele teria feito uma videoconferência com oito deles para explicar que "havia lutado contra a decisão" de apoiar o casamento gay, mas achava que era a coisa certa a fazer.
Segundo o reverendo Delman Coates, pastor da Igreja Batista Mt. Ennon, em Clinton, que participou da ligação, a maioria dos pastores foi contrária a manifestação, mas concordou em ajudá-lo na campanha. "O casamento gay é contrário ao entendimento deles sobre as Escrituras", afirmou Coates. Um dos pastores disse, porém, que há clérigos que veem a posição de Obama como ataque à liberdade religiosa.

Fonte:meiahora.ig

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Mórmon fundamentalista é casado com prima e irmãs gêmeas

Joe e suas três mulheres
Alina, Vicki, Joe e Valerie: eles dizem que são felizes
O mórmon fundamentalista Joe Darger é casado com três mulheres: duas são gêmeas, Vicki e Valerie, e a terceira, Alina, é prima dele. O quarteto mora em Salt Lake City, em Utah, Estados Unidos. 

Darger, Aline e Vicki  se casaram no religioso em 1990. Em seguida, tendo Vicki como madrinha, houve a união civil de Darger com Aline — a lei não admite a poligamia. Valerie entrou na família anos depois.

Alina e Vicki namoraram Darger ao mesmo tempo. O garanhão se gabou: “Elas eram amigas íntimas e ambas mostraram interesse por mim, me perseguiram, e a melhor coisa que eu podia fazer era ficar com as duas.”

Vicki afirmou que o casamento “foi um grande desafio e responsabilidade” porque, em sua comunidade, o padrão aceito é o homem assumir uma segunda esposa somente após ficar demonstrado que o casamento monogâmico deu certo.

Darger e Valerie se casaram em 2000 em uma cerimônia religiosa realizada na casa de amigos. Ela tinha se divorciado recentemente do seu primeiro marido, o Donald, que viva com seis esposas.

A centelha entre os dois ocorreu quando ela, com seus cinco filhos, estava hospedada na casa de Darger. Vicki disse que logo notou que um estava olhando para outro de um jeito especial. “Mas eu não fique com ciúmes.”

Vicki reconheceu que a maioria das pessoas se sente desconfortável com a ideia de duas irmãs compartilharem o mesmo marido. “Mas eu queira que a minha irmã se juntasse a nossa família e tivesse um casamento feliz”, disse. “Em nossa cultura não é rara irmãs terem o mesmo marido.”

Darger confirmou que foi Vicki que o convenceu a se casar com sua irmã. “Eu já tinha uma atração por Valerie, mas de início achei estranho me casar com ela — as irmãs têm o comportamento muito parecido, os mesmos maneirismos.”

Aline disse que não teve ciúme da terceira esposa. “Fiquei animada porque eu queria que Valerie fosse feliz.”

Cada um tem o seu próprio quarto, e as mulheres se revezam para dormir com o marido.

O quarteto tem 24 filhos, incluindo os do primeiro casamento de Valerie. Darger é um empresário bem sucedido do setor de construção. É o que explica como ele consegue sustentar uma família tão grande. Por algum tempo, ele manteve em segredo a sua poligamia porque chegou a ser investigado pelas autoridades.

Faz dois anos que Darger resolveu assumir de público as suas três mulheres. O quarteto mantém um site contando como é a sua rotina e, com a ajuda dos filhos adultos, está escrevendo um livro.

Com isso, Darger espera haver compreensão para com seu estilo de vida e religião e que, em consequência, a poligamia deixe de ser crime.
Uma grande família
Família de polígamo
Darger pede compreensão para seu estilo de vida
Com informação da Barcroft Media e de vídeo.

Leia mais em paulopes.com.br

Calendário que mostra travestis na Santa Ceia é ofensivo, diz deputado

Foto toma como referência pintura de Leonardo Da Vinci
O deputado estadual Fernando Hugo (PSDB), da Assembleia Legislativa de Ceará, disse que o Calendário Transledário é ofensivo aos católicos porque reproduz obras sacras famosas, como a Santa Ceia, de Da Vinci, e Petà, de Michelangelo, tendo como modelos travestis e homossexuais. Disse que obras originais foram desfiguradas.

Para Hugo, há o agravante de o calendário ter sido custeado com dinheiro público, da prefeitura de Fortaleza. Afirmou que se trata de um gasto “improdutivo, irresponsável e insano”.

Ele vai pedir ao MPE (Ministério Público Estadual) uma investigação para que se saiba quanto custou o calendário. O deputado quer também que os representantes da Igreja Católica se manifestem contra a “afronta”.

O deputado estadual Antônio Carlos (PT) acusou Hugo de preconceituoso porque, disse, o objetivo do calendário não é ofender os católicos, mas destacar a diversidade sexual.

Adão gay e Virgem e Jesus transexuais
Calendário com modelos homossexuais e travestis
Referências à criação de Adão e à Pietà, de Michelangelo
Com informação da Agência Estado.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Alunos evangélicos são obrigados a ostentar imagem de santo no uniforme












Os pais de duas alunas evangélicos de Pontal do Araguaia, MT, estão em pé de guerra com o colégio em que seus filhos estudam. O motivo é o uniforme da Escola Municipal São Jorge, que, como o nome, indica, tem no brasão uma imagem do santo.
Como o uso do uniforme é obrigatório, o casal buscou orientação jurídica e o caso chegou à Defensoria Pública do município. A igreja que a família frequenta não aprova o uso de símbolos religiosos e a família não quer que as meninas usem uma roupa com a imagem do santo.
Para tentar solucionar o impasse, a mãe das garotas se dispôs a confeccionar o uniforme das filhas igual ao usado na escola, mas sem a estampa do santo. A tentativa foi recusada pela escola em uma avaliação no Conselho de Classe. O pastor da igreja os orientou a procurarem a Defensoria Pública, a qual notificou a prefeitura que o caso seria enviado para a Justiça.
O prefeito de Pontal do Araguaia foi informado do caso pela Defensoria. Imediatamente ele determinou à direção da escola que admitisse normalmente as crianças com o uniforme padrão, mesmo sem o emblema. Somente assim a escola permitiu a exclusão da imagem de São Jorge no uniforme das meninas.
O defensor público Milton Martini determinou que a direção escolar aceitasse as novas vestimentas, usando como justificativa o artigo 5º da Constituição Federal. “[Ele] assegura a igualdade perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Inclusive garante a liberdade de consciência e de crença”, escreveu Martini.
O assunto tem sido debatido na pequena cidade, com 5 mil habitantes que fica a 512 Km ao sul de Cuiabá. Porém, está incluído em uma série de debates em voga no Brasil sobre a laicidade do Estado, que envolve a legalidade ou não de orações e leitura da Bíblia feita no espaço escolar.

Com informações Gazeta Digital

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Senado cancela participação do pastor Silas Malafaia e Marta Suplicy transforma audiência pública em evento pró-PL122

Marta Suplicy transforma audiência pública em evento pró-PL122 no Senado e cancela participação do pastor Silas Malafaia
A audiência pública que seria realizada para discutir o PL 122 no Senado, no próximo dia 15/05, foi cancelada a pedido da senadora Marta Suplicy, que está promovendo um seminário a favor do projeto, intitulado “Diferentes, mas iguais”.
Entre os participantes, estão o senador Paulo Paim (PT-RS), Toni Reis (presidente da ABGLT) e Keyla Simpson (presidente do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais -CNCD/LGBT). O evento acontece na véspera da 3ª Marcha Nacional contra a Homofobia, que também será realizada em Brasília.
O pastor Silas Malafaia, que estava entre os convocados para o debate, publicou a informação através de seu Twitter pessoal. Não há informações sobre uma possível nova data para que o debate em torno do projeto de lei aconteça.

Entre os participantes que já haviam confirmado presença na audiência pública, além do pastor Silas Malafaia, estavam o deputado federal Jean Wyllys, e demais parlamentares participantes da CDH, como o senador Magno Malta.
Nessa reunião, seria discutido os termos do novo texto para o projeto, escrito por militantes homossexuais a pedido de Marta Suplicy, já que a proposta anterior havia sido recusada tanto pelos ativistas gays quanto pela bancada evangélica. A ideia do novo texto é aproximar da proposta inicial feita pela deputada Iara Bernardi. No seminário promovido pela senadora Marta Suplicy, o texto do projeto escrito pelos ativistas será entregue aos senadores, mas ainda não será debatido pela Comissão de Direitos Humanos.
Em seu último programa Vitória em Cristo, ao anunciar que processaria ativistas gays por chamá-lo de homofóbico, o pastor Silas Malafaia afirmou que gostaria de “ver a cara” deles na audiência pública no Senado.
Segundo informações no site do Senado, Marta Suplicy afirmou esperar que as manifestações dos ativistas gays durante o seminário pró-PLC 122 sensibilizem os parlamentares e facilite a aprovação da lei no Congresso.

Fonte: Gospel mais