sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Rodrigo Faro exibe o seu batismo no Jordão na TV e divide evangélicos. Vamos elevar o debate? Confira.



Batismo de apresentador gera polêmica nas redes sociais. Evangélicos se dividem ao julgar a sinceridade e a conveniência do ato religioso mostrado como espetáculo de TV


Rodrigo Faro exibiu em seu programa de domingo uma reportagem mostrando a sua visita a Israel. A tônica da matéria, que deve ter continuação no próximo programa, era religiosa, fundamentalmente. Faro seguiu o costume da maioria dos viajantes religiosos e participou do "batismo" nas águas do Rio Jordão.

O "batismo" de Faro gerou controvérsia nas redes sociais. Evangélicos de diversas denominações se dividiram acerca da atitude do apresentador. Era de se esperar! Se já nos dividimos sobre este assunto sem a ajuda de Rodrigo Faro, não seria diferente com ele. 

A controvérsias em torno no Batismo dividem os crentes há 2.000 anos  e, como um bumerangue, a polêmica sempre volta à baila na primeira oportunidade.

Para alguns, Rodrigo Faro “vivenciou uma bênção” especial. Outros, questionaram a veracidade do batismo e afirmavam que Faro “nem sabia o que aquilo significava” e estava desrespeitando a ordenança sagrada. Outros, ainda, defenderam que o local - Jordão- é capaz de oferecer um "batismo" mais forte do que se pode "obter" em outros locais. Não tarda muito, a idolatria geográfica surge com força, provocando a reprimenda dos mais lúcidos: -Não somos muçulmanos "religiosos boçais" que acreditam em peregrinações obrigatórias a lugar ou templo algum.   Jerusalém não é a Meca dos cristãos. Conclusão a que se chega desde o ano 33, a partir de um  decreto do próprio JC dado a conhecer pela primeira vez no poço de Jacó, diante de uma mulher samaritana.


Espetacularização da fé


Duas questões nesta polêmica precisam ser devidamente distinguidas. 

De um lado, temos a exploração midiática do filão gospel, a espetaculização da fé a fim de  "despertar" o interesse dos evangélicos pelo show de TV.  Isto é só mais do mesmo. Não há motivo para escândalo. A banalização da questão é só mais um exemplo da expressão meramente cultural das confissões de fé na sociedade de consumo. Faro também vai lançar um CD gospel? Não demora, heim?

Danilo bate um papo do bem com três líderes cristãos. O Padre Zezinho, da Igreja Católica Romana, o Pastor ED René da Igreja Batista e com Padre Basílio, que é da Igreja Ortodoxa Grega.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Legalização da poligamia? Projeto quer dar às amantes os mesmos direitos das esposas

Legalização da poligamia? Projeto quer dar às amantes os mesmos direitos das esposas
Um projeto de lei que vem tramitando no Senado pretende estender às amantes os mesmos direitos da esposa, nos casos em que o relacionamento extraconjugal for mantido ao longo de anos. A autora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), acredita que a proposta preveniria danos às mulheres que aceitam viver num relacionamento informal.
“Nossa proposta visa, principalmente, reunir num só instrumento legal toda a legislação e jurisprudência atualizada referente à área do Direito de Família”, argumenta Lídice.
O PL 470/2013, conhecido como Estatuto das Famílias, é carregado de polêmica. O artigo 14 da proposta diz que “as pessoas integrantes da entidade familiar têm o dever recíproco de assistência, amparo material e moral, sendo obrigadas a concorrer, na proporção de suas condições financeiras e econômicas, para a manutenção da família”.
A sugestão de extensão dos direitos às amantes também se encaixa nos casos de união estável, quando não há a formalização do casamento.
O projeto recebeu parecer favorável no relatório montado pela Comissão de Direitos Humanos, porém aguarda para ser votado desde o dia 26 de agosto. Com o trâmite em urgência de temas mais relevantes, o projeto deverá ser apreciado apenas na próxima legislatura, após a realização de audiências públicas sobre o tema.
Esse não é o primeiro projeto do tipo que o Congresso Nacional avalia. Em 2011, uma proposta semelhante, de autoria do deputado federal Cândido Vacarezza (PT-SP), foi arquivado.
Para muitos, porém, a proposta da senadora quer na verdade, legalizar a poligamia. O renomado jurista Ives Gandra, presidente da União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUSCASP), enviou ao Senado um pedido de rejeição da proposta, classificando as proposições como “desastrosas”, e observando que o texto é “incorrigível” e “inconstitucional”, pois o último artigo do projeto revogaria todo o Livro IV do Direito de Família, do Código Civil Brasileiro.
Com essa manifestação, a UJUCASP conseguiu adiar a votação do projeto e fazer com que novas discussões sejam feitas. A rejeição à proposta não vem apenas dos juristas: “Além de ela [amante] destruir meu lar, minha família, ainda vai ter direitos? Que coisa linda! Nunca na galáxia!”, protestou a vendedora Bianca Ramos, de 23 anos, ouvida pela reportagem do JusBrasil.

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar BíbliaArábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia
A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.
Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.
A missão Heart Cry  [Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.
Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos.  A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.
O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.
O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.
Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo.  Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar Vermelho

Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar VermelhoEstudo oferece explicação científica para travessia do Mar Vermelho
Computador simula dinâmicas de vento e movimento do mar
Segundo o jornal The Washington Post, um dos eventos mais famosos da Bíblia, a divisão do Mar Vermelho por Moisés, pode ter uma explicação científica. A estreia do filme Êxodo: Deuses e Reis, esta semana, tem contribuído para um amplo debate sobre o assunto.
Ao longo da história, a maioria dos cristãos aceita a narrativa como um milagre. Porém, Carl Drews, engenheiro do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos EUA (NCAR), defende que pode comprovar como ocorreu a salvação dos judeus no episódio mais conhecido do Êxodo.
Drews, que se define como “um dos muitos cristãos que aceitam a teoria científica da evolução”, apresentou um estudo, mostrando com simulações em computador, como a divisão do Mar Vermelho pode ter sido um fenômeno meteorológico. As simulações no computador indicam que um forte vento vindo do leste poderia fazer a água retroceder até duas bacias antigas, formando uma espécie de curva ao longo do Mediterrâneo. Isso criou uma “ponte de terra” medindo cerca de 4 km de comprimento por 5 km de largura. Espaço suficiente para o povo liderado por Moisés passar. “As simulações encaixam bem com o que está relatado em Êxodo”, esclarece o pesquisador. Segundo ele, Moisés teve cerca de 4 horas para conduzir o povo até o outro lado.
travessia do mar vermelho Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar Vermelho
Não é de hoje que Drews estuda o tema. Em 2010, sua tese de mestrado para o curso de Ciências Atmosféricas e Oceânicas da Universidade do Colorado em Boulder, já propunha essa explicação. Atualmente, ele trabalha para o Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, um dos principais institutos de pesquisa dos Estados Unidos.
No centro da proposta de Drews está a reconstrução da geografia do local na época do Êxodo. Ele aponta a maior probabilidade que um vento de 100 km por hora, soprando por 12 horas, poderia “encanar” numa faixa com pouco mais de dois metros de profundidade. Tudo baseado na “dinâmica de fluídos”, área de física essencial nos estudos sobre furacões. Assim que o vento parasse de soprar, as águas rapidamente voltariam a seu estado original.
Um aspecto levantado por ele e aceito amplamente pelos eruditos bíblicos é que a travessia não foi no Mar Vermelho que conhecemos, mas no Mar dos Juncos, situado mais ao norte. Mudanças radicais foram feitas pelo homem naquela região nos últimos séculos. Ele e sua equipe montaram um modelo que reproduz a dinâmica dos ventos na região do canal de Suez e no Delta Oriental do rio Nilo. Isso não mudou tanto com o passar do tempo. Há um relato de um fenômeno similar no ano de 1882, na mesma região.
Ao mesmo tempo, ele segue o relato do texto bíblico de Êxodo 14:21 “Então Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o Senhor afastou o mar e o tornou em terra seca, com um forte vento oriental que soprou toda aquela noite. Sua intenção não é negar a intervenção divina, mas tentar explicar como ela aconteceu.
O professor Drews compilou todo seu estudo no livro Between Migdol and the Sea: Crossing the Red Sea with Faith and Science [Entre Migdol e o mar: A travessia do Mar Vermelho com Fé e Ciência]. Para o pesquisador, “Fé e ciência pode ser compatíveis, se você estiver disposto a considerar outras interpretações do texto, outras ideias de como as coisas poderiam ter acontecido”.

A igreja está parcialmente adormecida, diz pastor Ronaldo Lidório

A igreja está parcialmente adormecida, diz pastor Ronaldo LidórioA igreja está parcialmente adormecida, diz pastor Ronaldo Lidório
Em entrevista ao programa Na Missão, do canal Up TV, o pastor Ronaldo Lidório falou sobre seu ministério missionário. Pastor presbiteriano, Lidório desenvolveu trabalhos em regiões consideradas áridas, nomenclatura que não se refere ao clima, e sim a falta de frutificação dos trabalhos.
As missões em regiões áridas acontecem nos locais onde a Palavra de Deus ainda não chegou ou nos locais onde já houve evangelização, mas nenhuma igreja foi estabelecida.
“Há regiões onde o evangelho chegou há 10, 20, 30 anos e não há ainda nenhuma igreja do Senhor Jesus naquele lugar”, disse. Lidório tem feito treinamento para missionários que atuam nessas localidades para que essa situação seja mudada, acreditando ser este um dos maiores desafios da Igreja em todo o mundo.
Por falar em desafios, o pastor foi questionado sobre o jargão de “despertamento” para a Igreja Brasileira e respondeu que ela está “parcialmente dormindo”. Na visão do de Ronaldo Lidório, apesar dos avanços de trabalho missionários, há um déficit de ações voltadas para alcançar mais pessoas com a mensagem do evangelho.
“O número de iniciativas missionárias está muito aquém do potencial da Igreja brasileira”, disse ele. O Brasil tem cerca de 6 mil missionários, mas pelo tamanho da Igreja Brasileira este número poderia ser de 30 mil.
A falta de missionários pode estar ligada à forma como a sociedade tem influenciado as igrejas, fazendo com que as pessoas busquem bens materiais e realizações pessoais que vão contra a missão. “Eu creio que a igreja reflete a própria influência da sociedade sobre o crente de maneira ampla, hoje a sociedade leva cada um dos seus participantes a olhar mais para si mesmo de uma maneira mais hedônica”, afirmou.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Número de evangélicos cresce mais em igrejas às margens das rodovias

Número de evangélicos cresce mais em igrejas às margens das rodoviasFoto: Carlos Moraes / Agência O Dia
Uma pesquisa realizada com base no Censo Demográfico de 2010 do IBGE mostra que as igrejas que ficam à margem da Via Dutra (Rio de Janeiro e São Paulo) e na BR-101 (Rio de Janeiro – Espírito Santo) crescem mais que as igrejas afastadas das rodovias.
Um dos exemplos de ministérios que estão prosperando nessas localidades é a Igreja Projeto Vida de Nova Iguaçu que fica às margens da Dutra. Quando foi inaugurada, há cinco anos, a igreja tinha apenas oito membros e hoje um culto chega a atrair 250 pessoas.
Para o pastor Márcio Gonçalves há uma explicação para este fenômeno: “Há uma crise de valores na sociedade, que tem levado as pessoas a buscar respostas para suas angústias financeiras e familiares. Elas querem ser bem recebidas e assistidas nas dificuldades. A Igreja Evangélica faz esse acolhimento”.
Mas para os pesquisadores José Eustáquio Diniz Alves e Luiz Felipe Walter Barros, responsáveis pelo estudo intitulado de “A transição religiosa brasileira e o processo de difusão das filiações evangélicas no Rio de Janeiro” o que faz com que essas igrejas aumente o número dos fiéis é a facilidade proporcionada pelas grandes estradas.
As rodovias permitem que fiéis evangelizem e atraiam novos seguidores para a religião, o que não acontece nas cidades afastadas. Segundo o Censo, em 2000 dos 92 municípios fluminenses os evangélicos eram maioria apenas em Silva Jardim, na Baixada Fluminense. Hoje já representam a maioria em 18 cidades do Rio.
Os pesquisadores anotaram que o crescimento dos evangélicos está ligado à diminuição do número de católicos. “É um caminho irreversível. A Igreja Católica se acomodou e não está reagindo à ascensão protestante. Nem o Papa latino conseguiu estancar essa sangria”, disse o pesquisador José Eustáquio para o jornal O Dia.
Na última década o número de católicos cresceu em apenas dois municípios fluminenses: Macuco e São José de Ubá que ficam quase na fronteira com Minas Gerais, ao Norte do estado. Enquanto isso em Queimados, Silva Jardim, Japeri e Seroédica o número de fiéis da Igreja Católica caiu para menos de 30% da população. Já nas cidades de Angra dos Reis e Paraty os católicos já são menos que a metade da população. Com informações O Dia

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Sergipe: Evangélicos protestam contra a corrupção em frente à ALESE

Sergipe: Evangélicos protestam contra a corrupção em frente à ALESESergipe: Evangélicos protestam contra a corrupção em frente à ALESE
Na última semana grupos de evangélicos se uniram em frente à Assembleia Legislativa de Sergipe (ALESE) para realizar uma manifestação pedindo transparência do Poder Legislativo na distribuição das verbas de subvenções, destinadas a projetos sociais.
O uso desses recursos está sendo investigado pela justiça eleitoral para saber se eles foram destinados para gastos de campanhas dos deputados estaduais. “Vamos tentar também sensibilizar os deputados com estas manifestações para que haja maior transparência”,  disse o pastor Antonio Figueiredo que é diretor da União dos Ministros Evangélicos do Estado de Sergipe (Umese) de Aracaju.
Além da Umese, outras instituições evangélicas participaram do ato que aconteceu na praça Fausto Cardoso, como a  Federação das Igrejas Evangélicas do Brasil (Fiebra), juventude Batista Sergipana (Jubase) e Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).
“Se há boas ações [com as verbas de subvenções], que estejam às claras, que os deputados mostrem o que eles estão fazendo com o dinheiro público”, afirmou o pastor Deivid Brito, da Igreja Batista do Orlando Dantas, em entrevista para a filiada da Rede Globo em Sergipe.
Durante o protesto os presentes reclamam dos critérios usados pelos deputados para fazerem doações para as entidades. “Não é justo uma instituição de futebol que nem conta bancária tem receber R$ 800 mil e uma entidade que trabalha, como a Amo, receber apenas R$ 33 mil”, disse o pastor Carlos Fontes.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Toda criatura ao nascer é muçulmana, diz estudioso em livro

Toda criatura ao nascer é muçulmana, diz estudioso em livroToda criatura ao nascer é muçulmana, diz estudioso em livro
No islamismo todas as pessoas nascem muçulmanas, por estarem submissas a Alá. Essa submissão é o significado da palavra Islã, segundo ensina o xeque Taleb Hussein al-Khazraji no livro “Islamismo” lançado pela Bella Editora.
Na obra, que faz parte de uma coleção sobre religiões, o xeque fala sobre algumas bases do islamismo dizendo que com o passar do tempo muitos vão perdendo essa submissão. “Ao crescer, no entanto, afasta-se dessa condição natural”, escreve.
Segundo o livro ser muçulmano não é uma condição exclusiva dos árabes que representam apenas 15% dos seguidores do Islã em todo o mundo. A religião é a fé que mais cresce e está presente em todos os continentes.
Para ser considerado um muçulmano é necessário abraçar a fé segundo Alá revelou aos profetas, também considerados “iluminados”, incluindo Maomé que foi o último profeta a receber a revelação de Alá através do anjo Gabriel.
O Alcorão contém as escrituras desses profetas e traz as regras para quem quer servir a Alá. “A lei divina constante nele é a lei que permanecerá vigente até o dia do Juízo, quando toda a humanidade responderá perante Deus”.
Para quem crê, esses ensinamentos passados pelos profetas trazem unidade, humildade, perdão, justiça social, amor fraterno e a necessidade de observar as provas da bondade de Alá em toda a criação.
Comparando o livro sagrado do Islã com o de outras religiões, o xeque afirma que o Alcorão é o único que continua fiel ao longo dos anos. “Os livros sagrados anteriores sofreram profundas alterações, e muito dos seus originais se perderam com o passar dos séculos”.
Pós-graduado em ensinamentos do Alcorão, jurisprudência e pensamento islâmico, Taleb Hussein al-Khazraji trabalha na Mesquita Mohammad Mensageiro de Deus que fica no Brás, em São Paulo, desde 1989. Com informações Folha de SP

Plano para construir McDonald na igreja para atrair as pessoas

Plano para construir McDonald na igreja para atrair as pessoas para adorar
EE.UU. Um novo projeto, chamado "McMass "pretende renovar o ambiente de uma igreja, através da abertura de um McDonald no interior do templo, com o objectivo de atrair mais pessoas. 

A empresa de design que trabalha no projeto tenta lidar com o que chamam de "problema da igreja vazia "e a diminuição da frequência de serviços. Muitas igrejas estão sem pessoas e totalmente em desuso nos dias em que não cultos. 

É por isso que nosso objetivo é construir a primeira "igreja McMass", que vai construir um McDonald no interior da igreja para aumentar a frequência, de acordo com o publicado Raw história . 

O projeto McMass, liderado pelo empresário Paul Di Lucca, é um grupo multirreligiosa que pretende levantar US $ 1 milhão para o projeto incomum. Segundo Lucca, que é o diretor de criação da agência cristã Lux Dei , a freqüência à igreja está em declínio nos Estados Unidos e para aumentar o número de assistentes , os líderes religiosos devem pensar como atrair as pessoas de hoje . Considera que, embora a idéia de restaurante McDonalds podem parecer " loucura "para alguns, é algo que pode funcionar em alcançar o crescimento da igreja. " O cristianismo não é capaz de capturar o público moderno ", disse Di Lucca para NBC News . 

"Há uma falta de inovação e design nas comunidades da igreja." "Nos Estados Unidos, 3 milhões de pessoas deixam a igreja a cada ano . Em 2013, cerca de 10.000 igrejas foram fechadas em todo o país ... A solução ?. Construir McDonalds nas igrejas. "

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

E saber que para muitos "crentes" nada disso tem valor

the-passion-of-christ
Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.
Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte. Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.
O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas, e o faz com a decisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produziu o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas; o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
 
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, entrega-O para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos… A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário.
Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros; Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos e os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida sabe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.
O sangue começa a escorrer; Jesus é deitado de costas; as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego; quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.
Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu nada desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede… Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. É isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.
Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça.
Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés.
Inimaginável!
Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui.
Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas, todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”
Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz:
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”
E morre… Em meu lugar e no seu.
Autor: dr. Pierre Barbet