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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Para evitar derrota e ganhar tempo, Senadora Marta Suplicy pede adiamento da votação da PL 122

Para evitar derrota e ganhar tempo, Senadora Marta Suplicy pede adiamento da votação da PL 122
A Senadora Marta Suplicy, principal defensora das propostas contidas na PL 122, pediu à Comissão dos Direitos Humanos do Senado, um prazo para reexaminar o texto do projeto. O senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da Comissão, afirmou que o pedido de reexame é previsto no Regimento do Senado.
O pedido de prazo aconteceu após um tumulto por falta de acordo sobre o tema. O presidente da Comissão pediu que os membros saíssem do recinto pacificamente, mas houve bate boca entre os defensores do projeto e os senadores que são contrários à proposta. No meio do tumulto, a senadora Marinor Brito (Psol) afirmou que não haverá consenso sobre esse projeto, e portanto, a votação deveria acontecer, mesmo que isso representasse uma derrota.
Marta Suplicy é relatora do projeto que seria votado nessa quinta-feira, 08 de Dezembro. A estratégia da senadora é aguardar que a campanha de combate à homofobia feita pela Rede Globo seja veiculada para conquistar o apoio popular, e com isso, ganhar tempo para construir alianças que garantam que o texto seja aprovado na Comissão dos Direitos Humanos.
A campanha que será veiculada pela Rede Globo foi feita em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura)e o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), e foi aprovada pela presidente Dilma Rousseff.
O projeto que seria votado hoje é um substitutivo ao texto original e prevê que a lei não regulamente as manifestações pacíficas de pensamento, crença e religiã, segundo a Agência Senado. Para a senadora, a melhor alternativa seria uma lei específica para o assunto, em virtude”das peculiaridades que envolvem a discriminação de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.

Morre no Rio de Janeiro o radialista evangélico Paulo César “Graça e Paz”

Morreu às 19:30 na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Pronto Socorro de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, o famoso radialista carioca Paulo César Graça e Paz Faria, o “Graça e Paz”. Ele sofria com diabetes e depois de complicações na doença veio a falecer no último dia 6 de Dezembro, terça-feira.
Graça e Paz ficou famoso por seu estilo jovem e de fala com muitas gírias que contagiou pessoas popularizando o estilo “louvorzão” de fazer eventos. Em meio a diversas igrejas mais tradicionais ele ajudou a divulgar no Rio de Janeiro ministérios então inovadores como o Som Maior, Vencedores por Cristo, Grupo Elo, Marcos Goés, Jayrinho, Grupo Logos, Rebanhão e muitos outros.
Ele começou na década de 80 na rádio Boas Novas AM e logo foi para a então famosa Radio Record. Foi vereador de São Gonçalo por dois mandatos (2001 a 2008) e era Missionário consagrado pela Igreja Metodista. Ele viajava o Brasil e alguns países realizando pregações
“A prefeita solicitou toda assistência à família do Graça e Paz. Era meu ‘irmão’, um dos melhores na tribuna e fará muita falta à política de São Gonçalo”, disse o vereador Jorge Mariola, ex companheiro político. Na página daWikipédia destinada ao radialista um anônimo deixou um recado: “Saudades do Amigo. Vá em paz e que o Senhor te receba de braços abertos!”, disse.
Graça e Paz tinha 61 anos e faria aniversário no dia 25 de Dezembro, Natal. Seu corpo foi sepultado nesta quarta-feira, 7 de dezembro, no Cemitério de São Gonçalo.
Fonte: Gospel mais

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Bispo Edir Macedo é acusado de ensinar espiritismo ao citar crença espírita em pregação

Um polêmico vídeo gravado pelo Bispo Edir Macedo causou grande repercussão entre os fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus e entre blogueiros cristãos.
No vídeo original, Macedo fala sobre a ação do Espírito Santo na vida de quem o recebe, e aos 14 minutos, começa falar sobre a possibilidade de uma pessoa receber o espírito de um morto. A partir dessa mensagem, que foi gravada em Abril, durante uma viagem à Jerusalém, diversas especulações sobre a crença de Edir Macedo foram feitas, inclusive que o líder da IURD seria espírita.
O Gospel Prime ouviu o Pastor Armando Taranto Neto, da Assembleia de Deus, sobre as doutrinas cristãs a respeito do espiritismo. “A Bíblia Sagrada deixa claro em vários textos que falar com os mortos é coisa abominável ao Senhor (Lv 20:6; 27; Dt 18:10-14). Também diz que não há espíritos vagando pelo mundo (Jó 7:9). Toda pessoa, depois da morte, é julgada e pode ir para o céu ou para o inferno (Hb 9:27-28)”, afirma Neto.
O Pastor afirma ainda que é consenso entre as igrejas cristãs que os casos de manifestações atribuídas a espíritos de pessoas mortas, na verdade, são espíritos enganadores: “As Escrituras afirmam, contudo, que existem “espíritos enganadores” e que Satanás pode se disfarçar ( 1 Tm 4:1-2; 2 Co 11.14)”.
O blogueiro Renato Vargens publicou um texto em que afirma ter “absoluta certeza de que a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma igreja evangélica ou Protestante. Lamentavelmente sua práticas de fé são absolutamente antibíblicas, o que se percebe nitidamente em seus ensinos e liturgia”.
Criticando o que chamou de “confissão da fé espírita” do Bispo Macedo, ele pede “aos seguidores dele e da IURD que atentem atenciosamente para a gravidade dos ensinamentos do seu bispo primaz. É hora mais do que nunca de reverem à luz da Bíblia as práticas e os ensinos ‘macedianos’”, afirmou Vargens.
Outro blogueiro que criticou a mensagem de Macedo foi Danilo Fernandes, do Genizah Virtual, que questiona a origem dos ensinamentos do Bispo Macedo. “Este é o tipo de ‘ensinamento’ a ser confrontado quando nos aproximarmos de um membro da seita IURD. Afinal, revela um desvio forte na doutrina da seita em direção ao espiritismo, oferecendo, assim um questionamento direto ao prosélito que se julgue cristão”, escreveu Fernandes.
Lembrando a postura a favor do aborto, adotada por Macedo, Fernandes classifica o Bispo como falso profeta: “Desta forma, as afirmações de Macedo indicam um ‘turning point’ na seita tão grande quanto àquele representado pela defesa do aborto por este mesmo falso profeta. Macedo se afasta a passos largos do cristianismo”.
É simples a resposta. Eu assisti esse vídeo, 500 vezes. A Igreja nem o Bispo jamais se reportaria a uma notícia dessa totalmente tendenciosa.
O Bispo, no meio de sua pregação, deu o exemplo que quando a pessoa vai no espiritismo e supostamente recebe um espírito de um “parente”, que nós sabemos que é um encosto, então aquele encosto se faz passar pelo parente agindo como o tal. Foi isso que ele disse. Está simples e claro. Porém algumas pessoas pré-conceituadas e tendenciosas distorcem o que está claro. E quis dizer que quando se recebe o Espírito Santo (daquele que está vivo) a pessoa passa agir como Ele.
Simples, claro e fácil de entender. Até agora nenhuma informação por parte dele, até porque ele nunca e jamais afirmou tamanha atrocidade. Se você não deve, você não teme, e muito menos precisa se explicar. Pessoas de boa índole que assistem o vídeo e entendem o contexto e tomam conhecimento das notícias que estão circulando simplesmente darão risada de como o diabo trabalha com sua equipe.
Pastor Paulo Cezar, Coordenador do Portal Arca Universal
Assista ao vídeo com a mensagem do Bispo Edir Macedo:
Fonte: Gospel mais

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Bp Manoel Ferreira é acusado de profanar púlpito da Assembleia de Deus ao permitir que seguidores do Rev. Moon o utilizassem para evento

Em um evento promovido pelos seguidores do Reverendo Moon, que se considera um Messias, na Assembleia de Deus de Brasília, Ministério de Madureira, o púlpito da igreja foi utilizado como palco e gerou protestos.
Inconformado com o que chamou de profanação, o Pastor Enoque Lima postou um vídeo no YouTube protestando contra a atitude do Bispo Manoel Ferreira, que permitiu a realização do “Global Peace Festival” (Festival da paz mundial, em tradução livre), organizado pelos adeptos de Moon no templo da Igreja da Baleia, como é conhecida a AD Brasília.
Na opinião do Pastor Enoque, “esse festival da paz é na verdade, uma estratégia do filho do Reverendo Moon para trazer a mensagem diabólica, infernal, sobre seu pai, dizendo ser ele o verdadeiro Messias”.
O blogueiro Júlio Severo publicou artigo afirmando que o Pastor Enoque faz um “alerta importante no vídeo para que outros pastores da Assembleia de Deus Ministério Madureira não se deixem enganar pela apostasia que se iniciou em sua denominação, mas abram a boca para denunciar e alertar suas congregações”.
Segundo Severo, Ferreira e Moon o procuraram para avisar que poderão adotar medidas nacionais e internacionais contra a exibição do vídeo que ele está ajudando a divulgar. O blogueiro pede ainda que “baixem e copiem este vídeo antes que os seguidores do Rev. Moon e Manoel Ferreira consigam removê-lo judicialmente do YouTube”.
Assista ao vídeo do Pastor Enoque Lima:
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Valdemiro Santiago abre mão da toalhinha dos milagres e faz cirurgia no joelho. Especialistas veem crescimento da Mundial como concorrência com Universal

O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Apóstolo Valdemiro Santiago é um dos líderes neopentecostais que ficou conhecido por promover cura de pessoas com doenças graves como AIDS e Câncer. Em suas campanhas, oferece itens que supostamente fazem milagres, como as toalhinhas “Sê tu uma benção”, vendidas nos cultos da denominação.
Mas o famoso líder da Igreja Mundial preferiu procurar os médicos para fazer uma cirurgia e curar um problema no joelho, segundo informações do jornal “O Globo”.
A IMPD foi fundada há apenas 13 anos, e seu crescimento é visto como avassalador por especialistas: “Entre as igrejas neopentecostais, a Mundial é a que mais abriu novas sedes nos últimos anos”, afirma o Professor de Sociologia da Religião da Universidade de São Paulo, Antônio Flávio Pierucci.
Originada a partir de um desentendimento de Valdemiro com o Bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, hoje a IMPD possui 3.200 templos, contra 5.000 da Universal, e é tida como concorrente da igreja fundada por Macedo. “No momento em que a Mundial mais ou menos clona o nome (Universal), significa concorrência, declaração de guerra”, afirma o professor Pierucci.
Às vésperas de inaugurar uma nova sede, com capacidade para 150 mil pessoas, o Apóstolo Valdemiro Santiago hoje em dia vive em um condomínio de luxo em Alphaville, na cidade de Barueri, região metropolitana de São Paulo. Ele e sua esposa, Bispa Francileia, utilizam helicóptero e avião para se locomoverem, mas garante que não usa o dinheiro da igreja para se sustentar: “Hoje, tenho o fogão que eu quiser. Como o que quiser, moro onde quiser. Não dependo dez centavos da igreja, nenhuma moeda da igreja, você que frequenta sabe disso”, afirma Santiago, em um vídeo que circula na internet.
Leia a íntegra da matéria publicada no site de “O Globo”:
SÃO PAULO – Fundada há apenas 13 anos, a Igreja Mundial do Poder de Deus anunciou a construção de um templo para receber cem mil pessoas, mas que pode abrigar até 150 mil, segundo publicações evangélicas. A obra, com capacidade superior à do Maracanã, simboliza o crescimento da mais nova entre as grandes instituições neopentecostais do país. Ancorada na promessa de realização de milagres, como a cura do câncer e da Aids, a Mundial vem conquistando fiéis a cada mês e ameaça a hegemonia da Igreja Universal do Reino de Deus.
Liderada pelo autodenominado apóstolo Valdemiro Santiago, um mineiro da cidade de Cisneiro, de 48 anos, alto, negro, de fala simples e forte sotaque do estado de origem, a Mundial diz inaugurar entre dois e três templos por semana. Contabiliza, oficialmente, cerca de 3.200 sedes, mas o próprio Valdemiro diz pagar 4.500 mil aluguéis por mês. Criada em 1977, a Universal tem cerca de 5.000 templos.
— Entre as igrejas neopentecostais, a Mundial é a que mais abriu novas sedes nos últimos anos — afirma Antônio Flávio Pierucci, professor de Sociologia da Religião na USP.
A Mundial surgiu de uma dissidência da Universal. Por 20 anos, Valdemiro trabalhou na igreja de Edir Macedo e chegou a bispo. O rompimento aconteceu em 1997. Os motivos são um mistério no meio evangélico.
— No momento em que a Mundial mais ou menos clona o nome (Universal), significa concorrência, declaração de guerra — diz Pierucci, que não vê ameaça ao domínio da Universal.
No momento, as duas igrejas duelam por causa de seus templos gigantes. Ano passado, a Universal iniciou, no Centro de São Paulo, a construção de uma réplica do Templo de Salomão, erguido pelos judeus em Jerusalém no século XI antes de Cristo. Este ano, Valdemiro anunciou a criação da Cidade Mundial, próxima ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo.
— São quase dez alqueires (240 mil metros quadrados). É o maior templo da história da humanidade. O sonho é ter um lugar para botar uma multidão, para servir, glorificar, adorar o meu Deus — diz o apóstolo da Mundial em vídeo na internet.
Nas imagens exibidas na TV e em cartazes nos templos, o local já tem o logo da igreja. No mundo real, ainda abriga uma transportadora de carga.
— Vamos inaugurar em janeiro. Não temos de fazer obras, só adaptações. Dependemos de projeto para saber quantas pessoas vão caber. Serão mais de cem mil — diz Mateus Oliveira, sobrinho de Valdemiro, responsável pela área administrativa.
Em outra gravação, Valdemiro diz que, por causa do templo, a despesa mensal da Mundial é de R$ 30 milhões — o que inclui gastos com aluguéis de templos e espaços em emissoras de rádio e TV. No Canal 21, do grupo Bandeirantes, são 22 horas diárias de programação. A Mundial tem duas horas diárias na Rede TV! e quatro na Bandeirantes, durante a madrugada. Em um de seus cultos no canal 21, Valdemiro contou o início da sua igreja.
— Tinha seis membros. Lembro que uma vez fizemos uma celebração para 13 pessoas, um delas era o mendigo que morava na frente da igreja. A gente distribuía folhetos nas casas antes da celebração. Os pastores (da igreja e as famílias) dormiam todos numa casa só, no chão.
Mansão, helicópteros…
Ele e a mulher, a bispa Francileia, de 46 anos, moram num condomínio de luxo em Alphaville, na Região Metropolitana de São Paulo. Usam helicóptero e avião para se deslocarem.
— Hoje, tenho o fogão que eu quiser. Como o que quiser, moro onde quiser. Não dependo dez centavos da igreja, nenhuma moeda da igreja, você que frequenta sabe disso — conta o líder da Mundial no vídeo.
Valdemiro é dono, com a mulher e um terceiro sócio, de uma empresa de comunicação e uma gravadora de CDs. Francileia ainda é sócia da editora de livros e DVDs da igreja. Em 2010, o nome da igreja parou nas páginas policiais, quando dois pastores foram presos pela Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso do Sul. Levavam fuzis que abasteceriam traficantes, disse a polícia.
Como em outras denominações neopentecostais, pedidos de doações são escancarados.
— A Bíblia diz que aqueles que não devolvem o dízimo estão roubando a Deus — afirmou Valdemiro, num programa.
Para o sociólogo Flávio Pierucci, a diferença da Mundial é a centralização das ações por Valdemiro. Apesar de propagar milagres, quando teve problemas no joelho, Valdemiro apostou na medicina tradicional. No dia 21, foi operado no Hospital Albert Einstein, uma das melhores unidades privadas do país.

Fonte: Gospel mais

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Governo israelense faz campanha para que judeus “voltem para casa”.Seria o cumprimento de Isaías 43,5,6 ?

O Ministério de Absorção de Imigrantes, do governo de Benjamin Netanyahu está patrocinando anúncios em várias comunidades americanas com grande número de israelenses expatriados.
Os comerciais advertem que, se não voltarem para casa, vão perder sua identidade como judeus. O Ministério também apresenta no seu site uma série de vídeos curtos que, de forma irônica, alerta os israelenses dos “perigos” de criar os filhos nos EUA. Em um dos comerciais, avós israelenses tomam um susto ao ouvir que sua neta, que mora na América está  comemorando o Natal.
Em outro anúncio, um ator interpretando um judeu “secularizado” mostra-se completamente alheio ao fato de que sua namorada israelense está de luto pelo Yom HaZikaron, dia em que os soldados que morreram por Israel são lembrados.
Todos os filmes publicitários terminam com um narrador dizendo, em resumo: “eles nunca vão entender o que significa ser israelense.”.
Parece que o governo atual de Israel quer muito que seus cidadãos voltem a viver no seu país de origem.  Esses anúncios patrocinados pelo governo sugerem que é impossível para os judeus permanecem sendo judeus vivendo em outro país.
Não é novidade que os judeus espalhados pelo mundo sejam convidados a voltar para Israel. Ao longo da história esse povo sempre viveu esse dilema de se manter fiel às suas tradições culturais e religiosas. Existe, inclusive, o que é chamado de “A Lei do Retorno”, que garante a qualquer judeu “no exílio” o direito de voltar para sua terra natal e receber sua cidadania. Essa lei secular se aplica aos judeus que têm outra nacionalidade, mas que desejam se naturalizar em Israel, tornando essa naturalização legal.
Porém, quando o governo começa a investir em comerciais de TV significa que algo está para acontecer. Ao que se sabe, é a primeira vez que isso acontece. Existem várias profecias bíblicas sobre isso. Uma das mais famosas é Isaías 43:5,6: “Não temas, pois, porque eu sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente, e te ajuntarei desde o Ocidente. Direi ao Norte: dá; Ao Sul: não retenhas: trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra”
Desde 1882 várias levas de judeus tem sido atraídos para Israel, nas chamadas, aliás. Será que em 2012 veremos a primeira aliá televisiva?
Assista (inglês):
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de The Atlantic

Mulher abre a primeira escola de sexo do mundo

Foto: Reprodução do site 'Daily Mail'

Viena (Áustria) - A maioria das pessoas acha que sexo é uma atividade para se "aprender" entre quatro parades, mas uma sueca pensa o contrário. A mulher resolveu abrir, na Áustria, a primeira escola para ensinar a praticar sexo. O objetivo do curso é ensinar os estudantes a serem bons amantes. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
Segundo a criadora do projeto, Ylva-Maria Thompson, os ensinamentos não são apenas teóricos mas também, muito práticos, "Ensinamos posições sexuais, técnicas de carícias e conhecimentos anatômicos”, explicou ela.
Qualquer pessoa com idade superior a 16 anos pode se matricular no curso. Os estudantes ficam "hospedados" em dormitórios mistos onde, segundo a criadora, podem praticar as lições. O curso completo dura seis meses e tem um custo aproximado de R$ 3.400. 

A primeira turma já está lotada e as aulas começam em janeiro. 

Fonte: Odiaonline

Três irmãs afegãs são atacadas com ácido após rejeição a casamento

Cabul (Afeganistão) - Três irmãs menores de idade foram atacadas com ácido na província de Kunduz, no norte do Afeganistão, como vingança pela recusa de uma das meninas a se casar com um homem, informou nesta quarta-feira uma fonte oficial.
Os agressores, familiares do pretendente recusado, entraram de madrugada na casa da jovem, e após baterem nos familiares homens, jogaram ácido nas menores de 8,12 e 17 anos, declarou a diretora do Departamento da Mulher de Kunduz, Nadira Gia.
A mãe das vítimas disse abertamente conhecer os agressores e a razão pela qual foram atacadas: "Pediram minha filha mais velha em casamento e eu neguei". A menina estava comprometida com outro homem e tinha marcado o casamento para a próxima semana.
A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama) afirmou há poucos dias que "ainda há um longo caminho a ser percorrido" na aplicação da legislação que protege as mulheres afegãs contra a violência de gênero.
De acordo com este organismo, no Afeganistão as leis se chocam com práticas socialmente aceitas, como a compra e venda de mulheres para o casamento, as uniões infantis ou forçadas, os estupros e o "baad" (dar uma mulher de presente para resolver um conflito familiar).
A Comissão Afegã de Direitos Humanos registrou entre março de 2010 e março de 2011, 2.299 casos de violência contra a mulher que podem ser definidos como delitos segundo a Lei sobre Eliminação da Violência contra as Mulheres no Afeganistão.

As informações são da EFE

Reverendo Paulo César Lima, fala sobre quebra de maldições na revista Eclésia


1) Em seu livro Quebra de Maldição, o senhor chama tal prática de supersticiosa. Por quê?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 Muitos cristãos, estranha e absurdamente, têm vivido à margem da vida vitoriosa outorgada por Jesus Cristo, pelo fato de estarem admitindo em suas vidas maldições que o sacrifício de Jesus já cancelou de uma vez por todas (Cl 2.14, 15). Tem gente vivendo uma dramática história de dor, angústia e sofrimento, por achar que tudo o que lhe acontece é em função de um laço sanguíneo maldito con­­tra o qual não pode lutar e do qual não pode escapar. Eu conheço pessoas que, mesmo sendo cristãs, vivem a fatídica perspectiva de que estão sob maldição. Muitos outros vivem a síndrome de Sisifo, rolando a pedra da sua maldi­­ção imaginária dia após dia, subindo e descendo a montanha de sua existência miserável. Ainda há os que vivem de braços dados com a superstição: não deixam chinelo virado dentro de casa; têm medo de mau olhado, de pragas pronunciadas; não saem de casa nas sextas-feiras treze; não pulam fios e vigilham dia e noite por medo do diabo.

Olha aqui uma coisa: o Velho Testamento era mágico-supersticioso. Ou seja: algo incomum e por isso desafiador. Segundo alguns dicionários, superstição é sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes. É um apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa. Numa cultura assim, a prática de amaldiçoar é comum, conquanto inócua em termos espirituais. Os povos primitivos amaldiçoavam-se por tudo, porque estavam imbuídos da cultura do medo. Era um mundo de deuses e heróis. Há aqui uma grande lição a aprender: De acordo com as Escrituras, Deus não se preocupa com o que recebe a maldição, mas com aquele que amaldiçoa, porque resulta de um coração cheio de ódio. Agora, usar esse momento escuro da história e tentar reproduzi-lo na atualidade, no mínimo é desinformação e equívoco.

2) É bastante claro que grande parte daqueles que praticam quebra de maldições, especialmente hereditárias, tem pouca, senão nenhuma, base bíblica. Apesar disso, no exercício prático, conseguem, ao menos aparentemente, impressionantes libertações. E as pessoas costumam testemunhar mudanças reais. Em outras palavras: o negócio funciona. Como explicar isso?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 Você está dizendo. Mas eu não diria isso por várias razões. Primeiro, porque a gente não vê uma pessoa liberta de verdade por “quebra de maldições”. Isso não existe! O que se vê, na maioria esmagadora dos casos onde acontece essa aparente libertação, é o desenvolvimento de uma neurose psíquica de interpretar atos naturais como algo supraterreno. Os que são impressionados pela “impressionante” libertação por “quebra de maldição” tornarão a vida cristã uma permanente diabo/mania. Deixarão de adorar a Deus para se preocupar com os atos do diabo. Segundo, porque a Bíblia – ensinamento de Jesus – diz que a nossa libertação é progressiva, pois, à medida que vamos conhecendo a verdade, a liberdade advinda de Cristo vai se estabelecendo em nossas vidas: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8.32). Terceiro, porque essa prática torna a vida cristã uma simplificação, com a ausência de comprometimento com as virtudes que devem ser cultivadas, desenvolvidas por todos nós cristãos. A razão por que eu digo isso é muito simples: os fins não justificam os meios.

3) Em sua opinião, qual o grande equívoco daqueles que ensinam quebra de maldições?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 Está na forma infantil de interpretar os textos da Bíblia sobre o assunto. O que eu vejo é um desencontro entre o que eles acreditam e o que a Bíblia realmente fala sobre o tema.

Conquanto o ensino sobre maldição hereditária tenha tido repercussões fora do comum no meio evangélico e se tornado tema de vasta literatura, as evidências bíblicas se exacerbam diante de nós, provando-nos totalmente o contrário.

Eu gostaria, primeiramente e por descargo de consciência, de citar os dois textos bíblicos mais utilizados para respaldar a tão badalada ideia de maldição hereditária, que vem criando expectativas inexistentes e irresponsáveis nas pessoas.

O primeiro texto encontra-se em Levítico 19.31; 20.6:

"Não vos voltareis para os que têm espíritos familiares, para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor. E a alma que se voltar para os espíritos familiares, eu me voltarei contra ela, e a eliminarei do meio do meu povo" (Lv 19.31; 20.6).

O erro cometido pela versão inglesa King James (ou do Rei Tiago) que usa as palavras “espíritos familiares” em lugar de “os que consultam os mortos (necromantes) nem para os feiticeiros”, dá imaginação aos intérpretes da maldição hereditária para fazerem a Bíblia dizer o que ela nunca disse. No entanto, Levítico não está falando de “espíritos familiares” que passam, por exemplo, de um avô para um neto, mas sim da adivinhação, da consulta aos mortos e da feitiçaria, que são práticas abomináveis a Deus. O cap. 19 v. 31 fala tão-somente de algumas leis já proferidas e que agora ganham forma de reiteração divina, para que o povo não se contamine com as abominações das outras nações ao seu redor, porque Deus os chamou para serem diferentes dos outros povos, em termos de vida, atitudes e comportamentos. Por outro lado, Levítico 20.6 salienta a questão das diversas penas que Deus instituiu para punir os que, porventura, desobedecem aos seus mandamentos.

O segundo texto-prova dos adeptos da maldição hereditária é Êxodo 20.5,6:
“Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos”.

Nota-se que o texto em tela serve de antítese à teoria da maldição hereditária. Analisemos:
Em primeiríssimo lugar, Êxodo 20.5,6 não está falando em transferência congênita, mas sim da realidade do juízo divino, ou seja, sempre que houver necessidade de juízo, haverá juízo. Assim como a misericórdia de Deus sempre se manifestará na vida dos fieis.

O texto supra está asseverando, categórica e determinantemente, que o agente punidor da transgressão da Lei é o próprio Deus, que julga aqueles que praticam atos abomináveis, e não algo que passa de geração a geração como um tipo de encantamento.

O texto também deixa muito claro que o juízo de Deus só cai sobre os transgressores da Lei, mas enquanto eles forem transgressores, pois, ao deixarem de sê-lo – o que só é possível através de expiação do sangue de Jesus –, deixam de estar sob a punição de Deus. Logo, deixam de ser amaldiçoados, como está escrito em Romanos 8.1: “Portanto, agora, nenhuma condenação [maldição, punição, juízo] há para os que estão em Cristo Jesus”.

A maldição a que o texto se refere trata-se do juízo moral previsto na Lei sobre os desobedientes, enquanto desobedientes. O texto não está aludindo absolutamente à maldição congênita, mas ao fato de que a desobediência impertinente, persistente e incontinente é sempre razão para o juízo de Deus, apareça ela onde aparecer e em qualquer geração. Assim como a obediência será sempre motivo para a misericórdia de Deus se manifestar. Até porque não podemos nos esquecer do princípio bíblico de que sob a Lei todos os homens estão condenados, mas sob a Graça todos podem ser salvos.

Finalmente, o texto de Êxodo não associa o juízo de Deus à possessão demoníaca, embora tenhamos a absoluta consciência de que isso eventualmente possa até acontecer na vida de quem vive em desobediência. Mas ela não tem nada a ver com possessão demoníaca. Pelo contrário, fala do juízo de Deus previsto na Lei sobre os desobedientes.

Ora, convenhamos, se a maldição a que o texto se refere trata-se do juízo sobre aqueles que transgridem a Lei, pergunto: de que forma uma oração de desligamento pode cancelar uma maldição divina? Mais: como uma regressão pode livrar uma pessoa que está debaixo de juízo da lei de Deus?

A conclusão é simples: essa prática, com base na Palavra de Deus, é pura temeridade e inconsequência de quem a ensina. Além disso, a Bíblia também afirma que Deus não condena o filho por causa do erro do pai nem vice-versa. Assim pontifica o profeta:

“Mas dizeis: Por que não levará o filho a maldade do pai? Porque o filho fez juízo e justiça, e guardou todos os meus estatutos, e os praticou, por isso, certamente viverá. A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele” (Ez 18.19,20).

4) O senhor também diz em seu livro que há muita confusão entre o humano e o espiritual. Como assim?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 Eu digo isso no meu livro porque os adeptos da maldição hereditária espiritualizam tudo. Não conseguem separar o que é espiritual de fenômenos naturais. Isso é paranóia. Veja bem. Os advogados da maldição hereditária admitem que uma enfermidade congênita resulte de um vínculo de maldição. Mas se você ler a Bíblia, no v. 5, encontrará o seguinte: “... até a terceira e quarta geração daqueles que me odei­­am”; esta passagem bíblica não se refere a ne­­tos e trinetos. O sentido, como já disse alhures, é de continuidade da ira, da sua durabilidade, e não de sua extensão bio­­lógica. Em contrapartida no v. 6 lemos que a misericórdia divina é para com milhares. Milhares aqui também não é uma figura matemá­­tica, mas designa a exten­são ilimita­­da do amor de Deus. Explico:

O texto em tela não se refere à suposta contaminação biológica apregoada por alguns. Mas está mencionando apenas a extensão da ira divina, que pune o pecado sempre que ele se apresente. A mesma regra hermenêutica aplica-se à expressão “com milhares” do v. 6; isto por dois mo­­tivos básicos. Primeiro, porque se aceitarmos a teoria da contaminação espiri­­tual, temos que aceitar também a da sal­­vação espiritual; logo, teríamos que admi­­tir que todo filho nascido de pais santos, é santo também, e todo filho nasci­­do de pais ímpios, é ím­pio; o que, à luz da Bíblia, é inconcebível. Segundo, porque a maldição origina-se de uma sentença prevista na lei de Deus; não acontece por prossecução bio­­lógica. Assim como o caso das doenças comprovadamente congênitas não é um problema ético-espi­­ritual, mas sim genético-biológico. Algo total­­mente diferente.

5) O que o motivou a escrever o livro? Teve alguma experiência negativa com o assunto?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 O primeiro tema sugerido por mim, antes de “Quebra de maldição – uma prática supersticiosa?”, foi “Maldição não pega!” A razão para uma assertiva tão vigorosa era chocar o mundo evangélico que vinha trocando a mensagem de esperança da Bíblia por uma visão supersticiosa. O outro motivo foi combater o opúsculo “bênção e maldição” que, baseado em “experiências isoladas” – aliás, as mais estranhas – tentava persuadir a turba multa evangélica a viver a cultura do medo e do terror. Antes de lançar o meu livro vi coisas dantescas acontecendo nos arraiais pentecostais. Tudo isso me levou a escrever sobre o tema.

6) Falando nisso, o senhor deve conhecer muitos casos de pessoas que se machucaram com essa história de quebra de maldições. Há algum que o tenha impressionado mais? Pode contar com detalhes?Rev. Paulo Cesar Lima: Como eu disse acima, vi coisas patológicas acontecerem no meio evangélico. Como Pastor de igreja, pela mercê de Deus, vi alguns casos chocantes. Vi pastores amaldiçoando membros de púlpito. Vi membros amaldiçoando pastores em igrejas. Vi pessoas desenterrando cabeça de jumento para quebrar supostas maldições; vi pastores exumar nomes dos primeiros membros da igreja local a fim de quebrar a maldição que imaginava haver na comunidade. Mas o que mais me impressionou, dentre tantos fatos dantescos que eu vi, foi o caso de uma senhora que chegou a igreja numa tarde com um problema grave: ela não podia fechar os olhos que via um “machado” (cutelo, segundo ela) vindo na direção do seu pescoço. Ela se sentia tão amaldiçoada e pecadora que não conseguia ouvir nada acerca do amor de Deus. A primeira leitura bíblica que fiz para ela foi Romanos 8.1: “Nenhuma condenação (juízo, punição) há para os que estão em Cristo Jesus...”.

7) O senhor pode indicar pessoas que tenham se decepcionado com o assunto e hoje estão livres dessa crença para que possamos entrevistá-las e pegarmos o testemunho delas?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 Sim. Temos muitas pessoas que podem ser entrevistadas por terem vivido a cultura da punição.

8) Na Bíblia encontramos tanto bênçãos quanto maldições. É possível que algo nessa história seja verdadeiro, mas há uma radicalização tomando conta de quem adota quebra das maldições?

O que precisamos entender, antes de qualquer coisa, é que ninguém nasce sob a influência de uma maldição hereditária. Isso é anátema! Observe o texto de onde partem os escritores desta equivocada teoria: “... porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos sobre a terceira e quarta gera­­ção daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êx 20.5,6).

Dá para notar que o texto-funda­­mento dos pregadores de maldição hereditária e sobre o qual se baseiam é o mesmo texto que desautoriza a sua teoria.

9) Até que ponto crenças como maldições hereditárias, cura interior até com regressão, batalha espiritual e outras têm afetado a igreja brasileira, especialmente a pentecostal? O senhor vê o futuro com esperança ou preocupação?
Rev. Paulo Cesar Lima:
 Esses modismos eu os vejo como fenômenos religiosos que de quando em quando aparecem, ficam um tempo – fazem o seu estrago – e depois desaparecem, mas sempre deixam seus resquícios danosos.

Nos últimos anos, as igrejas brasileiras foram invadidas por uma literatura repleta de senões teológicos, porém muito convincente. E, como nós estamos numa época em que a maioria das pessoas não pensa e por isso mesmo não quer saber de onde é o “santo” e quem ele é, mas deseja apenas o milagre que ele faz, essas “novas descobertas teológicas” foram bem aceitas em nosso meio, sem discussão. Uma delas foi a “a maldição hereditária”, seguida de “as palavras têm poder”, desembocando na glamorosa “quebra de maldição”. A proposta da maioria dos livros de “quebra de maldição” é de fato irrecusável. Portanto, continuo asseverando que o maior problema do povo de Deus é a falta de conhecimento bíblico. “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta conhecimento”, deblaterava Oséias.

Ainda que sejam abomináveis em seu conteúdo, o nosso maior problema não são “as novas teologias” que invadiram os ares das igrejas brasileiras, mas sim a cultura do imediatismo que persiste entre nós, alimentando-se continuamente dos novos modismos. Todavia, se conseguirmos destruir o monstro feroz de mil cabeças – a ignorância bíblica – que sobrevive da nossa irracionalidade, será fácil rejeitar tudo o que for contrário aos valores reais da vida cristã.

É no mínimo irracional, para não dizer catastrófico, aceitar, por exemplo, que a “maldição” consiste em palavras carregadas de autoridade ou de um poder sobrenatural, que fazem as coisas acontecerem, e cujas tendências passem de geração a geração, seja para o bem, seja para o mal. Algumas pessoas definem maldição como autorização dada ao diabo por alguém, para causar dano à vida do amaldiçoado.

Definições estapafúrdias e equivocadas como essas não podem gerar outra coisa senão um povo de comportamento amedrontado, esquizofrenizado, e de tendências patológicas acentuadas. Primeiro, porque quando se admite que uma palavra tenha em si mesma potencialidades definitivas para fazer criar o bem ou o mal, admite-se também que qualquer um tem a possibilidade de criar e fazer maldades e bondades sem limites, apenas jogando expressões de grandeza ou execrando alguém. Segundo, porque essas definições precárias dão à bênção e à maldição poderes autônomos de se concretizarem nas vidas das pessoas. Terceiro, porque traz a desastrosa tendência de se pensar que para abençoar é só proferir palavras de grandeza sobre alguém, e amaldiçoar significa fazer apenas o inverso.

Isso mostra que qualquer ser humano tem poderes ilimitados para amaldiçoar e para abençoar, o que é um grande disparate teológico. Além do mais, não se abençoa alguém apenas com palavras de otimismo e bondade. Abençoa-se uma pessoa ensinando-lhe um viver mais próximo do Senhor. Também não se amaldiçoa com execração, mas levando as pessoas a rejeitarem a Deus, fonte de bênção. Quarto, porque na Bíblia não há preocupação de Deus com o que amaldiçoa. A razão é muito simples: as palavras de maldição sempre originam-se de um coração azedo, amargurado, perverso, cheio de ódio. De sorte que a preocupação de Deus é sempre no sentido de livrar o que amaldiçoa e não o amaldiçoado; isto porque, do ponto de vista divino, nenhuma maldição verbalizada, vindo de quem vier, pega. Além do que, Jesus, no Novo Testamento, nos manda amar nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem (Mt 5.44), fechando, assim, o cerco a todo sentimento colérico que origina a maldição verbalizada.

O que está realmente acontecendo com este assunto é que se está confundindo juízo (maldição) de Deus, que já foi cancelado pela morte expiatória de Jesus Cristo no Calvário, com fetiches humanos resultantes de superstição – o que é bem diferente. À luz da Bíblia, a melhor definição para a palavra maldição é uma sentença que vem da quebra da lei moral de Deus. O que está escrito em Êxodo 20.5,6 é o juízo previsto na Lei para os desobedientes, enquanto permanecerem, na desobediência. O leitor precisa saber que toda maldição, prevista na Lei de Moisés, foi cancelada de uma vez por todas por Jesus Cristo, que se fez maldição em nosso lugar (Rm 8.1; Gl 3.13,14)

O jogador de futsal Carlinhos,atribui a Jesus sua boa fase

O jogador de futsal Carlinhos, 30, artilheiro do time de futsal Carlos Barbosa, afirmou que a sua boa fase profissional e pessoal se deve a sua conversão a Cristo, em março deste ano.
O atleta conheceu a Cristo através do testemunho e pregação de seu tio.
“Tudo o que tenho conquistado nesses últimos meses é fruto da minha proximidade com Deus.   

Desde que me converti, as coisas começaram a mudar na minha vida,” conta ele.
A boa fase não é só na vida profissional, a pessoal também está gratificante. Sua esposa, Patrícia Moro, terá o segundo filho do casal. Seu primeiro filho, Enzo de 3 anos, sempre que pode entra junto com o pai nas quadras, no início dos jogos.

Neste novo ano, embarcará em janeiro para a Rússia onde vai jogar pelo Dina Moscou. Uma boa oportunidade financeira e de ter mais tempo para a família.
“Na Rússia, os times jogam uma vez por semana. Aqui, temos jogado duas ou até três vezes. 

Preciso de mais tempo para o convívio familiar e não acho que essa mudança vá me tirar da evidência, já que o futsal russo está muito valorizado”.
Mesmo longe das quadras brasileiras, ele vai continuar buscando a sua vaga na seleção que disputará o Mundial de 2012, na Tailândia.

Fonte: Christian Post

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cientistas desvendam profecia maia do 'fim do mundo em 2012


Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.
A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.
O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte´, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em "estelas" – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.
Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokte´.


"(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012", disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).
"Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias."
Novas interpretações 

Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.

Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.



"A medição do tempo dos maias era muito completa", explica Gronemeyer. "Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro", afirma.

Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro 2012, Las Profecias del Fin del Mundo, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma "onda milenarista" que, segundo ela, "antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos".
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma "crise ideológica, religiosa e social".
Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma "vertente catastrófica", mas também uma linha que "prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa".
Crença no final

A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial.

Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkeres subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias.
Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas
Fonte: Pastor Elias Rébuli com informações do iG