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segunda-feira, 5 de março de 2012

Uma mulher na Índia deu à luz a 11 bebês em um parto

madre dio a luz 11 bebes 300x200 Mulher indiana deu à luz a 11 bebês em um parto
Incrível! Uma mulher na Índia conseguiu chamar a atenção mundial depois que ela de a luz a 11 bebês em um único parto. O parto foi realizado no Century Hospital na Índia.
Em tempos de crises econômica em que muitos casais têm apenas um filho ou dois é ate irônico pensar que uma mãe teve onze crianças na Índia. E, alem disso onze crianças de uma só vez. Sem dúvida, a natureza nos surpreende cada dia mais. No hospital onde foi realizado este milagre particular, a mãe e a equipe média, posaram orgulhosamente na companhia dos onze bebes.
Este é o primeiro evento que ocorre em tal magnitude na região.
Ainda não está claro se o projeto foi o produto da ciência ou da natureza, poucos detalhes são conhecidos, mas, aparentemente, três deles são gêmeos.
A imagem desta família deu a volta ao mundo através de redes sociais. Algo que com certeza será uma lembrança agradável para as crianças quando crescem.
 
 
 




Fonte:Traduzido e adaptado por Pr. Elias Rébuli do Acontecercristiano

Família desaparece após ritual religioso; assista

Um mistério intriga a polícia mineira. Uma família desapareceu depois um ritual religioso em Belo Horizonte. Estão sendo procurados cinco irmãs, o pai delas de 85 anos e uma criança. Veja reportagem completa no vídeo abaixo:



Notícias Cristãs com informações da Band

Igrejas evangélicas viraram fornecedoras de músicos profissionais para bandas e artistas seculares

Igrejas evangélicas viraram fornecedoras de músicos profissionais para bandas e artistas seculares
música é uma parte importante do culto na maioria das igrejas evangélicas, por isso inúmeros músicos são formados nesse meio. Tendo a oportunidade de integrar a parte musical do louvor nas celebrações das igrejas, muitas pessoas que se convertem acabam descobrindo um talento ou, pelo menos, a possibilidade de aprender a tocar um instrumento e cantar. Esse fenômeno criou, involuntariamente, nas igrejas brasileiras, um mercado paralelo de capacitação.
Com isso as igrejas estão sendo vistas por muitos como celeiros de profissionais, que acabam abastecendo bandas e artistas seculares com músicos treinados e versáteis. A formação religiosa é considerada diferencial por alguns profissionais que trabalham recrutando músicos para gravações shows e turnês. O músico carioca Simoninha conta que a expressão “esse cara é bom, vem da igreja” já se tornou comum na hora de avaliar alguns dos profissionais que trabalham com ele.
“A gente fala brincando, entre os músicos que não são religiosos, que não têm vínculo nenhum. É uma forma de dizer que o cara é disciplinado, maduro e competente. Tem muita gente dessas igrejas no meio musical, um acaba puxando o outro”, explica o artista, que tem entre os sete músicos da sua banda, quatro que se encaixam nesse perfil.
Simonal conta ainda que alguns desses músicos atraem uma legião de fãs evangélicos para o seu trabalho. “Vamos fazer show, tem seguidores do Robinho. Ele tem fãs no país inteiro”, conta o músico, falando do baixista Robinho Tavares, que trabalha com ele há 12 anos.
O regente Nilton Silva, 37 anos, falou ao G1 sobre a forma que os músicos são formados na igreja. Segundo ele o esquema é colaborativo, ou “mambembe mesmo, sem regra, ar condicionado, estrutura de sala de aula. É na base da repetição e autodidatismo”.
Filho de um maestro, Nilton conta que quando seu pai começou a frequentar os cultos foi incumbido de tocar trompete, mesmo sem ter a mínima noção sobre o instrumento. Ele afirma que, com o treino, em dois anos seu pai já era responsável por ensinar aos novatos. “Meu pai é maestro desde que me conheço por gente. Ele aprendeu a reger sozinho e, depois que se converteu, passou a tocar trompete também. Aprendeu na marra, lendo partitura, estudando sozinho. O esquema é: senta aí e vai pegando com os que já sabem”, explicou.
Ele conta ainda que, na infância, ele e seus irmãos montaram um quarteto musical que fazia sucesso no meio religioso, e que aos 22 anos resolveu montar um coral com alguns amigos do meio evangélico. O músico disse que o coral não canta apenas em igrejas: “A maioria dos contratantes não é evangélica, não tem vinculo nenhum. Em março, por exemplo, cantaremos no casamento da modelo Carol Trentini, em Santa Catarina. Ela não é evangélica. Trabalhamos muito bem nesse meio. Cantamos de tudo um pouco”, explica.
Artistas como Simoninha, Paula Lima, Alexandre Pires, Sandy e Junior já procuraram por ele pedindo indicação ou até mesmo interessados em usar o coral em gravações de programas de TV, CDs e temporada de shows.
Hoje já é considerado comum ver igrejas exportando artistas para o meio secular. A cantora Shirley Oliveira, que começou na Igreja Universal, está atuando como vocalista da banda do baixista Pixinga durante a temporada de shows que ele faz em um bar na zona oeste da capital paulista. Ela já fez também segunda voz para artistas como Alexandre Pires, Jair Oliveira, Tânia Mara, Daniel e Jair Rodrigues.
O vocalista e produtor musical Aldo Gouveia trabalha na banda do cantor Fábio Júnior desde 2003 e conta que fez, durante algum tempo, segunda voz em shows dos Racionais MC´s, do rapper Mano Brown: “Temos amigos em comum, pessoas do meio. Ele precisou de backing em 96 e eu fiz alguns shows”, conta Gouveia.
Ele explicou também o porquê de as igrejas estarem se tornando referência nesse meio: “Músicos da igreja têm que correr atrás. O acesso existe, mas não é uma formação de alto nível. Quem gosta, tem o sonho, se vira pra se capacitar. Com o tempo, isso foi formando um grupo seleto de profissionais mais versáteis, maduros e uma rede de contatos”.

Lei que aumenta tolerância a barulho em igrejas causa polêmica em cidade do Espírito Santo

Lei que aumenta tolerância a barulho em igrejas causa polêmica em cidade do Espírito Santo
No município de Serra, localizado na região metropolitana de Vitória (ES), uma lei tem dividido a opinião dos moradores. Aprovada em Janeiro de 2012, a lei aumentou a tolerância de limite de barulho emitida por templos religiosos.
De acordo com o projeto de lei aprovado, as igrejas tiveram seu limite de ruído ampliado em 30 decibéis, podendo chegar agora a 85 decibéis nos horários entre 7h e 22h. A mudança tem causado polêmica na cidade, nas ruas as opiniões sobre o assunto divergem.
Segundo o G1, o bancário Frank Lane se posiciona contra a lei e acredita que algumas igrejas extrapolam: “Tem igreja que se exalta demais. A igreja na frente da minha casa é assim”, afirmou. Já o empresário Clodoaldo Vieira aprova a mudança na legislação: “Quando a pessoa está na liberdade de espírito, é difícil dela se controlar. É muito poder de Deus para quem vive do evangelho”, defende.
De acordo com o “Disk Silêncio da Serra”, apesar da reclamação de alguns moradores, no ano de 2011 as denúncias contra barulho em igrejas e templos não representou nem 10% do total das reclamações recebidas. Acredita-se que com a nova lei o número de reclamações será ainda menor. Segundo a entidade, as denúncias são checadas com equipamento que mede os decibéis nos templos religiosos, e quando se constata que os níveis aferidos estão abaixo do limite permitido não são aplicadas penalidades.
Sidney Cavalcante, fiscal do Disk Silêncio explicou a mudança: “Na lei anterior em que se enquadravam todos os estabelecimentos, agora a nova lei engloba só templos religiosos e o limite é de 85 decibéis, com mais tolerância”.

Pastor Silas Malafaia afirma que colocar evangélico no Ministério da Pesca não vai “dar refresco” para candidatura do autor do “kit gay”

Pastor Silas Malafaia afirma que colocar evangélico no Ministério da Pesca não vai “dar refresco” para candidatura do autor do “kit gay”
A nomeação do senador, e bispo da Igreja Universal, Marcelo Crivella (PRB-RJ) para o Ministério da Pesca está sendo vista por muitos evangélicos como uma tentativa do governo da presidente Dilma Rousseff de agradar o eleitorado evangélico. Outra motivação para nomear o senador, que já afirmou não ser especialista no assunto, é vista também como um caminho usado pelo governo para diminuir rejeição dos religiosos à candidatura de Fernando Haddad (conhecido pelo kit gay) na disputa da prefeitura de São Paulo.
Lideranças evangélicas como o pastor Silas Malafaia e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos líderes da bancada evangélica, usaram as redes sociais para manifestar suas opiniões sobre a nomeação.
Cunha afirmou, através do Twitter, que “o Crivella não representa a bancada evangélica e nem o cargo dele tem nada a ver com evangélicos. Ele representa o partido dele”. Ele disse ainda que “achar que evangélicos vão ficar satisfeitos porque têm um deles no governo comandando o inexpressivo Ministério da Pesca é risível”.

O deputado aproveitou também para criticar a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci: “Quanto aos evangélicos, agradaria muito mais que um governo não tivesse a abortista ministra como responsável pelo debate sobre aborto. E agradaria também que um ministério não tivesse editado um kit gay”, afirmou.
Silas Malafaia, que recentemente criticou o bispo Edir Macedo, tio do senador Crivella, também usou Twitter para falar sobre a nomeação. O pastor foi categórico ao afirmar que “não adianta colocar evangélico no Ministério. Não vamos dar refresco ao Haddad em São Paulo com o kit gay”.
De acordo com o G1, Marcelo Crivella afirmou acreditar que sua nomeação será uma forma de aproximar o governo da bancada evangélica. Porém governo nega esse intuito, e afirma que partido do senador é uma legenda “fiel” ao governo, e lembra que o atual governo já tem um evangélico na Esplanada, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.


sábado, 3 de março de 2012

JOSÉ DIRCEU CRITICA DURAMENTE OS EVANGÉLICOS

José Dirceu abre fogo contra os evangélicos
Após o mal estar provocado pelas declarações de Gilberto Carvalho, Secretário Geral da Presidência da República, no Fórum Social em Porto Alegre, criticando as igrejas evangélicas, agora quem ataca é José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil.
Em mensagem postada no seu blog pessoal, intitulada “O desserviço que o preconceito impõe à democracia”, o influente político criticou “setores” evangélicos, sem nomeá-los diretamente. Também defendeu o chamado “kit gay”, proposto pelo então ministro da Educação Fernando Haddad, agora candidato à Prefeitura de São Paulo.
Dirceu escreveu: “Não podemos ficar na defensiva e no recuo frente à violência e à chantagem de certos setores evangélicos que querem interditar o debate sobre esses temas no país e patrulhar todas as políticas públicas com relação às questões do aborto e da homossexualidade. Esses grupos buscam impor ao Estado brasileiro uma visão preconceituosa e repressiva. Os que dão guarida a esse comportamento violento que introduz em nossa sociedade o ovo da serpente do preconceito e do racismo prestam um desserviço à democracia e à convivência social”.
Chama atenção o uso dos termos “patrulhar”, “violência”, “chantagem”, “preconceituosa” e “repressiva”. Aparentemente, a aproximação da bancada evangélica, proposta pela presidente Dilma, não tem o apoio de todo o partido.
Mesmo oficialmente sem um cargo no governo, o deputado cassado e chamado de “mentor do mensalão”, José Dirceu exerce grande influência dentro do Partido dos Trabalhadores.
Em fevereiro, Dirceu defendeu enfaticamente em seu blog o movimento homossexual e o “direito da mulher decidir sobre seu corpo”, para falar sobre o aborto.
A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) divulgou nota no dia seguinte, agradecendo a Dirceu “por sua firmeza contra a discriminação e preconceito com os homossexuais”.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Rick Warren lança projeto para aproximar evangélicos de muçulmanos

 Rick Warren lança projeto para aproximar evangélicos de muçulmanos
Rick Warren, pastor da Igreja Saddleback, é um dos líderes cristãos mais influentes dos Estados Unidos e possivelmente do mundo, graças aos milhões de cópias vendidas de seus livros.

Em 2012, ele voltou a fazer um esforço para diminuir as diferenças entre os cristãos evangélicos e os muçulmanos, através de parcerias com as mesquitas do sul da Califórnia. Ele também está propondo um conjunto de princípios teológicos que inclui o reconhecimento de que cristãos e muçulmanos adoram o mesmo Deus.

O esforço, informalmente chamado de King´s Way [Caminho do Rei], fez Warren quebrar o jejum do Ramadã em uma mesquita na cidade de Mission Viejo. Na ocasião, ele se encontrou com líderes muçulmanos e falou para 8.000 muçulmanos durante uma convenção em Washington.

Os membros da igreja de Saddleback convidaram seus conhecidos muçulmanos para a ceia de Natal e fizeram um jogo de futebol inter-religioso durante um piquenique em que participaram  mais de 300 pessoas.

Durante o jantar, em dezembro,  Abraham Meulenberg, um dos pastores de Saddleback, encarregado de um ministério inter-religioso, e Jihad Turk, diretor de assuntos religiosos de uma importante mesquita de Los Angeles, celebraram o King’s Way como “um caminho para acabar com os 1.400 anos de desentendimento entre muçulmanos e cristãos”.


Eles assinaram um documento que define “pontos de concordância” entre o Islã e o cristianismo. Esse documento afirma que cristãos e muçulmanos acreditam em “Deus único” e compartilham de dois mandamentos principais: “Ame ao próximo” e “ame a Deus”.

O documento também recomenda que os membros de ambas as crenças alcancem três objetivos: sejam amigos uns com os outros, construam a paz e trabalhem em conjunto em  projetos de serviço social. Citações de versículos da Bíblia e do Alcorão são usados  para ilustrar suas afirmações.

“Nós concordamos que não iremos tentar evangelizar o outro”, disse Turk. ”Nós damos testemunhos um ao outro, mas não se trata de conversão.”
Tom Holladay, pastor associado da Saddleback, disse que alcançar os muçulmanos é parte do Plano de Saddleback, chamado PEACE, um esforço amplo para resolver problemas mundiais por parte dos governos, empresas e mobilização de comunidades de fé.

“Sabemos que não concordamos sobre tudo e estamos muito abertos…. Você só reconhece as diferenças e os pontos em que pode trabalhar em conjunto.” disse Holladay.
Warren tem enfrentado críticas severas por parte de alguns evangélicos por causa dessa aproximação com os muçulmanos. No ano passado, ele emitiu um comunicado negando categoricamente os rumores de que estava criando o que os críticos chama “Crislamismo”, uma fusão do Islã e do Cristianismo.

O “boato é 100% falso”, Warren escreveu no Pastors.com, um site que ele fundou e que fornece conselhos práticos para os líderes do mundo todo. ”Minha vida e ministério são construídos sobre a verdade de que Jesus é o único caminho, e a Bíblia inerrante é a única autoridade verdadeira.”

As pesquisas do Fórum Pew sobre Religião mostram que os evangélicos são 30% mais propensos que outros cristãos a ter uma visão negativa do Islã.  Os evangélicos que defendem a necessidade dos muçulmanos se converterem ao cristianismo e são mais propensos a acreditar que o Islã encoraja a violência.
Warren tem repetidamente incentivado os evangélicos a anular esses pontos de vista, argumentando que os cristãos são obrigados a tratar todos com amor e respeito, independentemente da fé.

Durante 12 anos Warren foi vizinho de Yasser Barakat, um muçulmano da Síria, que frequenta a mesquita de Mission Viejo, cerca de 6 quilômetros da estrada para Saddleback.

Seu vizinho disse que não tinha ideia que Warren era um pastor famoso. Quando descobriu quem Warren era, ele convidou seu vizinho para conhecer mais sobre o Islã. Os dois viajaram juntos para a Síria em 2006. Desde então Rick e sua esposa, Kay, começaram a frequentar as reuniões de quebra de jejum na mesquita de Mission Viejo. A família Warren também já recebeu a família Barakat para jantares de Natal. “Ele me chama de seu irmão muçulmano”, disse Barakat. “Tudo começou com uma amizade.”

Gwynne Guibord é um pastor episcopal e co-fundador de um grupo que promove a melhoria das relações entre as igrejas e mesquitas em todo o país. Para ele, o esforço da igreja de Saddleback é sem precedentes. ”Eu não conheço nenhuma outra igreja evangélica que chegou tão perto da muçulmana”, disse.

“Eu acredito que muitos evangélicos pensam apenas em converter pessoas ao cristianismo”, disse Guibord. Nosso Grupo Consultivo foi criado para responder ao antagonismo crescente entre as duas religiões e não teríamos feito progressos se um dos lados estivesse tentando converter o outro. Agora, ficou claro que podemos incluir os evangélicos nos trabalho de nosso grupo”, comemora.

Traduzido e adaptado de OC Register

quinta-feira, 1 de março de 2012

Pastor Marcos Pereira é acusado de querer matar José Júnior do AfroReggae.Pastor Marcos rebate a acusação


José Júnior acusa o pastor Marcos por articular atentados no Rio

Eles tinham um objetivo em comum. Estavam juntos numa missão difícil de ser criticada: retirar traficantes do crime e ressocializar detentos. Um, pela fé, o outro, pela música e pelo trabalho, iam convertendo cadeias e favelas.

E pareciam parceiros, até amigos. Ontem, porém, José Júnior, coordenador do AfroReggae, decidiu bater de frente com o pastor Marcos Pereira da Silva, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias. 

Acusa o pastor de ser “a maior mente criminosa do Rio de Janeiro”.
Afirma que o religioso está por trás dos ataques que aterrorizaram a cidade no fim de 2006, logo após a eleição de Sérgio Cabral para governador do estado. E diz que, se ele ou algum membro da ONG for morto, o mandante é o pastor.

Segundo José Júnior, ele e o pastor Marcos se conhecem entre 2006 e 2007. Por pelo menos dois anos, o coordenador do AfroReggae foi um fiador das ações do religioso. Quando o pastor botou os pés na Penitenciária Moniz Sodré, no Complexo de Gericinó, em julho de 2008, depois de quatro anos proibido de pregar em presídios pela Secretaria estadual de Administração Penitenciária, foi pelas mãos de Júnior que ele conseguiu entrar.
A
 pregação de Marcos Pereira dentro da cadeia — uma mistura bem calibrada de show, teatro e culto — foi usada num dos episódios do “Conexões Urbanas”, programa de TV produzido pelo AfroReggae. Nele, Júnior elogiava o pastor e sua atuação no resgate dos bandidos da vida criminosa. Mas tudo mudou.
As denúncias que fez ontem, de acordo com José Júnior, foram detonadas pelo medo de que algo seja feito contra membros do AfroReggae — alguns deles, ex-traficantes ainda cumprindo pena em regime semiaberto.

PASTOR MARCOS PEREIRA RESPONDE AS ACUSAÇÕES


Marcos Pereira responde as acusações de José Júnior dizendo que é inveja
Procurado pelo jornal Extra para comentar as acusações de José Júnior, o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) diz que o coordenador do AfroReggae “deve estar sentindo inveja” dele e que também está sendo envenenado por um ex-pastor da ADUD.
“Ele deve estar sentindo inveja do meu trabalho. Antes de ele fazer trabalho de ressocialização, eu já fazia isso. Eu já faço trabalho há alguns anos”, disse o pastor.
Além de negar as acusações de mandar matar José Júnior, o pastor pentecostal também nega que seja mandante dos atentados de 2006 e 2010. Para Marcos Pereira o líder comunitário estaria sendo envenenado por um ex-pastor da ADUD que saiu insatisfeito de sua igreja.
O religioso também diz que não foi o coordenador do AfroReggae quem o levou para dentro das penitenciárias, mas que foi ele que levou José Júnior para várias comunidades. “Quando a gente se conheceu, foi o José Júnior quem me procurou. Não eu. Ele veio até mim trazido pela mão de um parente do (traficante) Marcinho VP. Levei-o a várias comunidades. Por sinal, o AfroReggae me homenageou duas vezes”, disse o pastor.
Mas para José Júnior, que teme por sua vida, o pastor tem sede de poder e por isso estaria incomodado com os trabalhos do AfroReggae. “Não se satisfaz somente em ter dinheiro, como também quer que as pessoas que competem com ele sejam mortas. Ele é um cara que fez o bem? Fez para muita gente. Ele sempre foi bandido? Acho que não. Mas o poder prostitui”.
Apesar das graves acusações que são feitas, Marcos Pereira parece não se intimidar e diz que José Júnior pode falar o que quiser. “Ele pode falar o que quiser. Eu sou a pessoa que mais tem casos de mediação de conflito. Já ajudei a acabar com 13 rebeliões no Rio e uma no Maranhão”, lembra o pastor que afirma que seu trabalho é sério.

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/jose-junior-do-afroreggae-acusa-pastor-marcos-de-querer-mata-lo-4096355.html#ixzz1nn1gxMzn

Militar americano e namorado assumem paixão e se agarram em aeroporto do Havaí

Sargento Morgan é erguido pelo companheiro, o artista Dalan Wells | Foto: Reprodução
Sargento Morgan é erguido pelo companheiro, o artista Dalan Wells | Foto: Reprodução
Estados Unidos -  O beijo recebido por um fuzileiro naval americano sacudiu as Forças Armadas dos EUA esta semana. A imagem é do militar Brandon Morgan, 25 anos, sendo beijado e erguido pelo companheiro Dalan Wells, 38, num aeroporto do Havaí, após missão no Afeganistão. A foto foi postada na Internet e teve milhares de apoiadores. Os dois se conheciam havia quatro anos, mas nunca tinham trocado um beijo.
A foto foi também interpretada como sinal de abertura no meio militar americano depois que, em junho, o presidente Barack Obama assinou o fim da lei de 1994 que impedia que soldados abertamente homossexuais servissem.

A imagem foi publicada por um perfil que defende a união gay de militares nos EUA, depois replicada por vários outros. Após ser procurado por jornalistas, o sargento Brandon Morgan distribuiu um texto à imprensa americana agradecendo o apoio que obteve de milhares de pessoas na Internet.

“A todos que responderam de maneira positiva, meu parceiro e eu queremos dizer obrigado. Dalan, o gigante na foto, não está acreditando em quantos ‘curti’ tivemos por isso. Não fizemos isso para ficar famosos ou algo do tipo, fizemos porque depois de três desdobramentos e quatro anos conhecendo um ao outro, finalmente dissemos o que sentíamos. E quanto àqueles cheios de ódio, deixe-os odiar”, diz parte da mensagem do militar.
Fonte: Odia online

Lei do Pai Nosso começa a ser aplicada em Ilhéus

Lei do Pai Nosso começa a ser aplicada em Ilhéus
Alunos das escolas públicas de Ilhéus, Bahia, já começaram a por em prática a lei de número 3.589/2011, conhecida como lei do “Pai Nosso” que ordena que a oração do Pai Nosso seja feita todos os dias antes de se iniciar as aulas.
Apesar de controversa o projeto foi aprovado e começo a valer no dia 13 de fevereiro quando iniciaram as aulas da cidade. No Instituto Municipal Eusínio Lavigne, que possui 1.700 alunos, a lei é respeitada, mas os alunos não são obrigados a fazer a oração.
“Nós não conduzimos, nem impomos. Fazemos, de um modo geral, por amor. Aqueles que são católicos, que creem, que confiam, participam. Aqueles que não acreditam, a gente respeita a religião de cada um”, disse o diretor da unidade, José Eduardo Santos.
A não obrigatoriedade é reafirmada pela secretária de Educação da cidade, Lidiany Campos, que lembra que o projeto foi autorizado depois que a administração municipal se reuniu com os gestores escolares. “A nossa orientação é de que não exista jamais algum tipo de pressão no sentido de obrigar o professor no cumprimento da lei”, diz ela.
Ao portal G1 a secretária disse que a iniciativa, sancionada em dezembro pelo prefeito Newton Lima (PT-BA), é positiva pois pode amenizar a violência juvenil. “Apesar de o estado ser laico, é importante a crença, acreditamos nisso, principalmente nas escolas, em que o índice de violência é grande, há inversão de valores, quem sabe a religião ameniza”, disse Lidiany.
A proposta da lei do Pai Nosso é de autoria do vereador evangélico Alzimário Belmonte (PP-BA) que afirmou que seu único objetivo é despertar nos jovens a importância dos valores, e exatamente por esse motivo é que não há penalidades para quem não queira orar.
Com informações G1