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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Terá sido Jonas realmente engolido por um grande peixe?

Sem dúvida, essa é a passagem mais famosa do Livro, e talvez do Antigo Testamento, muitas foram as explicações propostas para o tema: terá sido Jonas realmente engolido por um grande peixe?

Um grupo vasto de estudiosos afirmam que sim, e a primeira coisa que se procura fazer é encontrar um animal suficientemente grande capaz de engolir uma pessoa inteira. Como os povos daquela época não sabiam distinguir entre peixes e baleias (que são mamíferos), acredita-se que o termo era utilizado para descrever qualquer um dos dois. Dessa forma, os candidatos ao “grande peixe” da narrativa seriam:
Fig O1. Tubarão-Frade: 
note o tamanho de sua boca em relação ao mergulhador

a) As baleias cachalotes. “Os cachalotes e os esqualos capazes de engolir um homem não são desconhecidos no Mediterrâneo oriental, mas esse episódio, quer claramente ser interpretado como milagre”(01).

b) O grande tubarão branco. Alegou-se que, em 1939, um peixe dessa espécie foi encontrado contendo em seu estômago dois tubarões inteiros, cada qual com dois metros de comprimento – tamanho aproximado de um homem(02).

c) O tubarão-frade(03). O tubarão-elefante, tubarão-frade ou tubarão-peregrino (Cetorhinus maximus) é o segundo maior peixe existente no mundo, depois do tubarão-baleia, atinge 10 metros de comprimento. A sua dieta é composta por plâncton, filhotes e ovos de peixes e podem armazenar comida(04).

c) O tubarão-baleia. O Rhinodon tipicus, ou “tubarão osso”, “tubarão do Indo-Pacífico” ou “tubarão baleia”, para alguns, seria a espécie mais adequada, visto que não tem dentes, alimenta-se como as baleias, coando a água através das “lâminas” da boca(05).

Inclui-se também um quinto grupo, ao qual poderíamos chamar de atitude criptozoológica(06), que defende três possibilidades:

• O grande peixe seria um animal especialmente preparado por Deus para aquela ocasião específica e que não existe mais(07).
• O animal descrito seria uma espécie de “serpente marinha” ou mesmo animal pré-histórico, descrito em várias experiências de pescadores e marinheiros(08).
• Ou seria um animal que ainda não foi encontrado pelos cientistas(09).
Fig. 02 - Serpente marinha em ilustração 
da História dos Povos do Norte, de Olaus Magnus.

O grupo partidário da historicidade do relato como realmente acontecido, procura divulgar histórias recentes de eventos parecidos. Citemos alguns desses relatos:

a) O “Cleveland Plain Dealer” publicou um artigo que citava a narração do Dr. Rasone Harwey a respeito do desaparecimento do cão de uma baleeira em pleno mar. Seis dias depois, encontraram-no vivo dentro da cabeça de uma baleia, e verificaram que não apresentava qualquer consequência apreciável ocasionada pela viagem incomum. A citação do “Cleveland Plain Dealer” Foi, novamente reproduzida pelo “Sunday School Times”, por volta dos anos 50 (10).

b) Existem relatos de tubarões brancos que engoliram sem dificuldades peixes-bois inteiros ou cavalos de guerra, caídos ao mar(11).

c) Nas ilhas do Havaí, os pescadores encontraram um esqueleto perfeito, de seis pés. Pertenceu a um homem de seus pés de altura e foi identificado como sendo de um soldado que desaparecera trinta dias antes. Não restava do corpo senão o esqueleto, mas este se achava intacto, o que prova que o Rhinodon pode engolir um homem sem danificar sua estrutura(12).

d) Um marinheiro inglês foi engolido por um Rhinodon no Canal Inglês. Procurando arpoar o tubarão, o marinheiro caiu no mar e foi engolido por ele. Os companheiros que viram o fato procuraram matar o tubarão. Uma frota de pescadores se movimentou para caçar o monstro. Quarenta e oito horas depois que o homem foi engolido conseguiram matar o tubarão. Rebocaram-no logo para a praia e o abriram para dar sepultura ao corpo do companheiro. Quando abriram, acharam o homem inconsciente, porém vivo. Levaram imediatamente para um hospital, onde poucas horas depois, passado o estado de choque, o homem se sentia bem de saúde. O homem foi exibido no Museu de Londres ao preço de um shilling a entrada, sob o anúncio de “O Jonas do Século XX”. O homem se sentia bem de saúde, mas tinha o corpo destituído de pêlos e havia umas manchas amarelo-castanhas sobre a pele(13).

e) O caso de James Bartley, marujo que trabalhava a bordo do baleeiro Estrela do Leste, é uma resposta convincente aos que ainda duvidam do texto bíblico relativo a Jonas?! De acordo com os registros do Almirantado britânico, em fevereiro de 1891, Bartley deixou o navio, juntamente com outros membros da tripulação, e tomou a chalupa durante uma caça à baleia. O mar estava encapelado. O arpoador fez um disparo, a baleia mergulhou e, de repente, voltou à superfície sob a chalupa, despedaçando-a e espalhando os tripulantes. Todos os marujos foram resgatados, menos Bartley. A baleia morreu e seu corpo foi secionado. Ao abrir a barriga do animal, apareceram um pé e uma perna. Bartley foi retirado do estômago da baleia, vivo ainda, mas inconsciente. "De repente os marinheiros se assustaram devido aos espasmos que davam o estômago do animal. Havia algo que dava sinais de vida. No interior se encontrou inconsciente o marinheiro James Bartley. Foi colocado em uma coberta e tratado com banhos de água do mar até que despertou..." Ele recobrou a consciência, porém ficou sem poder falar por várias semanas. Lembrava-se de poucas coisas além da abertura de mandíbulas enormes e de ter escorregado para dentro de um tubo comprido em direção ao estômago da baleia, onde permaneceu por quinze horas, conforme atesta declaração assinada pelo médico de bordo e por todos os outros tripulantes. A declaração de Bartley após sua recuperação foram surpreendentes. "Me pareceu que a baleia me tragava [...] Me rodeava um muro de carne [...] Me encontrei em um saco muito maior que meu corpo,estava completamente as escuras. Apalpei em volta e toquei diversos peixes. Alguns pareciam estar vivos pois escapuliam por entre meus dedos [...] Senti uma forte dor de cabeça e minha respiração se havia tornado muito difícil. Ao mesmo tempo sentia um calor que me consumia. Um calor que ia aumentando. Em todo momento eu estive convencido que ia morrer no estômago da baleia. O tormento era irresistível e o silêncio ali era absoluto. Tentei virar-me, mover os braços, as pernas, gritar. Mas era impossível, minhas idéias estavam perfeitamente claras e a compreensão de minha situação era plena. Por fim, graças a Deus, perdi a consciência". A visão de Bartley ficou afetada por essa experiência e sua pele perdeu a cor normal. Passou o resto de seus dias em terra, e morreu com a idade de 39 anos(14).

f) “No jornal Vale dos Sinos, de 13 de maio de 1991, lê-se a seguinte manchete: “peixe salva menino em Bangladesh”. A notícia continua: Daca – um peixe salvou a vida de um menino, lançado ao mar durante o ciclone que atingiu Bangladesh no dia 30 de abril, assegurou um membro do governo do país. Habitantes da aldeia de Cox’s Bazar, no sudoeste de Bagladesh, retiraram o menino da boca de um enorme peixe, indicou o vice-ministro de Pesca e Pecuária. Abdullá AL-Noman, em coletiva à imprensa concedida em Chittagong. Noman disse que o menino foi lançado ao mar a vários quilômetros da aldeia de Chakoria, onde foi resgatado. Segundo o vice-ministro, os pés do menino estavam firmemente agarrados pela boca do peixe quando foi localizado pelos aldeões. O menino foi medicado e apresenta lesões nas pernas, certamente causadas pelo peixe. O jornal Ittefaq, desta capital, que noticiou o caso, não forneceu maiores informações sobre a criança ou sobre o peixe”(15).

O que esses relatos provam em relação a Jonas? Talvez, no máximo, que “na origem estivessem experiências reais de salvamento de náufragos ou de pessoas em tempestades em alto-mar. No processo de transmissão oral, estas sagas ganhavam, então, caráter cada vez mais miraculoso”(16).

Outro argumento que pretende ser comprobatório é a alegação de que Jesus se utilizou da passagem de Jonas e do grande peixe para se referir a sua ressurreição. Sendo assim, se o profeta veterotestamentário não esteve, realmente, dentro do ventre da “baleia” por três dias e depois fora regurgitado, isso invalidaria o discurso de Cristo e o evento da própria ressurreição. Entretanto, entre os biblistas, há aqueles que rebatem essa tese dizendo que “estas referências visam ao livro de Jonas: os ninivitas, como aqui se descrevem, são um exemplo; e Jonas, como aí é descrito, é um tipo – não se segue que eles ou ele sejam históricos. O argumento é estritamente escriturístico; atém-se ao Jonas bíblico”(17).

De modo algum a explicação fundamentalista é a única possível. Explicações de cunho mais racionalistas dizem que o episódio foi apenas um sonho de Jonas enquanto dormia na embarcação (Jn 1,5) outros sugerem que o profeta fora lançado ao mar e recolhido por uma embarcação que tinha uma cabeça de peixe ou se refugiou no corpo morto de um animal até a tempestade passar(18). De fato, os argumentos contrários ao episódio de Jonas e a baleia seguem várias linhas: no campo da zoologia, da tradução dos textos bíblicos, da antropologia e história das religiões, da psicologia e da psicanálise, e da própria teologia.

1) Argumentos com base na Zoologia

Diz-se que qualquer baleia existente ou peixe seria incapaz de repetir a façanha descrita no Livro de Jonas, quer devido ao tamanho da boca, da garganta apertada, ou porque contradiz os hábitos alimentares destes animais. Além do que, A maior espécie de baleia conhecida comem plâncton e se engasgam facilmente quando tentam engolir pequenos peixes. As cachalotes, por outro lado, tem boca pequena, por isso, seu alimento é feito em pedaços antes de serem ingeridos. Quanto ao tubarão-baleia, tem boca grande, cavernosa, mas sua garganta tem apenas quatro centímetros e largura e tem uma curva acentuada: o esôfago não permitiria a passagem do braço de um homem(19).

2) Argumentos com base na tradução do texto

O texto bíblico original, em hebraico, lê-se, em Jn 2,1: dag gadol, que literalmente, significa apenas “peixe grande” (sem menção da espécie). Na Septuaginta, traduz essa expressão para o grego: mega ketos, que, na mitologia grega, é uma expressão associada aos “monstros marinhos”. São Jerônimo, ao traduzir o Antigo Testamento para o latim, usou: granda piscis (“peixe grande”), mas ao traduzir a passagem que Jesus faz referência a Jonas (Mt 12,40), usou cetus, que se refere mais estritamente à baleia. Daí para frente, a partir de um equívoco, prevaleceu a idéia de que o animal que engolira o profeta foi uma baleia(20). Das traduções que analisamos, em português apenas as Bíblias CNBB, ARC e BEP reproduziram esse erro de tradução (A Bíblia do Peregrino, traduz como “monstro marinho” a passagem de Mateus).
Fig.03 - Jonas expelido pela Baleia,
desenho de Gustave Dürer

“Um detalhe zoológico: no versículo 1 o peixe é masculino, no final do versículo 2 trata-se de uma fêmea”(21), indicando tratar-se ou de uma acréscimo posterior ou, quem sabe, de uma leitura mais simbólica da passagem, como veremos nos tópicos 4 e 5.

3) Argumentos baseados nas religiões comparadas

São conhecidos vários mitos da antigüidade parecidos com a história de Jonas: o herói devorado por um animal.

a) O renomado mitólogo Joseph Campbell menciona as aventuras do chefe dos iroquês Hiawatha (séc. XVI): Mishe-Nahma, Rei dos Peixes,/Em sua ira emergiu,/Brilhando, saltou à luz do sol,/ Abriu a grande boca e engoliu/ a canoa e Hiawatha(22).

b) O herói irlandês, Finn MacCool, foi engolido por um monstro de forma indefinida, do tipo conhecido no mundo céltico por peist. A pequena garota alemã, Chapeuzinho Vermelho, foi engolida por um lobo(23)... e todo o panteão grego, exceção feita a Zeus, foi engolido pelo seu pai, Crono(24).

c) O herói grego Héracles, fazendo uma pausa em Tróia, no seu caminho para casa, portando o cinturão da rainha das amazonas, soube que a cidade estava sendo assolada por um monstro que fora enviado contra ela pelo deus do mar, Poisêidon. A fera vinha à tona e devorava as pessoas que passavam pela praia. A bela Hesíone, filha do rei, acabara de ser presa pelo pai às rochas marítimas, como sacrifício propiciatório e o grande herói visitante concordou em salvá-la em troca de uma recompensa. O monstro, num certo momento, apareceu, na superfície da água e abriu a bocarra. Héracles mergulhou por sua garganta, e arrebentou-lhe a barriga e o deixou morto(25).

Assim como Héracles, Jonas voluntariamente se lança rumo ao perigo, porém, observemos que o herói grego “arrebenta” a barriga do monstro, força, o seu renascimento, enquanto o profeta hebreu é “vomitado” (Jn 2,11), expelido, forçado a sair da zona de conforto.
Fig. 04 - Heracle Delirering Hesione.
Do pintor francês François Le Moyne (1688-1737)

d) Fala-se da semelhança existente entre o profeta Jonas e o herói grego Jasão: identifica-se um conjunto de temas comuns na história dos dois personagens, incluindo os nomes são bem parecidos (derivam e “pomba”), a idéia de "fuga", o vento, e causando uma tempestade, a atitude dos marinheiros, a presença de um monstro marinho ou dragão ameaça o herói e o engole(26).

Podemos fazer aqui a mesma observação que fizemos em relação a Héracles.

4) Argumentos de ordem semiótica

Semiótica é a ciência da linguagem que estuda todos os fenômenos culturais com relação à formação dos sistemas simbólicos. Para os estudiosos da área, “o simbolismo da baleia está ligado ao mesmo tempo ao da entrada na caverna e ao do peixe. Na Índia, o deus Vixenu metamorfoseando em peixe quem guia a arca sobre as águas do dilúvio. No mito de Jonas, a própria baleia é a arca: a entrada de Jonas dentro da baleia é a entrada no período de obscuridade, intermediário entre dois estado ou duas modalidades de existência”(27). O estudioso dos mitos Joseph Campbel, interpreta do mesmo jeito: “alegoricamente, a entrada num templo e o mergulho do herói pelas mandíbulas da baleia são aventuras idênticas; as duas denotam, em linguagem figurada, o ato de concentração e de renovação da vida”(28).

“Jonas no ventre da baleia é a morte iniciática. A saída de Jonas é a ressurreição, o novo nascimento, tal como mostra de modo particularmente explicito, a tradição islâmica.”(29). De fato, é assim que Jesus interpreta a passagem de Jonas: como figura da ressurreição. Os primeiros cristãos fizeram o mesmo: na arte catacumbal, Jonas e a baleia aparecem 57 vezes – clara alusão à ressurreição(30).
Fig. 05 - Imagem de Jonas sendo jogado ao mar.
Catacumba de São Pedro e São Marcelino, Roma, Itália, (séc. IV ?)

“Com efeito, nun, a vigésima nona letra do alfabeto árabe, também significa peixe e, em especial, a baleia. Essa a razão pela qual o profeta Jonas, Seyidna Yunus, é chamado de Dhun-Nun. Na cabala, a idéia de novo nascimento, no sentido espiritual, está ligada a essa letra nun. O próprio formato da letra, em árabe (a saber, a parte inferior de uma circunferência, um arco, encimado por um ponto que lhe indica o centro), simboliza a arca. Essa semicircunferência representa igualmente uma taça o que pode, sob certos aspectos, significar o útero”(31). Mais uma vez Campbell: “a idéia de que a passagem do limiar mágico é uma passagem para uma esfera de renascimento é simbolizada na imagem mundial do útero, ou ventre da baleia. O herói, em lugar de conquistar ou aplacar a força do limiar é jogado no desconhecido, dando a impressão de que morreu"(32).

Quando considerada na “na qualidade de elemento passivo da transmutação espiritual, a baleia representa em certo sentido cada individualidade na medida em que contém o germe da imortalidade em seu centro, representado simbolicamente junto ao coração (...) O desenvolvimento do germe espiritual implica que o ser emerja de seu estado individuado e do meio ambiente cósmico ao qual pertence, assim como o retorno de Jonas à vida coincide com sua saída do ventre da baleia”(33) – leia adiante sobre o complexo de Édipo (tópico 5). Na opinião de Luiz Nazário, “A baleia que engole Jonas, Gepetto e o Barão de Münchhausen é um monstro mole por excelência: talvez pelo efeito da enormidade, aliada à contingência da longa existência aquática, toda sua maldade reside no exterior. Monstro da aparência, que impressiona pelo tamanho, ela não demonstra ferocidade nem digere o que abocanham abrigando em seu ventre seres que aí vivem durante anos, à luz de velas, esperando a redenção. Em Adventures of the Baron Munchausen, de Terry Gilliam, o ventre do monstro marinho transforma-se numa espécie de limbo, onde se depositam os restos do último naufrágio (...) a baleia enquanto monstro simbólico é quase inofensiva, reagindo apenas quando provocada, como a Moby Dick de John Huston”(34).

“A Polinésia, a África negra, a Lapônia introduzem a baleia em mitos iniciáticos análogos ao de Jonas. A passagem pelo ventre do monstro (marinho, com freqüência) é às vezes considerada expressamente como uma descida aos infernos”(35). É exatamente assim que Jonas se expressa em sua oração: “no perigo gritei ao Senhor e ele me atendeu, do ventre do abismo” (Jn, 2,3 – BP); “desci até as raízes dos montes” (Jn 2,7). Na opinião de Herculano Alves: “o mar é um autêntico “sepulcro” mas o peixe faz que esse sepulcro não seja definitivo, a última morada de Jonas. Efectivamente, quando Jonas entrou no primeiro seio que o acolheu − o barco − o mar abriu a boca devoradora, ameaçando engolir todo o barco (onde Jonas se encontra refugiado), com a carga e os marinheiros. Para Jonas, o peixe-mar da morte tornou-se lugar de nova vida. Porque, na sua oração, Jonas, o herói, tornou-se um homem novo, renascido num ventre materno, ao mesmo tempo, do mar e do peixe. Aí, ele renasce e reconhece o Senhor. No ventre materno do peixe aprende a verdadeira ciência da Palavra de Deus” (36).

“Finalmente, símbolo do continente e, conforme seu conteúdo, símbolo do tesouro escondido ou às vezes também da desgraça ameaçadora, a baleia contém sempre em si a polivalência do desconhecido e do interior invisível é o centro de todos os opostos que podem vir a existir. Por essa razão, também já se comparou sua massa ovóide à conjunção dos dois arcos de círculo que simbolizam o mundo do alto e o mundo de baixo – o céu e a terra”(37).

5) Argumentos da psicologia e da psicanálise.

Dentro da psicologia, pensemos na questão do medo: Israel não era um povo acostumado ao mar, vivia em terra firme. Por isso, a água profunda simboliza para eles a morte e seu mistério, os peixes e as criaturas marinhas são animais misteriosos, sobretudo porque conhecem as forças obscuras que se escondem nas profundidades das águas. Por esse motivo, o peixe (a baleia e os monstros marinhos) freqüentemente são associados à morte e a todos os perigos aquáticos que ameaçam o homem. A imaginação popular, que se perpetuou em histórias e mitos antigos, foi muito fértil neste campo. Nos mitos antigos, um peixe gigante transporta a terra sobre o seu dorso; ou seja, o mar imenso é que segura a terra e como que a transporta sobre o seu dorso. Assim, as forças do Mal, simbolizadas no mar profundo, são, por sua vez, simbolizadas por um peixe gigante, um poderoso animal marinho que luta contra o deus das alturas. O peixe tornou-se, assim, freqüentemente, símbolo das forças personificadas da Morte e do Inferno. Restos deste mito aparecem na linguagem da Bíblia. Assim, Gn 1,2 diz, referindo-se a esse mito antigo: “A terra era informe (theom) e vazia”. “Theom” é um termo ligado à mitologia dos povos da Babilónia, que significava precisamente o mar profundo. Assim, no mito de criação de Babilónia, thiamat (donde deriva, possivelmente, o termo theom), a deusa do mar, com forma de enorme peixe, lutou contra o deus do céu, Marduc (Sl 93,3-4). Segundo o mito, este terrível peixe-animal foi, no entanto, derrotado e cortado em pedaços. Outros nomes deste peixe mítico, ainda presente na Bíblia são Leviatan (Jb 3,8) e Raab (Jb 9,13; 26,12; Is 51,9-10) (38). Dessa forma, Jonas e a baleia representariam um mito arquétipo dos medos inconscientes que o povo tinha do mar.

Na psicanálise, Jonas e a baleia representariam o regresso a uma forma anterior e mais primitiva de existência, exagerada de modo tal a ponto de ir até a vida pré-natal no útero, simbolizada pelo ventre da baleia. A morte do herói simboliza seu fracasso, significa a falta de maturidade, sua rebeldia em fazer o que é certo, ou executar a missão que lhe é designada. Mas sua “morte” não é uma morte real, tem um propósito: a transformação – voltar a vida como um novo homem. Histórias como Chapeuzinho Vermelho (dos irmãos Grimm), Pinóquio (de Carlo Collodi) e a do profeta Jonas abordam a mesma temática: a busca de soluções para enfrentar os conflitos edipianos de nossa existência(39). Diz Luiz-Olyntho Telles da Silva: “o que há de comum entre Jonas e Pinóquio é que ambos recebem o direito à vida pelo reconhecimento a um pai”(40), note que é exatamente após a oração de ação de graças, que Jonas é expelido do grande peixe: renasce mais amadurecido e põe-se a evangelizar Nínive. Mas, logo regressa ao seu estado edipiano: age feito criança egoísta que quer o Pai só para si – o profeta o ama sinceramente, mas também O hostiliza (Jn 4,1-4). Mas, esse Deus que é paterno e materno ao mesmo tempo, que protegeu seu filho no ventre da Baleia, é também aquele que quer introduzi-lo a uma nova cultura.

6) Argumentos da Teologia.

O grande problema com essa enxurrada de interpretações é que não consideram a teologia bíblica do autor.

A atitude fundamentalista quer a todo custo provar a exatidão de cada palavra que existe na Bíblia. A revelação divina se identifica totalmente com a palavra escrita, assim, para eles, qualquer erro ou incoerências seria o mesmo que afirmar que Deus se enganou. Mas, na sua ânsia de provar a veracidade dos fatos, acabam por ser tão racionalista quanto aqueles que eles combatem. Deus é maior que a Escritura e, ao inspirar os autores bíblicos a escrever, o faz respeitando seu nível de conhecimento e cultura. Além do mais, na Bíblia existem erros de caráter acidental, mas não erros de cunho intencional.

Uma abordagem baseada na história das religiões e dos mitos de forma alguma anula a veracidade da mensagem de Jonas: mostra apenas que o autor e seus leitores conheciam tais histórias. A diferença é que, na Bíblia, elas são reinterpretadas baseando-se na fé monoteísta: a tempestade e a baleia não são divindades, nem representam a personificação das forças do mal – visto que tudo que Deus criou é bom – mostram, apenas, que o Deus de Israel tem domínio sobre a criação. Acrescentemos também que Jonas não é herói mitológico, cheio de virtudes e altruísmo, como Hércules, Jasão, Perseu e tantos outros, ele é retratado como extremamente humano: preguiçoso, rebelde a mensagem divina, preconceituoso, rabugento etc. Mas, Deus, mesmo conhecendo suas falhas, não desiste dele e o convoca a anunciar sua mensagem aos ninivitas.

Não se pode também fixar-se demasiadamente nas variáveis lingüísticas, pois as diferentes traduções da Escritura, visam, sobretudo, a adaptação da mensagem ao seu público-alvo. Se foi um grande peixe, uma baleia ou um monstro marinho, não é o essencial.

Uma interpretação excessivamente semiótica pode negligenciar o fato de que a Bíblia, de alguma forma, é baseada na realidade concreta, em experiências vividas, e não meramente um conjunto de símbolos escondidos que só podem ser compreendido por certos “iniciados”.

Já as abordagens de cunho psicológico, embora sejam de grande valia para atualizar a mensagem para o homem moderno e abrir novos sentidos ao texto, muitas vezes correm o risco de fazer do autor bíblico um Freud da Antigüidade. Não nos esqueçamos que a Bíblia é fruto de seu tempo e cultura. Mais um detalhe: é difícil perceber essa evolução e maturidade entre o Jonas do capítulo primeiro e o Jonas do capítulo quarto.

Impressionante como dois simples versículos despertaram tanta discussão. O fato é que eles não podem ser lidos isoladamente: fazem parte de uma obra maior e seguem a teologia do autor de Jonas.

Sugiro o seguinte caminho: dentro da lógica da teologia da retribuição, vigente na época em que o Livro foi escrito, aquele que não fizesse a vontade de Deus deveria ser castigado. Jonas foi rebelde ao chamado de Deus. Os adeptos dessa concepção concordariam que ele deveria ser punido. Então o autor parece seguir inicialmente essa direção: faz com que Deus lance a tempestade contra o barco (Jn 1,4). Jonas, representante da teologia predominante, pensa que está sendo castigado, arrepende-se e acha que deve ser “sacrificado” ao mar (Jn 1,11), pois está sendo amaldiçoado por Deus e está longe do Templo, onde poderia fazer sacrifício de reparação. Mas, Deus não quer sacrifícios e envia um peixe para salvar-lhe da morte e evitar que se afogue (a idéia de acrescentar o ser marinho à narrativa, provavelmente, se baseou no conhecimento do autor e de seus leitores sobre as lendas de marinheiros e na concepção de que o mar tem seus mistérios). O animal é instrumento de misericórdia que reconduz Jonas ao caminho. Aí está o elemento crítico da narrativa: o pecador Jonas, ao invés de ser punido – como pregava a teologia da retribuição – foi convertido, redirecionado, reconduzido e, poderíamos dizer, perdoado por Deus. O episódio de Jonas e o grande peixe, nada mais é que a mensagem de Deus dizendo: não importa o que você fez, Deus ainda te quer.

NOTAS:
  1. VVAA. O mundo da Bíblia. São Paulo: Ed. Paulinas, 1985 (2ª Ed.) p. 448. Temos aqui uma concepção distorcida de milagre (leia sobre a definição de milagre): ora, se é um fenômeno que pode ser reproduzido de forma natural, não devemos recorrer a explicações sobrenaturais – como já ensinava o papa Bento XIV no séc. XVIII.
  2. Citado por vários sites, p. ex.,http://www.fortalezaredes.com.br/documents/biblia/Antigo/Intrjona.htm (acesso: 15/09/10)
  3. Extraído do site: http://en.wikipedia.org/wiki/Jonah (em inglês)
  4. Extraído do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tubar%C3%A3o-elefante
  5. Dentre os sites que apóiam essa idéia está http://divulgandopalavra.blogspot.com/2009/08/o-peixe-que-engoliu-jonas.html (acesso: 16/09/10). "Jacques Cousteau, o maior oceanógrafo de nossos tempos, falecido em julho de 1997, afirmou que nenhuma baleia possui a garganta tão grande, capaz de engolir um ser humano; que somente uma garoupa gigante seria capaz disso". Extraído do site: http://www.paulosnetos.net/attachments/054_Jonas_e_a_baleia.pdf"A garoupa-gigante (Epinephelus lanceolatus) é um peixe de grande porte pertencentes à família Serranidae (67 géneros e cerca de 400 espécies) e à subfamília Epinephelinae (15 géneros em 159 espécies). Neste grupo, o género Epinephelus compreende 97 espécies em que a garoupa-gigante alcança mais de 500 kg de peso e 2 metros de comprimento, havendo no entanto relatos de conceituados mergulhadores profissionais que, durante as suas incursões ao mundo subaquático australiano, admitem que esta espécie pode atingir até 800 kg e cerca de 3 metros de comprimento nestes mares. Estes peixes habitam preferencialmente em fundos rochosos entre os 3 e os 200 metros de profundidade, embora possam, ocasionalmente, ser encontrados até 300 metros. Todavia, os adultos são mais comuns entre os 10 e os 150 metros". Extraído do site:http://pt.wikipedia.org/wiki/Garoupa-gigante.
  6. A Criptozoologia é a (pseudo)ciência que estuda a possível existência de animais desconhecidos.
  7. Defendem essa hipótese sites como: http://en.wikipedia.org/wiki/Jonah (em inglês)
  8. É a opinião exposta no site: http://criacionista.sites.uol.com.br/dinossauros.htm Segundo outro site, “Ao longo dos séculos XIX e XX, houve mais de 1.200 observações de supostas serpentes marinhas”: http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Serpentes_marinhas
  9. Cientistas estimam que, provavelmente, menos de um terço das espécies de peixe são conhecidas. Até fevereiro de 2010, o número de espécies de peixes marinhos conhecidas pela ciência era de 16.764, e está crescendo em torno de 100 um ano. Extraído do site:http://en.wikipedia.org/wiki/Jonah (em inglês)
  10. Citado por http://pastorsergiocunha.blogspot.com/2008/07/jonas-foi-de-fato-engolido-por-um-peixe.html (acesso: 16/09/10)
  11. Extraído do site: http://www.jamesknox.com/languages/pdf/spanish_jonah.pdf (em espanhol)
  12. Extraído do site: http://divulgandopalavra.blogspot.com/2009/08/o-peixe-que-engoliu-jonas.html
  13. Ibidem.
  14. Citado por Charles Berlitz em “O livro dos fenômenos estranhos”, trecho reproduzido pelo site: http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/8036/engolido_por_uma_baleia/(acesso: 16/09/10)
  15. Citado por: KILPP, Nelson. Jonas. São Paulo: Editora Vozes, 2008 p. 69.
  16. Ibidem.
  17. HARRINGTON, Wilfrid. Chave para a Bíblia. São Paulo: Paulus, 1985 (4ª ed.) p.389.
  18. Citado pelo site: Extraído do site:http://www.jamesknox.com/languages/pdf/spanish_jonah.pdf (em espanhol)
  19. Extraído do site: http://en.wikipedia.org/wiki/Jonah (em inglês)
  20. Idem.
  21. KILPP, Nelson. Jonas. São Paulo: Editora Vozes, 2008 p. 65.
  22. CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Pensamento, 2007 (11a Ed.) p. 91.
  23. A história literária desse conto, começa com Perrault, mas, segundo Bruno Bettelheim, quando ele a colocou no papel, em 1697, “Chapeuzinho Vermelho” já tinha uma longa história, cheia de elementos antigos. BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise dos contos de fadas. São Paulo: Paz e Terra, 2007 (21ª Ed.) p. 235 (nota )
  24. Idem, p. 92.
  25. Ibidem.
  26. Para mais detalhes leia o texto do site:http://www.findarticles.com/p/articles/mi_m0411/is_n3_v44/ai_17422984 (em inglês)
  27. CHAVALIER, Jean &GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro: Domingos Olympio Editora, 2005 (19ª Ed.) p.116 (verbete: baleia).
  28. CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Pensamento, 2007 (11a Ed.) p. 93.
  29. CHAVALIER, Jean &GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro: Domingos Olympio Editora, 2005 (19ª Ed.) p.116 (verbete: baleia).
  30. KILPP, Nelson. Jonas. São Paulo: Editora Vozes, 2008 p. 68.
  31. CHAVALIER, Jean &GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro: Domingos Olympio Editora, 2005 (19ª Ed.) p.116 (verbete: baleia).
  32. CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Pensamento, 2007 (11a Ed.) p. 91. Há opiniões que preferem acreditar na morte de Jonas, p. ex.,http://www.jamesknox.com/languages/pdf/spanish_jonah.pdf (em espanhol), a fim de adequar a morte verdadeira de Cristo e a morte verdadeira de Jonas. Mas em outras histórias com a mesma temática, p. ex., em Chapeuzinho Vermelho a morte é aparente: a menina salta da barriga do lobo, logo após o caçador abrir-lhe o ventre; também em Pinóquio, vemos Gepeto vivendo por grande período de tempo no interior da baleia; em outros mitos, o herói, literalmente, rompe a barriga do animal. Pode ter sido também essa a idéia do redator final de Jonas, ao colocar a oração logo após o devoramento.
  33. CHAVALIER, Jean &GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro: Domingos Olympio Editora, 2005 (19ª Ed.) p.116 (verbete: baleia).
  34. NAZÁRIO, Luiz. Da natureza dos monstros. São Paulo: Arte & CIência, 1998 p.19
  35. CHAVALIER, Jean &GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro: Domingos Olympio Editora, 2005 (19ª Ed.) p.117 (verbete: baleia).
  36. ALVES, Herculano - Símbolos na Bíblia. Fátima: Difusora Bíblica, 2001. Disponível em:http://www.capuchinhos.org/siteantigo/porciuncula/simbolos/peixe.htm
  37. CHAVALIER, Jean &GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro: Domingos Olympio Editora, 2005 (19ª Ed.) p.117 (verbete: baleia).
  38. ALVES, Herculano - Símbolos na Bíblia. Fátima: Difusora Bíblica, 2001. Disponível em:http://www.capuchinhos.org/siteantigo/porciuncula/simbolos/peixe.htm
  39. O complexo de Édipo é um conceito fundamental para a psicanálise, caracteriza-se por sentimentos contraditórios de amor e hostilidade. A idéia central do conceito de complexo de Édipo inicia-se na ilusão de que o bebê tem de possuir proteção e amor total, reforçado pelos cuidados intensivos que o recém nascido recebe por sua condição frágil. Esta proteção é relacionada, de maneira mais significativa, à figura materna. Em torno dos três anos, a criança começa a entrar em contato com algumas situações em que sofre interdições, facilmente exemplificadas pelas proibições que começam a acontecer nesta idade. O complexo de Édipo é muito importante porque caracteriza a diferenciação do sujeito em relação aos pais. A criança começa a perceber que os pais pertencem a uma realidade cultural e que não podem se dedicar somente a ela porque possuem outros compromissos. A figura do pai representa a inserção da criança na cultura, é a ordem cultural. Estes sentimentos são contraditórios porque a criança também ama esta figura que hostiliza. A diferenciação do sujeito é permeada pela identificação da criança com um dos pais. Na identificação positiva, o menino identifica-se com o pai e a menina com a mãe. O menino tem o desejo de ser forte como o pai e ao mesmo tempo tem “ódio” pelo ciúme da mãe. A menina é hostil à mãe porque ela possui o pai e ao mesmo tempo quer se parecer com ela para competir e tem medo de perder o amor da mãe, que foi sempre tão acolhedora. Na identificação negativa, o medo de perder aquele a quem hostilizamos faz com que a identificação aconteça com a figura de sexo oposto e isto pode gerar comportamentos homossexuais. Com o aparecimento do complexo de Édipo, a criança sai do reinado dos impulsos e dos instintos e passa para um plano mais racional. A pessoa que não consegue fazer a passagem da ilusão de super proteção para a cultura se psicotiza. Adaptado do site:http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_de_%C3%89dipo
  40. SILVA, Luiz-Olyntho Telles da. Freud/Lacan - o desvelamento do Sujeito. Porto Alegre: Editora Age, 1999 p.68. “Ao longo de todo ‘Chapeusinho Vermelho’ nenhum pai é mensionado, o que é bastante incomum para um conto de fadas desse tipo. Isso sugere que o pai está presente, mas de forma velada”. BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise dos contos de fadas. São Paulo: Paz e Terra, 2007 (21ª Ed.) p. 246.

Cantoras que começaram a carreira musical em igrejas chamam atenção do público e dos jurados no programa The Voice Brasil

Cantoras que começaram a carreira musical em igrejas chamam atenção do público e dos jurados no programa The Voice Brasil
Na noite da última quinta-feira estreou na Rede Globo mais uma edição do programa musical The Voice Brasil. Apresentado pelo jornalista Tiago Leifert, o programa contou com a participação de duas cantoras que tem em sua carreira musical um vínculo com igrejas: a catarinense Janaina Cruz, de 24 anos, e a paulista Luana Camarah, de 25 anos.
Janaina começou sua carreira musical na igreja aos seis anos de idade e, segundo o The Christian Post, cantou inclusive em seu próprio casamento religioso. A música escolhida pela jovem para se apresentar no programa foi o sucesso “I’ll Always Love You”, de Whitney Houston. Janaina cruz foi escolhida para integrar o time de Cláudia Leite, que elogiou seu timbre de voz.
- Amei seus agudos, mas, como sua técnica, não teria escolhido essa canção. A voz da Whitney está ali para sempre. Virei para você porque quero vê-la cantando outras músicas para o público do The Voice Brasil – explicou a cantora baiana ao escolher Janaina.
- Como é que pode? Tão pequenininha e com um vozeirão tão grande? – completou Cláudia Leite, elogiando a cantora.
- Ainda sinto muita emoção e frio na barriga quando me apresento. Acho que não podemos perder isso – afirmou Janaina, que se diz fã de música romântica e internacional.
Filha de cantora gospel, Luana Camarah vem de família cristã e se apresentou no programa com um visual “Luana Camarah”, composto por tatuagens, piercings e uma bandana. Além do visual, a música escolhida por Luana também ressaltou seu gosto musical. A jovem cantou “Highway to Hell” da banda AC/DC, e chamou a atenção de todos os jurados do programa.
Como chamou a atenção de todos os “técnicos” do programa, Luana pode escolher com quem seguiria no The Voice, e optou integrar o time liderado por Lulu Santos. A cantora lista reggae, jazz e rock como seus estilos musicais favoritos e diz ter como referências os cantores Lulu Santos e Ed Motta e os grupos internacionais Linkin Park, AC/DC e Guns N´ Roses;
- Luana Camarah é nome de estrela – elogiou Lulu Santos.

sábado, 5 de outubro de 2013

jogador brasileiro Ricardo Oliveira atua como pastor da Igreja Assembleia de Deus nos Emirados Árabes

Ídolo no Al-Jazira, jogador brasileiro Ricardo Oliveira atua como pastor da Igreja Assembleia de Deus nos Emirados Árabes
Eleito o melhor jogador de futebol dos Emirados Árabes nas duas últimas temporadas, e considerado ídolo no Al-Jazira, o brasileiro Ricardo Oliveira, de 33 anos, foi consagrado pastor pela Igreja Assembleia de Deus do Brasil e conduz cultos semanais em Abu-Dhabi.
Oliveira, que já atuou em grandes clubes do futebol brasileiro e também teve uma ótima passagem pelo Milan, na Espanha, já é considerado “rei do futebol” nos Emirados Árabes e acumula 100 gols pelo Al-Jazira, clube no qual atua e ainda tem mais dois anos de contrato. Sem planos de voltar ao Brasil, o jogador se diz completamente adaptado ao país.
No aspecto religioso, Ricardo Oliveira também afirma estar estabilizado nos Emirados Árabes. Desde sua chegada a Abu-Dhabi, o atacante montou um pequeno grupo de evangélicos que se reuniam constantemente, e acabou sendo consagrado pastor pela Igreja Assembleia de Deus do Brasil. Agora, ele conduz cultos semanais reunindo cerca de 100 fiéis.
- Ser pastor não é uma profissão, é um chamado de Deus. Você aceita e se dedica. Eu me converti em meados de 1999. E em 2008, fui consagrado pastor pela Assembleia de Deus. Vim para cá, passaram-se alguns anos e eu via a necessidade de uma igreja brasileira aqui. Comuniquei ao meu pastor no Brasil, ele me abençoou e eu comecei. Os cultos começaram no hotel, mas o grupo cresceu e conseguimos uma área para fazer os cultos – explicou o atacante, segundo o UOL Esporte.
Sobre uma possível volta ao futebol brasileiro ou europeu, Ricardo Oliveira descarta a possibilidade e afirma que quer encerrar sua carreira no Al-Jazira. Ele afirma ainda que mesmo após o término de seu contrato pretende continuar nos Emirados Árabes, onde pretende virar dirigente e ajudar a impulsionar o futebol do país.
- Eu sinceramente estou muito bem estabilizado aqui. Desde 2010, eu tenho recebido muitas propostas para sair daqui, recebi muitas do Brasil, do Qatar, da Espanha, e rejeitei todas. Fui agradecido pela lembrança, mas estou bem aqui. Minha família, minha esposa, meus filhos estão muito bem. Criei vínculo aqui. Não faz parte do meu projeto familiar retornar ao Brasil agora e nem no término do meu contrato – explica.

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias”

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias”Israel alerta o mundo "as profecias estão se cumprindo em nossos dias"
Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia 1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois terços de seu discurso.
Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi os minutos finais do discurso.
Em suma, o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”. Lembrou ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas.
Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500 anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém. Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de Israel, as nações árabes.
Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em condições de ter bombas nucleares.  Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.
A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.
Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não Proliferação, do qual o Irã é signatário.
Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma nação próspera com capacidade de se defender”.
Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o Senhor].
Após repetir os versos no original em hebraico, emendou “Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela ser arrancado”.
Para muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado ao texto de Ezequiel 38-39, aponta para o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue e Magogue.  Haverá grandes nações do mundo unidas na batalha contra Israel:
1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).

Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam. Com informações de Times of Israel.
Para saber mais, assista:

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Os cantores evangélicos que foram comprados!

Os cantores evangélicos que foram comprados!
Ser cantor gospel no Brasil tornou-se o sonho de muito crente. Gente que do meio da igreja luta para gravar seu primeiro CD, emplacar algum sucesso para lotar a agenda, pegar a estrada e fazer carreira musical entre os evangélicos. O ideal parece coerente, pena que no universo da música gospel tal sentimento tornou-se inocente. Na realidade o objetivo de desenvolver um “ministério de louvor” para abençoar vidas por meio da música tão logo vai se perder e se comprometer com as aspirações comerciais e reais dessas gravadoras cujo foco principal é o de ganhar muito dinheiro!
Foi-se o tempo em que nossos cantores cultivando o humilde espírito cristão gravavam seus trabalhos em pequenas e boas gravadoras de irmãos da fé. Todos os músicos e back vocal serviam a Deus e se entregavam na criação de álbuns que em regra geral eram bons, baratos e vendidos em igrejas e livrarias evangélicas. O tempo passou e a expertise musical quis profissionalizar os cantores, ampliar o aparato das gravadoras, refinar e direcionar as composições, o que por fim teve que esvaziar-se de espiritualidade e enveredar-se pelo caminho sem volta do comércio gospel. Feito isso, nosso louvor tornou-se em ritz, nossa adoração foi sendo remixada e banalizada  e hoje são tocadas para desfiles de mulheres semi nuas em campeonatos de musculação, são pedidas por jogadores em gols da rodada, são tocadas como apelo emotivo no fim de palestras de motivação e para nossa tristeza – e não para nossa alegria, o novo cenário da música gospel no Brasil mostra-se secular e puramente comercial.
Nesse mercado fonográfico gospel o ritmo frenético é o das vendas. As letras das músicas misturam-se com cifrões em notas de valor elevado; caixas de CDs empilhados para sair das distribuidoras representam milhões; convites são sinônimos de entrada de receitas em forma de ofertas disfarçadas para gabar-se que não louva por cobrança de cachê. Se vende muito no atacado, no varejo, com promoção e queima de estoque e compra parcelada no cartão. É um mercado consolidado e promissor que supera muitas aéreas de crescimento econômico em nosso país. As gravadoras seculares descobriram que arrebanhar cantores evangélicos é um excelente negócio; afinal os últimos levantamentos comerciais do meio revelaram que em vendas fonográficas a música gospel só perde no momento para cantores sertanejos de tanto que se popularizou. Fizeram de nossos cantores artistas, de nossos louvores negócio e quem sustenta e paga essa banca somos nós.
Alguns cantores evangélicos no Brasil tornaram-se estrelas e firmaram-se entre uma constelação de gente rica e famosa. Frequentam programas de TV, estampam capas de revistas de grande circulação, ganharam marcas e grifes, inspiraram filmes e abriram caminho para quem vislumbra ostentar tal posição. No mundo dos negócios e da fortuna a fama tem seu preço e assim a liberdade para compor louvores de adoração e edificação foi isolada numa cadeia de ganâncias quando tais cantores assinaram seus contratados de riqueza à custa dos seguidores do Evangelho de Cristo.
Esses astros evangélicos não conseguem frequentar os cultos da própria igreja em que congregam por que a agenda não os permite; não atendem a qualquer pedido a menos que o cachê seja compatível com o status elevado de sua avultada fama. Dependendo da gravadora com a qual tem contrato precisam seguir à risca as exigências comerciais que permeiam o acordo. Outra verdade é que a liberdade para compor o repertório está subordinada as diretrizes de mercado, a tendências, a nichos e por aí vai. Canta-se o que vender mais CDs e DVDs e não o que agrada a Deus e edifica os crentes!
Não quero desanimar os aspirantes a estamparem seus nomes no mundo da música gospel, mas o alerto para uma realidade aterradora – você correrá o grande risco de ficar escravo de um sistema comercial pseudo cristão que rouba espiritualidade e absorve tudo por sua necessidade material de grana, fama e glamour. É um ambiente comercial que monetiza a fé, que fatura por cantar sentimentos e esperanças cristãs com rosto de ovelha e voz de dragão (espírito) – igual ao da besta apocalíptica que subiu da terra (Apocalipse 13).
Cobram cachês astronômicos que variam de R$ 10.000,00 a R$ 250.000,00 e ainda tem a hipocrisia de dizerem que estão servindo a Deus com seus ministérios; conversa fiada! Não é incorreto cobrar despesas de locomoção, alimentação, hospedagem e até um valor adicional específico; o inaceitável (pelo menos deveria ser assim) é fazer do “ministério musical” um grande negócio de enriquecimento e fama. Cantar das graças de Deus, não pode ser de graça porque há ônus, mas não deveria ser feito como forma de explorar os crentes. Me admiro de pastores que patrocinam esses cantores ao pagar-lhes altos cachês, ao passo que negligenciam o financiamento de trabalhos evangelísticos, sociais e missionários; isso é absurdo!
Gravar CD para não poder cantar o que o Espírito inspira; não poder ir a igrejas menores por conta de cachês extravagantes; não poder falar com os irmãos a não ser por meio de assessoria é um modelo de “ministério” dissecado pela secularização e inflamado pela exploração do mercado cristão. Se muitos de nossos irmãos inocentes soubessem como o esquema comercial funciona talvez nem comprassem essas produções musicais  que parecem fazer bem à alma ao mesmo tempo que enriquecem seus intérpretes e produtores. Entendo que cantar e não ter voz própria por tê-la vendido junto com a alma a um sistema voraz de comércio é fugir do chamado e renunciar ao propósito do dom recebido de graça para louvar e engrandecer a Deus!

Por 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

EUA Turquia escondeu a descoberta da Arca de Noé, de acordo com Wikileaks Cable

Cabos e embaixadas e conversações políticas que começam a revelar questões sensíveis relacionadas com a ciência. 

Todos nós pensamos que os vazamentos primeiros teriam de ver a indústria farmacêutica, mas a surpresa foi ver que uma notícia de grande escala arqueológico foi afastada da população.

Sabíamos que no ano de 1959 um piloto da aeronave turca tinha tomado um número Fotos para o Instituto Geodésico no Monte Ararat em que mostrou uma estranha estrutura. 

As fotos não eram de boa qualidade e algumas dessas pessoas quecolocam suas crenças religiosas a evidência científica convencido de que este era um navio, que sem piscar associada a arca de Noé .

Embora as imagens convidam o ceticismo uma voz autoritária sobre fotografia aérea é o Dr. Brandenburger da Ohio State University, um especialista que ajudou a descobrir as bases de mísseis em Cuba sob a presidência de Kennedy, disse que havia muitos chance de que as imagens eram na verdade de um barco. 

A análise das fotografias encorajado uma equipe de arqueólogos primeiro americano a escalar o Monte Ararat em busca dessa estrutura. Uma vez que com ela decidiu que a estrutura não contém madeira , que era rochoso, de modo que descartou a possibilidade de um navio construído com planta. No entanto, o arqueólogo amador Ron Wyatt lançou em 1977 uma expedição a Ararat em busca da arca alegada . 

Wyatt afirmou ter encontrado cerca de 2.000 metros de altura . Ele também afirmou que o tamanho se correlacionou com as dimensões descritas no Gênesis. Embora Wyatt apresentaram evidências sugerindo a possibilidade de que os restos encontrados correspondem a arca, os arqueólogos não aceitá-las e marca a sua investigação de pseudociência. 

O vazamento de Wikileaks nos cabos revelados por Wikileaks evidenciado uma conspiração para manter esta descoberta tinha vazado para o mainstream. Turquia queria um lugar de peregrinação para os cristãos , de modo que em todos os momentos cooperaram com o governo do EUA recuperação e transferência da arca para os Estados Unidos . 

Para cumprir este plano deve primeiro desacreditar todo o trabalho relacionado à busca da arca, foi para impedir o acesso à área, impondo a fita vermelha máximo possível e proibindo a colheita de amostras dos restos mortais que ainda podia ser depois remoção da arca em 1968 e sua transferência para um lugar secreto em que os EUA ser determinado. não foram lentos para combinar com o cabo marcado na data ( 12 de junho de 1968) com uma certa imagem que supostamente havia sido divulgada desdearchivos EUA classificado e divulgado na Internet há alguns anos:

 Esses cabos mostram que a arca de Noé é mais do que um mito, ou pelo menos que algo importante foi recuperado em 1968 do Monte Ararat e por algum motivo não aparente a partir da cabos "liberados", o governo dos EUA tem em sua posse. Haverá observando para ver como Obama reage gabinete, o governo turco após o vazamento. Red Camelot /



















Chinês oferece US$ 65 milhões a quem casar com sua filha lésbica

Após descobrir que sua filha, Gigi, de 33 anos, havia juntado definitivamente as trouxas com a namorada de longa data, Sean Eav, Cecil Chao resolveu intervir. O magnata chinês veio a público para oferecer US$ 65 milhões para quem conseguir conquistar o coração da moça.
Ao que parece, fidalguia e posses não importam muito aqui. “O mais importante é que ele seja generoso e tenha bom coração”, disse Chao, um “playboy” de 76 anos que se tornou célebre ao afirmar que já levou mais de 10 mil mulheres para cama.

 

Chao faz questão de exaltar também as qualidades de sua filha. “Gigi é uma boa mulher, talentosa e bonita. Ela é devotada aos seus pais, é generosa e faz trabalhos voluntários.” Ele também se recusa a reconhecer o matrimônio de Gigi — casamentos homossexuais não são reconhecidos em Hong Kong —, afirmando simplesmente que ela é “solteira”.

Além do dote polpudo, um empurrão nos negócios

Mas as ofertas de Cecil Chao vão além. Além dos US$ 65 milhões, seu futuro genro ainda deve ganhar um belo empurrão nos negócios, sejam eles quais forem.
Fonte da imagem: Reprodução/Facebook
Conforme disse o bilionário ao jornal South China Mourning Post, a soma é um “incentivo para atrair alguém que tenha talento, mas não capital, a fim de que possa começar seu próprio negócio”. Chao é proprietário da Cheuk Nang Holdings Ltd.

“Ele tem uma interpretação curiosa de mim”, diz a Gigi

Ao assistir a tudo de camarote, Gigi parece simplesmente não levar muito a sério a empreitada do pai. “Ele tem uma interpretação curiosa de mim”, disse a moça à referida publicação, acrescentando que não pensará muito no assunto até o momento que um pretendente real seja encontrado. “Às vezes as pessoas simplesmente se recusam a aceitar aquilo que lhes é contado. Deixe que o tempo seja testemunha.”
Gigi Chao é formada em arquitetura pela Universidade de Manchester, no Reino Unido, e atua como diretora executiva na companhia do pai. “Eu gostaria de anunciar que, muito em breve, receberei uma enxurrada de seguidores em minha conta no Twitter, a qual eu nunca uso”, disse ela, prevendo os desdobramentos da oferta de Cecil.
A arquiteta também foi bombardeada com pedidos de amizade no Facebook, o que a fez disparar o comentário: “Não estou mais aceitando convites, sinto muito”. Quanto a seu pai, trata-se de uma figura bastante conhecida em eventos públicos, nos quais usualmente pode ser visto em companhia da mais nova namorada.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

“Meu público não tem religião”, diz Aline Barros


alinebarros

Aline Barros é a cantora gospel que mais tem espaço no meio secular, sendo convidada para participar de diversos programas e sendo sempre procurada para conceder entrevista para os mais variados sites e revistas nacionais.
Nesta sexta-feira (27) a cantora foi entrevistada pela equipe do G1 de Santos, cidade do litoral paulista onde a cantora estava para cumprir sua agenda de shows. Ao falar sobre sua carreira e premiações a cantora comentou que hoje o público que acompanha seu trabalho é bem diversificado, não tendo apenas evangélicos.
“Meu público eu acho que é todo mundo, não tem tamanho, nem idade e muito menos religião. Aliás, não prego religião, mas a vida que há em mim através de Jesus, isso sim é evangelho”, disse ela.
Aline Barros tem cinco prêmios do Grammy Latino, se tornando a cantora evangélica brasileira com mais premiações internacionais, mas para ela esses prêmios são importantes apenas para conquistar a carreira, não tendo importância para o seu verdadeiro chamado que é pregar o evangelho.
“Prêmios até consolidam a carreira de um artista, principalmente no exterior, mas me preocupo apenas em fazer aquilo que está no coração de Deus e passar para essa geração a essência da verdadeira adoração. O chamado para a minha vida é pregar o amor de Deus e ser testemunha desse amor por onde eu passar.”
Aline Barros tem mais de 20 anos de ministério, tempo suficiente para que ela tenha certeza de que a música tem poder para tocar na alma das pessoas. “A música tem o poder de tocar o homem sim, e é um instrumento muito poderoso, por isso devemos saber usá-la da melhor forma, para que ela traga o ser humano para perto de Deus.”
A cantora se apresentou na cidade de Santos neste sábado (20) no Mendes Convention 

Pastor Marco Feliciano aguarda pesquisa para definir se tenta cadeira no Senado, diz jornalista; Planalto não está descartado

Pastor Marco Feliciano aguarda pesquisa para definir se tenta cadeira no Senado, diz jornalista; Planalto não está descartado
As eleições em 2014 serão agitadas para o pastor Marco Feliciano, que oficializou sua permanência no Partido Social Cristão (PSC), e aguarda o resultado de uma pesquisa encomendada pela legenda para definir a qual posto se candidatará.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, Feliciano estuda não só a possibilidade de se candidatar ao Senado, mas também ao Palácio do Planalto.
“A maior probabilidade é eu brigar pela reeleição [no cargo de deputado]. Se em 2014 houvesse duas vagas ao Senado, com certeza eu tentaria, mas a pesquisa é que vai dizer. Presidente, nós temos um nome: o pastor Everaldo. Agora, se a candidatura dele não se viabilizar até o início do ano, pode ser que o partido me lance”, afirmou o pastor e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
Feliciano ainda afirma que as eleições de 2014 mostrarão que ele não está sozinho em seus princípios e propostas.
“A imprensa e parte do país são de esquerda. Eu sou de direita. Minha luta não é contra gays, mas pela família. A eleição dirá se sou o monstro que pintam. Se eu tiver um caminhão de votos, como estão prevendo, voltarei com cartucho cheio, e aí quem sabe não será a hora de as pessoas reverem seu valores?”, sugere o pastor.

PRECISAMOS DE UMA REFORMA URGENTE

Pr.Elias Rébuli


“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e a comunhão, ao partir do pão e às orações” – Atos 2.42


I) É BASTANTE COMUM ENCONTRARMOS DENTRO DA LITERATURA VOLTADA PARA A LIDERANÇA ECLESIÁSTICA TEMAS COMO:

1) Aumentando a membresia da sua igreja.
2) Como gerar crescimento na igreja.
3) 7 passos de uma igreja que se multiplica, etc.,


4) Os dados estatísticos compravam que os livros mais vendidos e comercializados seguem este caráter e paradigma de conteúdo e proposta reflexiva. 

II) ESTAMOS VIVENDO HOJE UM TEMPO EM QUE SER EVANGÉLICO TORNOU-SE MODA (IGREJA AO GOSTO DO FREGUÊS)

 
















1) Ser  protestante é não opor-se a quase nada

2) É ser igual a todo mundo.

3) Em que pregar o evangelho é difundir uma mensagem de tolerância ao pecado.

4) O perfil da igreja evangélica brasileira  escandalizam a fé cristã .

·         Descrença na instituição chamada igreja por conta de roubos, crimes e fraudes.



5) O povo que frequentam está mais para CLIENTE do que para CRENTE.

6) Sem compromisso com a obra.

7) Está sempre reclamando de tudo.





III) SEGREDOS PARA UMA IGREJA VITORIOSA

1) uma igreja onde todos trabalhem


Cada um de nós somos um membro VOLUNTÁRIO na Igreja de Cristo, e isso é por causa do grande amor de Deus, Pela graça do Filho e pelo poder do Espírito Santo. Ninguém foi aqui forçado a se tornar um membro da igreja você o fez VOLUNTARIAMENTE no dia em que aceitou Jesus no seu coração.


                2) Uma igreja que ora





Apresentadora Ana Maria Braga afirma que rapazes evangélicos estão copiando seu corte de cabelo

Apresentadora Ana Maria Braga afirma que rapazes evangélicos estão copiando seu corte de cabelo
Nessa segunda feira (30), a apresentadora Ana Maria Braga fez um comentário inusitado sobre o comportamento dos jovens evangélicos, durante uma conversa com o Louro José no programa Mais Você, da Rede Globo.
De acordo com a apresentadora, de 64 anos, seu corte de cabelo está sendo bastante copiado por “rapazes evangélicos”. Segundo a coluna F5, da Folha de S. Paulo, ela contou que viu essa informação nas redes sociais, mas afirmou que não se importa com o suposto “plágio” ao seu estilo de penteado.
- Me perguntaram o que eu estou achando disso. Eu acho ótimo – afirmou a apresentadora, que disse ainda: – Me sinto muito lisonjeada. Tanto faz se é homem ou mulher que usa o cabelo igual ao meu.
Durante a conversa, Ana Maria Braga falou ainda de seu figurino para o programa e afirmou que está em forma e que veste calças tamanho 34.

Israel se prepara para iminente “Grande Terremoto”

Israel se prepara para iminente “Grande Terremoto”Israel se prepara para iminente "Grande Terremoto"
Após um estudo de três anos, realizado pelo Serviço Geológico de Israel, constatou que a Cidade Velha seria a região mais atingida caso ocorresse um forte terremoto em Jerusalém, pois foi construída sobre camadas de escombros, não sobre a rocha original. Amos Bein, diretor do centro, explicou que os pesquisadores usaram a tecnologia mais moderna existente para varrer a topografia de Jerusalém, analisando sua geologia, tipos de solos e o verdadeiro labirinto subterrâneo existente sob a Cidade Velha.
Obviamente, um sismo também causaria abalos políticos, pois está no centro do conflito entre israelenses e palestinos. Segundo o relatório, o principal ponto da devastação seria justamente o Monte do Templo, onde estão a mesquita de Al Aqsa e o Domo da Rocha.
O doutor Bein tem exortado os administradores da cidade há anos para identificar e reforçar as estruturas fracas. Ele explica que existem registros de apenas meia dúzia de grandes terremotos atingindo a cidade nos últimos mil anos. Os arqueólogos têm encontrado evidências disso.
O último grande sismo na área foi em 1927, com magnitude 6,3 perto de Jericó, cerca de 15 quilômetros a leste de Jerusalém. Curiosamente, foi o responsável por rachaduras no sudoeste da parede exterior da mesquita Al Aqsa e também na Igreja do Santo Sepulcro, construída em torno do local onde acredita-se que Jesus foi crucificado.
Para esses cientistas israelenses, outro grande terremoto deve atingir a Terra Santa nas próximas décadas. Este ano já ocorreram dois, mas de pouca intensidade. O principal motivo é que a cidade de Jerusalém fica no caminho do Grande Fenda do Vale, que se estende por 3.000 quilômetros, indo da Síria a Moçambique.
O Mar Morto na verdade é um lago situado no vale do rio Jordão por onde passa a “falha transformante do Mar Morto” que une a placa geológica da Arábia com a placa Africana. Essa falha passa pelo o vale do Armagedom e pelas muitas das colinas de Jerusalém, como o monte das Oliveiras.
O doutor Shmulik Marco, do Departamento de Geofísica e Ciências Planetárias da Universidade de Tel Aviv publicou em 2007 um estudo onde que a tradição judaica estava correta ao falar sobre um terremoto que partiria o Monte das Oliveiras literalmente ao meio.
Cerca de 70 km ao norte do Mar Morto, existe outra linha longitudinal de uma falha que corta o território israelense entre o porto de Haifa com as cidades de Jenin e Nablus, na Cisjordânia antes de chegar ao rio Jordão.
Em entrevista recente, o Dr. Ephraim Laor, do Comitê de Coordenação Nacional de Preparação para Terremotos, tem se dedicado a preparar os cidadãos de Israel para um grande terremoto que pode atingir o país nos próximos anos.
Em análises das lâminas de sedimentos preservadas pela hipersalinidade do Mar Morto, é possível detectar que ocorreu um grande terremoto por volta do ano 30, o que coincide com a cronologia bíblica.
Ao falar sobre sinais do fim do mundo, a Bíblia fala de terremoto(s) dividindo os montes de Jerusalém e de mudanças dramáticas nas condições de vida em Israel. A maioria dos teólogos apontam para as promessas da vinda do Messias em Zacarias 14:3-5, Mateus 24 e Atos 1:9-12, que ocorreriam da maneira como a ciência agora está comprovando. Com informações Science Daily, Jerusalém Post, Israel National News, ICR e NBC News.