quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Silas Malafaia fala demais, diz colunista


Silas Malafaia fala demais, diz colunistaSilas Malafaia fala demais, diz colunista
O estilo explosivo do pastor Silas Malafaia foi o tema de um artigo escrito por Valdemar Figueredo para a revista Cristianismo Hoje. No texto o colunista compara o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo com os polêmicos apresentadores José Luiz Datena e Ratinho.
“O pastor midiático escracha geral no mais puro estilo popularesco. Língua solta mesmo, como a dos seus correspondentes televisivos Wagner Montes (Rede Record), Ratinho (SBT) e José Luiz Datena (Band). O diferencial de Silas Malafaia é que, entre os seus arroubos performáticos, ele cita textos bíblicos para justificar ou legitimar suas falas”.
Em seu programa de TV ou pelo seu site na internet, Malafaia comenta fatos diversos, desde assuntos políticos, sociais, religiosos e até mesmo sexuais, mostrando sua opinião sem se preocupar com quem está assistindo. “Ainda que ninguém tenha perguntado, ele, exaltado, emite suas opiniões, que mais parecem vereditos. É verdade que fala em nome dele mesmo; porém, fica parecendo que acredita piamente que é o grande formador de opinião do rebanho evangélico no Brasil”.
Figueredo comenta o crescimento de Malafaia na mídia, lembrando que na década de 90 ela apresentava o programa 25ª Hora pela Rede Record e que aos poucos foi se desvinculando da Igreja Universal, com quem hoje não tem nenhum tipo de contato.
Entre os desafetos do pastor assembleiano o articulista cita não só a IURD como também outras siglas, incluindo os ativistas LGBT, a Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), o PL 122/2006 e outros. “Quem atravessa na frente no feroz profeta pode se arrepender, pois Silas Malafaia paga para entrar numa briga e, quanto mais crescem as polêmicas, mais lucra”.
A questão levantada por Figueredo é porque os evangélicos se calam diante de tudo o que o pastor Silas Malafaia diz. “Os crentes, por acaso, estão concordando com as suas opiniões? Os intelectuais evangélicos comentam à boca miúda, nos seus congressos vazios, os horrores malafalianos – mas não passa disso”.
Confira o artigo na íntegra aqui.

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