sábado, 13 de abril de 2013

Inquérito revela que filho de Rick Warren morreu com um tiro


Inquérito revela que filho de Rick Warren morreu com um tiroInquérito revela que filho de Rick Warren morreu com um tiro
A polícia da Califórnia está tentando determinar como Matthew Warren, 27, filho mais novo do pastor Rick Warren, adquiriu a arma que usou para se suicidar.
Embora a família tenha evitado comentar como foi a morte, uma fonte próxima à investigação disse que o jovem usou uma espingarda para atirar contra a própria cabeça às 10 da manhã da última sexta-feira em sua casa, em Mission Viejo, disse Jim Amormino porta-voz do departamento de polícia de Orange County.
A Polícia não conseguiu identificar como ele teve acesso à arma que ele usou para cometer suicídio, mas um funcionário do Departamento afirma que ele “provavelmente não era o dono da arma”. Embora a investigação não tenha terminado, é improvável que haja avanços, uma vez que não há testemunhas. Quando alguém compra uma arma na Califórnia seu nome fica registrado na loja e não há registro de armas em nome de Matthew, por isso o indício mais forte é que ele tenha comprado ilegalmente pela internet.
O pastor Warren apenas anunciou via Twitter “Alguém na Internet vendeu ao Matthew uma arma não registrada. Peço que ele busque o perdão de Deus. Eu o perdoo. #MATEUS 6:15″, numa referência a uma passagem bíblica sobre o perdão de pecados.
A família anunciou esta semana que eles farão um funeral privado em um culto de gratidão pela vida de Matthew. “Suas amáveis ​​palavras para Kay e eu têm sido uma bênção e servido de encorajamento… Por favor, continuem orando por toda a nossa família” disse o pastor em um comunicado.
Desde que a tragédia ocorreu o pastor Rick Warren admitiu que o filho lutava desde o nascimento com uma doença mental, que o deixava com graves crises de depressão e pensamentos suicidas.
Rick, 59, é um líder conhecido internacionalmente, pastor da Igreja de Saddleback, Califórnia, e autor de “Uma Vida com Propósitos” livro cristão mais vendido da história e o segundo livro mais traduzido no mundo, depois da Bíblia.
Por causa da repercussão do caso, o pastor e família foram alvos nas redes sociais de críticas. Muitos ateus usaram a situação para afirmar que Warren prega sobre um Deus que não existe e muitos cristãos disseram não acreditar que o filho do pastor iria para o céu, uma vez que o suicídio é proibido pela Bíblia. Com informações La Times e Huffington Post.

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