O pastor Adeildo Costa ficou conhecido internacionalmente depois de ministrar no congresso de missões dos Gideões Missionários da Última Hora, quando contou o seu testemunho, relatando que aos 14 anos de idade teve que sobreviver nas ruas da cidade de São Paulo, por aceitar a Jesus Cristo,
De acordo com sua assessoria de imprensa, o pastor sofreu recentemente um infarto, e encontra-se hospitalizado. Em boletim sobre a saúde do pastor, os médicos afirmam que ele passará por um procedimento cirúrgico, o ‘Cateterismo Cardíaco’, e que seu estado de saúde é estável.
Adeildo viveu cerca de dois anos e meio nas ruas de São Paulo, depois que ter que abandonar a casa de sua família por ter se convertido ao cristianismo protestante. Em seu testemunho o pastor conta que seu pai chegou a dizer que preferia que ele fosse um bandido a ser “crente”. Ele conta ainda que como vivia nas ruas chegou a sofre humilhação ao tentar entrar em uma igreja e que só não tirou a própria vida na época porque, na porta dessa igreja, ouviu de uma criança que seria um grande pregador da Palavra.
Na terça feira (22) o pastor já se mostrava preocupado com seu estado de saúde. Em seu perfil no Twitter publicou uma série de mensagens falando de sua ida ao hospital: “Agradeço aos amigos que estão orando por minha vida. Meu estado de saúde não é um dos melhores, mais uma vez levado as pressas ao hospital. – Socorrido por minha esposa Ruth.. agora já medicado e irei enfrentar uma baterias de exames. Pressão altissima. 22.11. Sem falar e enxergar. – Agora bem. Não como devia mais o corpo sentiu e ta na hora de parar por um tempo depois voltar com força total. Oreis por mim Brasil”, escreveu Adeildo Costa.
Geólogos revelam a data exata da crucificação de Jesus
Sexta-feira, dia 3 de abril do ano 33. Essa é a data da crucificação de Jesus, afirma a revista especializada em geologia, The International Geology Review.
O artigo publicado na edição mais recente mostra a investigação de especialistas de um terremoto que ocorreu nesta data, vista como o dia mais provável da crucificação de Jesus. Segundo o Evangelho de Mateus, capítulo 27, versículo 51, no momento em que Jesus morreu, “tremeu a terra, e fenderam-se as pedras”.
De acordo com canal de TV Discovery News , a equipe formada pelo geólogo Jefferson Williams, da Supersonic Geophysical, Markus Schwab e Achim Bauer, do Centro de Pesquisa de Geociências da Alemanha, analisaram a atividade de terremotos na região de Jerusalém.
Sua pesquisa confirma que um grande sismo atingiram a área conhecida como Ein Gedi, entre 26 a.C. e 36 d.C., que poderia ser o que o Novo Testamento se refere. No entanto, os dados coletados por eles podem confirmar a data com precisão absoluta. Williams, Schwab, e Brauer admitem que o terremoto mencionado nos evangelhos poderia ser alegórico, referindo-se a um tremor que ocorreu em algum momento antes ou depois da crucificação. Este terremoto teria sido forte o suficiente para quebrar os sedimentos de rocha em Ein Gedi.
“Existe a possibilidade que o relatório de um terremoto no Evangelho de Mateus seja um tipo de alegoria”, escrevem os estudiosos no artigo publicado por eles no The International Geology Review.
Por isso, outras pesquisas estão sendo feito por Williams e sua equipe, que estão agora analisando o relatório da escuridão que teria tomado o céu da região entre o meio-dia e as três horas da tarde no dia da crucificação. Três dos quatro evangelhos canônicos confirmar que a escuridão invadiu a região durante aquele dia, o que poderia aludir a uma tempestade de poeira, de acordo com Williams.
Conforme relatado pelo Discovery News, Williams está investigando se os depósitos de poeira típicos das tempestades coincidem com esse terremoto do início do primeiro século na região de Jerusalém.
Os estudiosos apontam que existem outros relatos bíblicos e históricos que confirmariam essa data. Um artigo da revista científica Nature, da autoria de Colin Humphreys e Graeme Waddington, oferece indícios fortes para a afirmação da equipe de Williams:
Os quatro evangelhos mostram que a data da crucificação é reconhecidamente uma sexta-feira, quando os judeus comemoravam o Pessach (Páscoa).
Os quatro evangelhos e o relato dos Anais do governador Tácito (XV, 44) concordam que a crucificação ocorreu quando Pôncio Pilatos era procurador da Judéia, ou seja, entre 26 e 36 dC.
Os quatro Evangelhos concordam que Jesus morreu poucas horas antes do início do sábado judaico (a noite da sexta-feira).
Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) indicam que Jesus morreu antes do anoitecer no dia 14 de Nissan; antes do início da refeição da Páscoa.
Usando-se os dados do calendário judaico e cálculos astronômicos do período, os indícios mais fortes é que a sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C. se destaca como a data mais provável da crucificação, de acordo com os pesquisadores.
Traduzido e adaptado de Huffington Post e Discovery
Marca da besta está mais próxima, indica site cristão
A empresa Broadcom lançou um chip para smartphones que promete indicar a localização com precisão absoluta, possivelmente dentro de poucos centímetros, seja em ambientes internos ou externos.
Esse tipo de indicação sem precedentes é resultado dos investimentos para o chip Broadcom 4752, que é capaz de receber sinais de satélites globais de navegação, torres de telefonia celular, pontos de rede sem fio e também de entrada de giroscópios, acelerômetros e altímetros, explica o MIT Technology Review.
O mundo atual está cada vez mais cheio de radiofrequência e os serviços de localização tendem a ser cada vez mais precisos. A empresa chama esse tipo de habilidade de “navegação onipresente” e seu objetivo principal é permitir um novo tipo de e-commerce.
Com o uso dessa tecnologia, os lojistas podem saber, por exemplo, o momento em que o cliente entra pela porta da frente, ou quando você está olhando para um determinado produto e pode lhe oferecer alguma promoção ou sugestão de complemento no mesmo instante.
A Broadcom já é o maior fornecedor de chips GPS para fabricantes de smartphones do mundo. Seu novo circuito integrado têm a capacidade de triangulação usando pontos de rede sem fio e outros emissores de sinal de radiofrequência.
Existem cada vez mais uma dependência dos celulares, no Brasil por exemplo, já existem mais aparelhos que habitantes. A tendência é que, em breve, os smartphones substituam os cartões de crédito, apontam os especialistas.
Segundo o site AcontecerCristiano.net, ao contrário dos temores da Bíblia sobre microchips implantáveis obrigatórios, as pessoas têm oferecido de bom grado sua privacidade em troca das conveniências da telefonia móvel. Além de se tornar um artigo cada vez mais indispensável, os celulares serão em breve o meio mais comum de se fazer compras. Some-se a isso a capacidade de localização ultra precisa e temos, de certo modo, todas as condições para ser uma preparação da humanidade para a vinda da “marca da besta”.
Por que o gospel conquistou o Brasil?
Essa é a pergunta feita por uma revista semanal. Mas é bom deixar claro
que o gospel não conquistou o Brasil. Na verdade, o gospel conquistou os
evangélicos e o bolso falido do mercado fonográfico secular. E isto é
um feito bastante comemorado. São evangélicos, e aqui agrego
protestantes e pentecostais sob o mesmo guarda-chuva, os principais
consumidores da música gospel. Quem compra produtos do Padre Marcelo
Rossi dificilmente vai adquirir produtos com a marca evangélica. E
vice-versa. Espiritualistas, umbandistas, budistas, judeus e muçulmanos
também não são fazem parte do público de Regis Danese e Diante do Trono.
As evidências financeiras demonstram a
força econômica do segmento evangélico. Candidatos à cargo legislativo
não deixam de acenar para as igrejas evangélicas. Os meios de
comunicação, atrelados à grandes gravadoras, promovem artistas cristãos.
As universidades se debruçam sobre esse tema. Então, mesmo sem estar à
altura de ser convidado a responder publicamente essa questão, nem à
convite do meio secular nem do meio evangélico, vou sugerir algumas
respostas e explicações.
A explicação estatística:
o fenômeno do crescimento evangélico não é uma dádiva de toda
denominação cristã. O número de católicos se reduz a cada censo e os
protestantes têm crescimento moderado. As igrejas do pentecostalismo
histórico, como a Assembleia de Deus, também não crescem em ritmo
espantoso. A explosão demográfica ocorre no ramo neopentecostal (das
igrejas Universal, da Graça de Deus, do Poder de Deus, Renascer, Sara
Nossa Terra e muitas outras cujo nome começa com Comunidade Evangélica
acrescido do bairro onde se localiza). Maior número de fiéis implica
maior número de consumidores. Mas não existe aumento de consumo sem
aumento da riqueza do país. Precisamos de mais justificativas.
A explicação econômica:
Essa expansão religiosa começou principalmente em regiões urbanas com
maior índice de pobreza e com menor escolaridade. Daí a argumentação de
que estas igrejas exploram a necessidade de conforto espiritual e
material ao prometerem bênçãos assim na terra como no céu. O fiel não
precisa esperar para ter uma carruagem no céu. Ele já pode ter seu
carrinho aqui e agora. A teologia da prosperidade encontrou um terreno
fértil na teoria econômica da prosperidade do governo Lula. O sucesso de
um gigantesco plano de transferência de renda, como o Bolsa-Família,
possibilitou a entrada de milhões de pessoas no mercado de consumo e a
saída de outros milhões da miséria total. Mesmo longe do crescimento
chinês, a economia brasileira cresceu o suficiente para animar o
circuito do mercado: aumento de consumo – aumento de produção – aumento
de empregos e mais consumo etc. No campo evangélico, surgiu um grande
nicho consumidor de produtos de moda e música. Aumentou-se a produção
musical, gerou-se mais renda e emprego na indústria de linha gospel, o
que levou à organização de um evento comercial de grande porte como a
ExpoCristã. Mas há velhos e novos ricos nessas igrejas; só a economia
não explica tudo.
A explicação sociológica:
desde sua inserção no Brasil, o protestantismo e o pentecostalismo
afastaram-se da cultura musical popular brasileira. Os primeiros
conversos eram de origem europeia e também não compartilhavam o gosto
pela música tupiniquim. Depois os hinos passaram a ser cantados em
português, mas eram, em sua maioria, versões de hinos norte-americanos e
europeus. Era uma época em que o país era oficialmente católico e
qualquer outra religião era vista com suspeita e preconceito. Junte-se a
isso o sectarismo religioso e o elitismo musical e temos uma igreja
cunhada em forte repressão a comportamentos individuais e objetos
culturais (penteados, vestuário, música popular, futebol, filmes).
Desde o final do século 20, há maior
espaço na sociedade para o exercício da individualidade e da identidade
cultural local. Os jovens reúnem-se em torno de gostos e idiossincrasias
comuns, gerando as tribos urbanas dos surfistas, dos metaleiros, dos
skatistas etc. A cultura tornou-se um bem de consumo e o marketing uma
ferramenta indispensável. Tudo isso repercutiu no campo religioso.
Inclusive a crise de liderança hierárquica e institucional, o que, no
campo denominacional, gerou uma infinidade de novas igrejas. Os novos
comportamentos sociais fizeram com que as igrejas remodelassem seus
métodos de evangelismo. A opção por mudar a forma sem alterar o conteúdo
pode ter efeitos discutíveis, mas aproximou a mensagem cristã central
de salvação dos marginalizados social e culturalmente. A música, formato
de atração preferencial, conservou a mensagem central evangélica na
letra e abriu-se para os antigos e novos gêneros musicais populares.
A explicação estética-cultural:
se as pessoas se sentem mais livres para expressar sua fé segundo a
cultura musical que entendem e apreciam, de nada mais adianta um pastor
dizer que “Deus não gosta dessa música”. Até porque um irmão mais atento
vai perceber que não há uma só linha na Bíblia indicando qual o estilo
musical da preferência divina [Deus pode ter suas preocupações
estilísticas, mas a Bíblia ressalta mais Seu descontentamento com o
coração hipócrita do adorador]. Durante décadas, a música foi
administrada na igreja por pessoas que tinham formação musical
clássica/erudita, o que teria determinado o modelo das composições
litúrgicas. Sem nenhum apoio escriturístico, eles associaram a música
clássica ao bom gosto e, como o culto evangélico era tradicionalmente
formal e solene, certo modelo musical se tornou “o gosto de Deus”.
A sociedade atual, uma vigilante da
liberdade individual, fez triunfar a democratização musical. Não só os
formados em conservatórios podiam compor música cristã, mas o sacerdócio
musical passou a ser de todos os crentes. Logo, a linguagem e a forma
seriam diversificadas. As pessoas não precisavam mais louvar a Deus com a
música “importada”, de letras enciclopédicas e de estilo parnasiano.
Nem ter voz formalmente educada. A contextualização da linguagem vista
em livros e revistas (como a maneira apropriada de falar para faixas
etárias diferentes) passou a ser ouvida e cantada. Além disso, por muito
tempo se teve vergonha de ser brasileiro e a cultura popular era
demonizada. Os novos evangélicos têm orgulho da cultura nacional e usam a
cultura brasileira para celebrar sua conversão, sua nova vida e seu
Deus. Há mais gêneros musicais sendo tocados, mais pessoas que esperam
ouvi-los e mais empresários querendo abocanhar essa fatia do mercado.
Ainda nesta semana, a segunda parte desse arrazoado, composto de explicações mercadológicas, midiáticas e teológicas.
***
Joêzer Mendonça é músico e doutorando em musicologia na Unesp. É autor do blog Nota na Pauta. Divulgação: Púlpito Cristão.
Aconteceu
no último sábado (19) o Canta Salvador 2012 que reuniu em um festival
importantes nomes da música gospel como Bruna Karla, Aline Barros, Davi
Sacer e Thalles Roberto.
A noite foi marcada pela forte chuva e um acidente ocasionado durante a apresentação da cantora Bruna Karla.
No momento em que a cantora subiu ao palco o público ficou eufórico e
o alambrado que separava as pessoas do palco cedeu gerando confusão já
que as pessoas que estavam na frente acabaram se machucando.
Segundo o site Salvador Bahia News mais de 30 pessoas ficaram feridas
devido ao acidente. As pessoas tropeçaram, caíram e foram socorridas
pelos bombeiros e seguranças. Os feridos foram levados para o posto
médico local e de acordo com as informações nã houve feridos com maior
gravidade.
Após o acontecido houve um intervalo de 1 hora e meia até que o
problema fosse solucionado, após a cantora Bruna Karla voltou ao palco
aonde continuou sua ministração.
Após Bruna Karla a cantora Aline Barros subiu ao palco ministrando
canções de sucesso de sua carreira como Ressuscita-me, Vou te alegrar,
Vitória no Deserto e Homenzinho Torto.
Após foi a vez do cantor Thalles Roberto que em um momento do seu
show usou um balde para se molhar, já que o público também estava
encharcado devido a chuva. Após Thalles, já na madrugada, Davi Sacer
encerrou o Canta Salvador 2012.
Abaixo uma foto no momento do acidente e do cantor Thalles Roberto com um balde de água:
Vista aérea das obras de reurbanização em Curundu, em janeiro de 2012.
Todos
os dias, ao chegar ao escritório da Odebrecht em Curundu, uma das mais
violentas favelas da capital panamenha, o engenheiro brasileiro Julio
Lopes, um dos diretores de contrato da construtora no país, pergunta à
sua equipe qual o problema da hora. O tom é de brincadeira, mas Lopes
fala a sério. Na quinta-feira, dia 10 de maio, enquanto recebia
jornalistas brasileiros, o motivo de preocupação eram três homens
armados que exigiam que membros de uma gangue rival, empregados na
reurbanização do bairro encomendada pelo governo, fossem demitidos.
Curundu
é a jabuticaba dos projetos da Odebrecht no Panamá – pequena e exótica.
Em um universo de grandes contratos, que somam mais de US$ 2 bilhões
(US$ 4 bilhões), está entre os menores: US$ 100 milhões. Não oferece
desafios técnicos em engenharia. As obras que o compõe são pouco mais de
um milhar de apartamentos de 48 metros quadrados, o revestimento da
calha de um pequeno rio, ruas e quadras esportivas. Nada perto da
construção de 14 quilômetros de linhas de metrô, da travessia
subterrânea da cidade com tubos de três metros de diâmetro ou da
implantação de uma estação de tratamento de esgoto para atender a 500
mil habitantes, três das mais importantes concorrências vencidas pela
construtora no país. Talvez mais incomum que isso: a rentabilidade é
pequena. Curundu não dá prejuízo, diz Lopes, responsável pela gestão do
contrato. Mas o lucro é baixo.
Dubes Sônego
Uso de mão de obra local impulsionou a renda dos moradores de Curundu e a imagem da construtora.
Em
termos institucionais e políticos, porém, o retorno é imenso. O
processo de integração social que corre em paralelo às obras tem ganhado
destaque na mídia. A contratação de moradores para a reurbanização de
Curundu ajudou a elevar a renda média das famílias que viviam na
comunidade de US$ 293 dólares mensais para cerca de US$ 480, segundo
senso realizado antes e depois do início das obras. O salário médio pago
a um ajudante de pedreiro, por exemplo, é de US$ 540, em um país onde o
salário mínimo gira ao redor dos US$ 350 por mês. O nível de desemprego
no bairro, que beirava os 70%, despencou. Em muitos casos, pessoas
antes estigmatizadas conseguiram empregos fora de lá.
Lopes
conta que, só no ano passado, a imprensa local dedicou mais de 120
notícias positivas ao processo de transformação de Curundu. O
ex-presidente Lula visitou as obras, em maio de 2010. Oito dias antes, o
projeto recebera o presidente panamenho Ricardo Martinelli, que tenta
convencer o congresso a aprovar lei que permita a reeleição. Idealizado
pelo vice-presidente, Juan Carlos Varela Rodríguez, hoje adversário
político de Martinelli, o projeto acabou abraçado também por lideranças
políticas de Curundu, que desde o início do governo integram a oposição.
Dubes Sônego
Primeira das três etapas das obras de Curundu está pronta. A Odebrecht planeja entregar a terceira e última até o final do ano.
O
bairro, antes visto como uma chaga em uma das regiões centrais da
capital panamenha, próxima à fronteira da antiga Zona do Canal do
Panamá, de um dos aeroportos da cidade, do centro financeiro e de
bairros nobres, se tornou um símbolo de reintegração social, em um país
marcado por desigualdade de renda quase tão alta quanto a do Brasil.
“Você
precisa ajudar o governo também. Não ficar querendo só comer o filé
mignon. Vem comer a costela aqui comigo”, diz Lopes, quando questionado
sobre as motivações não humanitárias da Odebrecht em um projeto de baixa
rentabilidade como Curundu. “É aí que a gente faz a diferença. Porque
outras empresas grandes que estão aqui não vieram participar da
licitação. Viram a dificuldade de lidar com o social e pularam fora. Mas
a repercussão positiva do que é feito aqui ofusca qualquer problema que
surja em outros projetos nossos”, afirma o engenheiro.
Pragmatismo
Divulgação
Contratação de mão de obra local exigiu o emprego de técnicas de construção inicialmente mais caras para manter a produtividade.
Por
ser um projeto do governo, imposto a comunidade, Lopes diz que, desde o
início a obra foi vista com desconfiança pelos moradores e exigiu
soluções não convencionais. Uma delas foi justamente a contratação de
mão de obra local não qualificada. Para que a medida não afetasse a
produtividade, a construtora optou pelo uso de um sistema de formas
pré-moldadas, mais caro inicialmente, segundo Lopes, mas mais efetivo.
Outra
solução foi a negociação de contrapartidas com as doze gangues de
Curundu, para evitar conflitos nas obras. Um dos encontros que Lopes diz
que mais o marcaram aconteceu no hotel Sheraton da cidade. A reunião
terminou com um pacto de não agressão assinado em uma bíblia.
Entre
os capatazes das obras, muitos são pastores de igreja ou ex-líderes de
gangues, que receberam treinamento técnico. É o inverso do processo
tradicional da empresa, de transformar técnicos em lideranças.
As
dificuldades inerentes ao que Lopes chama de “engenharia social e de
comunicação” tem garantido à empresa também a oportunidade de formar mão
de obra para atuação em situações sociais adversas. Só em Curundu, está
treinando uma equipe de 20 jovens engenheiros.
Mercado promissor
Dubes Sônego
Cidade do Panamá, vista da região de mangue próxima a primeira estação de tratamento de esgotos da cidade.
É
um contingente que tende a ser útil no Panamá, um país pobre, mas que
cresceu acima de 10% em 2011 e tende continuar a se expandir. Mesmo com a
crise internacional, as estimativas são de alta por volta dos 6%, neste
e no próximo ano, por causa de grandes obras, como a duplicação do Canal do Panamá,
programada para ser concluída em 2014; da movimentação portuária (dois
dos três maiores portos da América Latina em movimento de cargas, Colon e
Balboa, ficam no país); de investimentos em infraestrutura e do
comércio. “Aqui é a Miami de quem não tem visto de entrada nos Estados Unidos”, afirma Paulo Levita, diretor de sustentabilidade, comunicação e imagem da Odebrecht no Panamá.
Divulgação
Entrada do túnel da primeira linha do metrô da capital panamenha.
O
país está longe de ser um dos maiores mercados internacionais para a
Odebrecht. Mas segundo o executivo, tem potencial para continuar a
render bons contratos. Ainda neste ano, por exemplo, podem sair a
licitação para a duplicação do terminal de passageiros do aeroporto
internacional de Tocumen e do segundo módulo das estações de tratamento
de esgoto – o primeiro, em construção, vai atender somente a metade da
demanda, de mais de um milhão de pessoas.
Há
ainda uma série de projetos de obras viárias, para organizar o caótico
sistema de transporte da cidade. “O governo tem a intenção de fazer
cinco linhas”, afirma Marcos Tepedino, diretor da Odebrecht responsável
pelo contrato da linha 1 metrô panamenho, entregue à Odebrecht.
O futuro de Curundu parece mais incerto. Dependerá em breve, entre
outras coisas, de como o governo federal continuará os esforços de
integração social e da pressão de gangues externas pela área de Curundu,
hoje fortemente policiada. Segundo Lopes, a participação da construtora
se encerrará em breve. A expectativa é entregar as obras até o final
deste ano, um pouco antes do prazo limite, que vence em abril de 2013.
Curundu, vista do alto, antes do início das obras de reurbanização
O sambista Monarco Diniz durante anos foi o líder
da Velha Guarda da Portela. Compositor, ele é co-autor de vários sambas
em parceria com artistas consagrados. Porém, a família de Diniz tomou
uma decisão que tem influenciado suas composições.
O filho mais velho, Mauro Diniz, converteu-se ao evangelho na Assembleia de Deus
e a família toda o acompanhou, a mulher Claudia e os filhos do casal,
Juliana, Tereza e Matheus. “Eu vou com Mauro na igreja dele. E acho bom.
Lá dentro ninguém leva bala perdida”, conta Monarco. Em breve pode-se
esperar um samba gospel de sua lavra. “Outro dia fiz uma primeira parte
de um samba que começa assim “Evangelizei a minha vida / Ela era tão
sofrida / Mas agora é feliz / Abri meu coração para o bondoso Deus / Era
triste o sofrimento meus (sic) / Hoje vivo bem graças ao Senhor / Ao
lado de um verdadeiro amor”, cantarola.
Mas não são apenas suas composições que mudaram. “Desde que nos
convertemos em Cristo, estou tendo uma felicidade que nunca tive. Era o
rei da boemia. Gostava de uma cachacinha e parei de beber”. Agora, por
exemplo, ele não canta mais um verso da música “Meu lugar”, que fez em
parceria com Arlindo Cruz. “Eu não falo mais aquela parte (“O meu lugar é
caminho de Ogum e Iansã”). Mas o público canta. E o Arlindinho entende.
Tinha até pastor no casamento dele”, explica.
Mauro tem compartilhado de sua nova fé com os amigos, mas diz que
espera ver convertido Zeca Pagodinho. “Zeca me chama de reverendo. Ele
tem uma fé inabalável. Canaliza para um lado (a umbanda). E é mais fácil
levar alguém que acredita em algo do que um ateu”, acredita.
Na próxima quarta-feira, toda a família se reunirá na Cidade do
Samba, para a gravação do DVD “Família Diniz, um coração azul e branco”,
que deve contar com a participação de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e os
catedráticos da Velha Guarda da Portela.
A igreja para homossexuais Comunidade Cidade de Refúgio, liderada pelo casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha, lança nesta quinta-feira uma campanha
contra discriminação de casais homossexuais. A ação faz parte das
comemorações do aniversário de um ano de funcionamento do grupo
religioso.
A campanha é lançada nesta quinta-feira
pela Internet e incluirá também a distribuição de materiais de
divulgação durante a parada gay da cidade de São Paulo, realizada no dia
10 de junho. Para a igreja, que não se define como gay, os casais
homoafetivos também são uma “criação de Deus”.
O cartaz da campanha mostra um casal
heterossexual e dois homoafetivos, um formado por homens e outro por
mulheres, sob a frase “Criação de Deus”. As igrejas inclusivas enfrentam
resistência das comunidades católicas e evangélicas no país. No
congresso, leis favoráveis aos homossexuais também tem dificuldade para
transitar. Segundo a senadora Marta Suplicy (PT-SP), o Projeto de Lei
122, que criminaliza a homofobia, pode voltar a estaca zero por ação da
bancada evangélica.
Para fazer avançar as discussões sobre o combate à homofobia cerca de 500 pessoas realizaram na última quarta-feira a Marcha Nacional contra Homofobia em
Brasília. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Gays,
Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, o governo federal
deveria definir um orçamento para financiar o Plano de Promoção dos
Direitos Humanos e Cidadania LGBT, para a elaboração e a aplicação de
políticas públicas voltadas a gays, lésbicas, travestis e transexuais.
Marcha Nacional
Os manifestantes também defenderam a
aprovação do PL 122. Se aprovada, a norma deverá ser conhecida como Lei
Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente de 14 anos assassinado em
2010, em São Gonçalo (região metropolitana do Rio de Janeiro), vítima de
homofobia.
A lei, já aprovada na Câmara, tramita na
Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. Falta ainda
passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que vá a
votação no plenário da Casa.
Foto: Agência Estado
Rosane tinha pouco mais de 20 anos quando virou primeira-dama do País
Aos 47 anos de idade, Rosane Malta (antes conhecida como a
ex-primeira-dama Rosane Collor) revelou a amigos que pretende começar a
trabalhar. Sem experiência profissional nem formação acadêmica, ela
ainda não sabe onde, nem como, mas diz estar disposta a dar uma sacudida
na vida.
Solteira sem filhos, Rosane vive sozinha na mansão nababesca
construída quando ainda era casada com o ex-presidente na capital
alagoana e divide seu tempo entre a academia de ginástica e as
atividades religiosas e sociais da igreja evangélica batista El Shaddai,
à qual se converteu alguns anos atrás.
Aos poucos amigos com quem tem algum contato, Rosane tem se queixado
do tédio e da solidão. Na mansão, ela vive cercada apenas de
funcionários e seguranças escolhidos e contratados pelo ex-marido, o
senador Fernando Collor (PTB-AL) e diz que não deixa o imóvel com medo
de ficar sem um teto para morar. O objetivo é comprar um apartamento
próximo à orla de Maceió, arrumar um emprego e, se possível, um
namorado.
Além disso, Rosane tem reclamado da falta de dinheiro. Ela move desde
2008 duas ações contra Collor no valor de R$ 1,2 milhão. A Justiça de
Alagoas demorou mais de três anos só para conseguir citar o senador
(cujo endereço e local de trabalho são mais do que conhecidos), mas os
advogados de Rosane estão confiantes em uma decisão favorável nos
tribunais de Brasília, onde a influência do ex-presidente não é tão
grande.
Rosane culpa o ex-marido por todos os revezes de sua vida. Desde o
fato de nunca ter engravidado até os escândalos que a estigmatizaram
pelo resto da vida como as suspeitas de desvio na LBA e a compra de
lingerie com recursos provenientes do esquema de PC Farias, passando
pela dificuldade em ter uma vida social completa em Maceió. Além disso,
alimenta teorias conspiratórias quanto à sua segurança pessoal e costuma
dizer que é uma das únicas sobreviventes do grupo próximo ao então
presidente.
A Rosane de hoje não é diferente da ex-primeira-dama apenas no nome.
Depois da cafonice arrogante dos tempos de Casa da Dinda e da fase perua
de grife, quando o casal dividia o tempo entre São Paulo e Miami, ela
hoje é uma mulher de meia idade discreta de olhar triste.
No culto da terça-feira passada Rosane passaria despercebida no
templo da igreja El Shaddai localizado no bairro de classe média alta de
Jatiuca, não fosse quem é. Vestida de maneira sóbria com calça e camisa
claras, ela interagiu com os demais fiéis, cantou hinos e orou. Segundo
frequentadores da igreja, Rosane é uma das discípulas mais assíduas e
participa com afinco das obras sociais.
Foto: Agência Estado
20 anos depois, Rosane culpa o ex-marido pelos revezes de sua vida e reclama de solidão
Ironicamente, Rosane foi levada à El Shaddai pela amiga Cecília, que
há 20 anos era conhecida como Mãe Cecília, responsável por celebrações
misteriosas nos quintais da Casa da Dinda que envolviam sacrifícios de
animais.
Na comemoração, Neymar um dos principais jogadores da Vila, colocou uma bandana na testa com os dizeres “100% Jesus”.
Pois é, logo depois da comemoração no
campo o famoso jogador seguiu em direção a uma conhecida casa de shows. A
folia, segundo o UOL, aconteceu em uma boate com lista fechada no
centro da cidade de Santos. Segundo relato das convidadas, que
costumavam sair para fumar, a festa tinha “dez garotas para cada homem”,
a maioria trajando microssaias.
Ué! talvez você esteja perguntando:
Neymar não é evangélico? Como é que ele pode professar sua fé em Cristo e
ao mesmo tempo ir pra boate curtir a noite com a mulherada?
O pastor da Igreja Batista Peniel, de
São Vicente, Newton Glória Lobato afirmou numa entrevista em julho do
ano passaque Neymar é dizimista e que se senta nas últimas fileiras da
igreja e que tem vergonha de dar o seu testemunho no microfone.
Caro leitor, na minha perspectiva Neymar
é o protótipo de boa parte dos evangélicos no Brasil. Na verdade,
muitos dos que se autodenominam cristãos pensam que são crentes, sem
contudo terem tido a experiência do novo nascimento.
Ora, é impossivel amar ao mesmo tempo
Cristo e o mundo. Ou somos de Deus e vivemos pra Deus ou somos do mundo e
vivemos pro mundo! O problema é que o evangelho pregado por alguns dos
evangélicos, distorce a verdade da Cruz, dizendo pro homem que ele pode
seguir a Cristo e ao mesmo tempo curtir os prazeres do mundo.
Prezado amigo, seguir a Jesus implica em
mudança de vida, de atitudes e comportamento. Seguir a Jesus é muito
mais do que cantar os hits gospel, seguir a Jesus é muito mais do que
colocar bandanas na testa, seguir a Jesus significa negar os prazeres do
pecado e viver integralmente para Deus.
Lamentavelmente a geração gospel vibra
mais com bandanas, shows e salamaleques do que com àquele que por amor a
Cristo abandona os prazeres do mundo.
Pense nisso.
*** Renato Vargens é pastor, conferencista, escritor e tricolor. Curte o futebol, mas sempre joga na defesa (da fé).
Etnia judia que vive na Índia seria descendente do patriarca José
Depois de uma parada de cinco anos no fluxo de imigração, o governo
do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu permissão para uma
comunidade de cidadãos indianos mudarem-se para o Estado judeu.
Acredita-se que eles são uma das “tribos perdidas de Israel”.
“Tivemos um grande avanço, e graças a Deus, a Aliya [a imigração para
Israel] está certo que recomeça neste verão. Esperamos e oramos para que
o primeiro grupo de 50 famílias, ou cerca de 250-300 imigrantes Bnei
Menashe, virá para Israel até o final de agosto”, disse Michael Freund,
presidente da Shavei Israel, fundação que está por trás da iniciativa.
A Shavei, com sede em Jerusalém, espera trazer para o Estado judaico
todos os 7.000 cidadãos indianos restantes que acreditam ser os Bnei
Menashe, descendentes de Manassés, filho do patriarca bíblico José e
neto de Jacó.
A organização liderada por Freund ajudou a facilitar a imigração de
mais de 1.700 Bnei Menashe no passado, sempre com o apoio dos governos
israelenses. Até que em 2007, o primeiro-ministro Ehud Olmert
interrompeu o processo, que somente agora está sendo retomado.
O plano da Shavei é levar essas 50 famílias Bnei Menashe para Israel
como turistas, seguindo o acordo com o Ministério do Interior. Após
desembarcarem no país, os Bnei Menashe se converterão oficialmente ao
Judaísmo, ganhando assim a cidadania israelense.
Esse era o procedimento adotado em anos passados, mas alguns
funcionários de ministérios israelenses se recusam a conceder permissão
para que o restante desse grupo que ainda está na Índia viaje com esse
propósito.Para suavizar o processo, Freund espera contar novamente com a
ajuda do chefe do rabinato de Israel, que voou para a Índia em 2005
para converter os membros da Bnei Menashe. Esse processo foi
interrompido no ano passado pela Índia.
O que se sabe no momento é que os membros da “tribo perdida” vivem
nos Estados indianos de Manipur e Mizoram. Eles dizem que foram exilados
de Israel há mais de 2.700 anos atrás pelo império assírio. De acordo
com a tradição oral judaica, a tribo Bnei Menashe foi exilada de Israel e
empurrada para o Extremo Oriente, se estabelecendo nas regiões
fronteiriças da China e da Índia, onde permanecem até hoje.
A maioria manteve aspectos culturais semelhantes à tradição judaica,
incluindo a observação do Shabat [sábado sagrado], as leis do Kosher
[alimentos permitidos], praticando a circuncisão dos meninos
recém-nascidos no oitavo dia e as leis de “pureza familiar”.
Na década de 1950, milhares de Bnei Menashe disseram que partiriam a
pé para Israel, mas foram rapidamente interrompidos pelas autoridades
indianas. Desde então, começaram a praticar o judaísmo ortodoxo e se
comprometeram em manter suas tradições judaicas. Hoje, frequentam
centros comunitários na Índia estabelecidos pela Shavei Israel onde
aprendem mais sobre a religião judaica e hebraico moderno.
Freund acredita que a imigração dos Bnei Menashe é o cumprimento da
profecia bíblica de Isaías 43:5-7, que afirma: “Não tenha medo, pois eu
estou com você, do oriente trarei seus filhos e do ocidente ajuntarei
você. Direi ao norte ‘Entregue-os! ’ e ao sul ‘Não os retenha’.
De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas;
todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para a minha glória, a
quem formei e fiz”.
“Acho que este é um projeto histórico”, acrescentou. “É o fechamento
de um círculo na história. É o retorno de uma tribo perdida de Israel
depois de 27 séculos de exílio. É um cumprimento da profecia bíblica
diante de nossos olhos”.
A atriz Paula Burlamaqui já começou a gravar sua
participação na novela “Avenida Brasil” que está no ar pela Rede Globo.
Ela viverá uma ex-atriz pornô que se torna evangélica.
Para interpretar Dolores Neiva, também chamada de Soninha Catatau,
Paula precisou assistir alguns cultos evangélicos e estudar o
comportamento das mulheres religiosas.
“Eu fui a alguns cultos evangélicos em igrejas e também assisti pela
internet”, disse ela que será a mãe de Roni (Daniel Rocha) na trama.
Pelo pouco que foi dito sobre essa personagem, Dolores era uma atriz
pornô que teve um filho com Diógenes (Otávio Augusto) e depois que se
torna evangélica tenta se reaproximar do filho passando a se aproximar
dos personagens centrais da trama.
Quando a personagem foi divulgada, Paula Burlamaqui comentou que sua
participação será polêmica, ela vai tentar esconder seu passado. “Eu vou
chegar à cidade escondendo meu passado. Adoro personagens polêmicos”,
disse ela.
A atriz está com os cabelos alongados, vestida com saia e blusa de
mangas, sem decotes, e carregando uma Bíblia Sagrada na foto de
divulgação. Os capítulos com a participação da personagem Dolores passam
a ser exibidos no dia 26 de maio.
De acordo com a coluna F5 do jornal Folha de São Paulo a Record
estaria proibindo as crianças que se inscreveram no programa “Ídolos
Kids” de cantarem canções evangélicas.
O programa vai estrear em agosto tentando encontrar os melhores
cantores mirins do Brasil, assim como foi nas outras edições voltadas
para adolescentes e adultos. Serão várias etapas desse processo de
seleção que vai resultar em apenas um ganhador.
Nessa primeira etapa a emissora de Edir Macedo negou que teria impedido as crianças de cantarem canções religiosas, mas o F5 lembra que no ano passado o líder da Igreja Universal do Reino de Deus criou polêmica por dizer que os cantores gospel são “endemoniados”.
No programa “Raul Gil” no SBT, as crianças têm liberdade para
cantarem canções religiosas, tanto que foi no quadro de calouros kids,
“Jovens Talentos Kids” que o cantor Jotta A. foi descoberto, se tornando um dos maiores sucessos da atualidade.
Médicos paquistaneses lutam para salvar a vida um bebê que
nasceu na semana passada com seis pernas. O recém-nascido permanece
internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital de
Karachi. O Dr. Jamal Raza revelou que especialistas estrangeiros com
experiência nesta rara condição genética, que atinge apenas um em um
milhão de bebês, darão suporte e apoio para a operação do menino.
"Operar o bebê não é uma tarefa fácil. É necessário fazer antes as
avaliações necessárias. Também precisamos saber como os órgãos internos
se desenvolveram", explicou.
Já o pai do bebê, Imran Shaikh, fez um apelo e pede ajuda ao governo.
Ele trabalha como técnico de raios-X e diz não ter condições
financeiras para bancar a cirurgia. Shaikh mora com a esposa - que
também é sua prima - em Sukkur, cerca de 280 km de onde seu filho está
sendo cuidado. Segundo o site Dailymail, o estado de saúde dela é bom
após a cesariana. O casal pensa em dar o nome de Umar Farooq ao filho.
A favor do casamento entre homossexuais, ele é capa de revista com auréola nas cores do arco-íris
A declaração do presidente americano Barack Obama, em plena campanha
pela reeleição, de que é a favor do casamento gay, gerou polêmica nos
EUA. Uma das principais revistas do país estampou uma manchete
classificando o democrata de "o primeiro presidente gay" e dizendo que o
apoio não foi apenas uma jogada política. Também foi revelado que o
governante ficou preocupado com a repercussão do apoio à união
homossexual.
O anúncio de Obama, semana passada, recebeu críticas por
supostamente ter sido motivado pelas doações para a campanha que
receberia da comunidade gay. Na reportagem da Newsweek que motivou a
capa polêmica, entretanto, o jornalista Andrew Sullivan, que é
homossexual, escreveu que o anúncio foi fruto da evolução histórica do presidente em relação aos direitos gays.
"Foi um inevitável auge de três anos de trabalho", escreveu.
O jornal New York Times escreveu que horas depois do anúncio
Obama correu para se explicar a líderes religiosos. Ele teria feito uma
videoconferência com oito deles para explicar que "havia lutado contra a
decisão" de apoiar o casamento gay, mas achava que era a coisa certa a fazer.
Segundo o reverendo Delman Coates, pastor da Igreja Batista Mt. Ennon, em Clinton, que participou da ligação, a maioria dos pastores
foi contrária a manifestação, mas concordou em ajudá-lo na campanha. "O
casamento gay é contrário ao entendimento deles sobre as Escrituras",
afirmou Coates. Um dos pastores disse, porém, que há clérigos que veem a
posição de Obama como ataque à liberdade religiosa.
Alina, Vicki, Joe e Valerie: eles dizem que são felizes
O mórmon fundamentalista Joe Darger é casado com três mulheres: duas são gêmeas, Vicki e Valerie, e a terceira, Alina, é prima dele. O quarteto mora em Salt Lake City, em Utah, Estados Unidos.
Darger, Aline e Vicki se casaram no religioso em 1990. Em seguida,
tendo Vicki como madrinha, houve a união civil de Darger com Aline — a
lei não admite a poligamia. Valerie entrou na família anos depois.
Alina e Vicki namoraram Darger ao mesmo tempo. O garanhão se gabou:
“Elas eram amigas íntimas e ambas mostraram interesse por mim, me
perseguiram, e a melhor coisa que eu podia fazer era ficar com as duas.”
Vicki afirmou que o casamento “foi um grande desafio e responsabilidade”
porque, em sua comunidade, o padrão aceito é o homem assumir uma
segunda esposa somente após ficar demonstrado que o casamento monogâmico
deu certo.
Darger e Valerie se casaram em 2000 em uma cerimônia religiosa realizada
na casa de amigos. Ela tinha se divorciado recentemente do seu primeiro
marido, o Donald, que viva com seis esposas.
A centelha entre os dois ocorreu quando ela, com seus cinco filhos,
estava hospedada na casa de Darger. Vicki disse que logo notou que um
estava olhando para outro de um jeito especial. “Mas eu não fique com
ciúmes.”
Vicki reconheceu que a maioria das pessoas se sente desconfortável com a
ideia de duas irmãs compartilharem o mesmo marido. “Mas eu queira que a
minha irmã se juntasse a nossa família e tivesse um casamento feliz”,
disse. “Em nossa cultura não é rara irmãs terem o mesmo marido.”
Darger confirmou que foi Vicki que o convenceu a se casar com sua irmã.
“Eu já tinha uma atração por Valerie, mas de início achei estranho me
casar com ela — as irmãs têm o comportamento muito parecido, os mesmos
maneirismos.”
Aline disse que não teve ciúme da terceira esposa. “Fiquei animada porque eu queria que Valerie fosse feliz.”
Cada um tem o seu próprio quarto, e as mulheres se revezam para dormir com o marido.
O quarteto tem 24 filhos, incluindo os do primeiro casamento de
Valerie. Darger é um empresário bem sucedido do setor de construção. É o
que explica como ele consegue sustentar uma família tão grande. Por
algum tempo, ele manteve em segredo a sua poligamia porque chegou a ser
investigado pelas autoridades.
Faz dois anos que Darger resolveu assumir de público as suas três
mulheres. O quarteto mantém um site contando como é a sua rotina e, com a
ajuda dos filhos adultos, está escrevendo um livro.
Com isso, Darger espera haver compreensão para com seu estilo de vida e
religião e que, em consequência, a poligamia deixe de ser crime.
Foto toma como referência pintura de Leonardo Da Vinci
O deputado estadual Fernando Hugo (PSDB), da Assembleia Legislativa de
Ceará, disse que o Calendário Transledário é ofensivo aos católicos
porque reproduz obras sacras famosas, como a Santa Ceia, de Da Vinci, e
Petà, de Michelangelo, tendo como modelos travestis e homossexuais.
Disse que obras originais foram desfiguradas.
Para Hugo, há o agravante de o calendário ter sido custeado com dinheiro
público, da prefeitura de Fortaleza. Afirmou que se trata de um gasto
“improdutivo, irresponsável e insano”.
Ele vai pedir ao MPE (Ministério Público Estadual) uma investigação para
que se saiba quanto custou o calendário. O deputado quer também que os
representantes da Igreja Católica se manifestem contra a “afronta”.
O deputado estadual Antônio Carlos (PT) acusou Hugo de preconceituoso
porque, disse, o objetivo do calendário não é ofender os católicos, mas
destacar a diversidade sexual.
Adão gay e Virgem e Jesus transexuais
Referências à criação de Adão e à Pietà, de Michelangelo
Os pais de duas alunas evangélicos de Pontal do
Araguaia, MT, estão em pé de guerra com o colégio em que seus filhos
estudam. O motivo é o uniforme da Escola Municipal São Jorge, que, como o
nome, indica, tem no brasão uma imagem do santo.
Como o uso do uniforme é obrigatório, o casal buscou orientação
jurídica e o caso chegou à Defensoria Pública do município. A igreja que
a família frequenta não aprova o uso de símbolos religiosos e a família
não quer que as meninas usem uma roupa com a imagem do santo.
Para tentar solucionar o impasse, a mãe das garotas se dispôs a
confeccionar o uniforme das filhas igual ao usado na escola, mas sem a
estampa do santo. A tentativa foi recusada pela escola em uma avaliação
no Conselho de Classe. O pastor da igreja os orientou a procurarem a
Defensoria Pública, a qual notificou a prefeitura que o caso seria
enviado para a Justiça.
O prefeito de Pontal do Araguaia foi informado do caso pela
Defensoria. Imediatamente ele determinou à direção da escola que
admitisse normalmente as crianças com o uniforme padrão, mesmo sem o
emblema. Somente assim a escola permitiu a exclusão da imagem de São
Jorge no uniforme das meninas.
O defensor público Milton Martini determinou que a direção escolar
aceitasse as novas vestimentas, usando como justificativa o artigo 5º da
Constituição Federal. “[Ele] assegura a igualdade perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza. Inclusive garante a liberdade de
consciência e de crença”, escreveu Martini.
O assunto tem sido debatido na pequena cidade, com 5 mil habitantes
que fica a 512 Km ao sul de Cuiabá. Porém, está incluído em uma série de
debates em voga no Brasil sobre a laicidade do Estado, que envolve a legalidade ou não de orações e leitura da Bíblia feita no espaço escolar.
A
audiência pública que seria realizada para discutir o PL 122 no Senado,
no próximo dia 15/05, foi cancelada a pedido da senadora Marta Suplicy,
que está promovendo um seminário a favor do projeto,
intitulado “Diferentes, mas iguais”.
Entre os participantes, estão o senador Paulo Paim (PT-RS), Toni Reis
(presidente da ABGLT) e Keyla Simpson (presidente do Conselho Nacional
de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays,
Bissexuais, Travestis e Transexuais -CNCD/LGBT). O evento acontece na
véspera da 3ª Marcha Nacional contra a Homofobia, que também será
realizada em Brasília.
O pastor Silas Malafaia, que estava entre os convocados para o
debate, publicou a informação através de seu Twitter pessoal. Não há
informações sobre uma possível nova data para que o debate em torno do
projeto de lei aconteça.
Entre os participantes que já haviam confirmado presença na audiência
pública, além do pastor Silas Malafaia, estavam o deputado federal Jean
Wyllys, e demais parlamentares participantes da CDH, como o senador
Magno Malta.
Nessa reunião, seria discutido os termos do novo texto para o
projeto, escrito por militantes homossexuais a pedido de Marta Suplicy,
já que a proposta anterior havia sido recusada tanto pelos ativistas
gays quanto pela bancada evangélica. A ideia do novo texto é aproximar
da proposta inicial feita pela deputada Iara Bernardi. No seminário
promovido pela senadora Marta Suplicy, o texto do projeto escrito pelos
ativistas será entregue aos senadores, mas ainda não será debatido pela
Comissão de Direitos Humanos.
Em seu último programa Vitória em Cristo, ao anunciar que processaria
ativistas gays por chamá-lo de homofóbico, o pastor Silas Malafaia
afirmou que gostaria de “ver a cara” deles na audiência pública no
Senado.
Segundo informações no site do Senado, Marta Suplicy afirmou esperar
que as manifestações dos ativistas gays durante o seminário pró-PLC 122
sensibilizem os parlamentares e facilite a aprovação da lei no
Congresso.