terça-feira, 30 de abril de 2013

Vídeo – Ovacionado, pastor Marco Feliciano diz que não “caiu” por causa das orações feitas por ele

Vídeo – Ovacionado, pastor Marco Feliciano diz que não “caiu” por causa das orações feitas por ele e afirma: “Estamos em guerra”; Assista na íntegra
Ovacionado por uma multidão que expressou seu apoio com a frase “Me representa, Feliciano”, o pastor e deputado federal presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) pregou no último domingo, 28 de abril, no Congresso de Missões dos Gideões, em Camboriú, Santa Catarina, e falou sobre as polêmicas em que foi envolvido nos últimos meses.
Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que na história da igreja evangélica no Brasil, “nunca houve tanta oração comungada. Nunca tantos crentes oraram por uma só pessoa como aconteceu nesses dias”, e que por isso, encontrou forças para resistir às pressões: “Uma revista de grande circulação me colocou na capa como o homem que afrontou o Brasil, e embaixo [a pergunta] ‘Por quê é que ele não cai?’. Eu não caio e a resposta está aqui. Não caio graças à oração de vocês”, disse antes de levar o público de mais de 5 mil pessoas à êxtase: “Sai da frente satanás. Estamos em guerra”.
Feliciano voltou a reafirmar que não pretende sair da CDHM e frisou que as polêmicas envolvendo seu nome estão sendo repercutidas à exaustão: “Nunca uma notícia durou tanto tempo. A mídia secular que domina o Brasil tenta me destruir, usando depoimentos meus feitos há 14 anos”, observou. “A verdade deve ser dita. Podem cassar um deputado, mas não um pastor. Mesmo que levem ele para a cadeia, ele pregará lá dentro”, disse.
Segundo o pastor, os jornais “desenharam a figura de um monstro”, o que levou as pessoas a enxergá-lo de maneira equivocada e até, a ser esquecido pelos colegas políticos: “Nessa luta que venho passando, me deixaram 30 dias sozinho na cruz. Por 30 dias nem a nossa Frente [Parlamentar Evangélica] havia se manifestado. O Brasil inteiro me viu apanhar sozinho. Eu chorei”, confidenciou Feliciano.
Ele agradeceu, entre outros, ao pastor Silas Malafaia, de quem afirmou ter recebido uma ligação de manifestação de solidariedade: “Eu parecia um leproso, ninguém queria estar perto de mim, mas ele (Malafaia) me apoiou”.
Citando as críticas que recebe pelo teor polêmico de suas mensagens durante os cultos, o pastor isentou-se de responsabilidades: “Minhas pregações não despertam o ódio e sim a consciência do homem diante de seus pecados. E diante de seus pecados, o homem tem duas posições a tomar: ou se converte, ou fica com ódio”, disse.
Confira no vídeo abaixo, a íntegra da pregação do pastor Marco Feliciano durante o Congresso de Missões dos Gideões:

Em cartaz com o musical O Mágico de Oz, atriz Heloísa Perissé realiza culto antes das apresentações, diz jornalista

Em cartaz com o musical O Mágico de Oz, atriz Heloísa Perissé realiza culto antes das apresentações, diz jornalista
A atriz Heloísa Perissé está em cartaz com o musical O Mágico de Oz, no teatro Alfa, em São Paulo para interpretar a malvada senhora Gulch, personagem que exige um nariz e queixo postiço.
Antes da peça, de acordo com informações da jornalista Mônica Bergamo, a atriz realiza uma espécie de mini culto, com a leitura de um livro cristão para os integrantes do elenco que se interessam pelo tema.
“Experimente. Converse com Deus agora”, diz o texto lido pela atriz, que frequenta uma congregação da Igreja Presbiteriana, e rejeita rótulos: “Não me defino como evangélica, não quero denominações. Digo que sou de Jesus”, afirma.
Durante a leitura do livro, Heloísa enfatiza um trecho do texto que afirma que “ama quem pratica justiça”, e comenta com os colegas: “Viu o que eu falei antes? Deus não é bom nem mau. Deus é justo”.
A atriz diz ainda, em conversa com o repórter Joelmir Tavares, que se diz contra a “fé cega”, mas que a religião “só ajuda” em seu sucesso profissional: “Deus também é a graça. A graça de Deus, né? Quando paro nessa fonte, a graça vem de uma forma divina. Você pode fazer graça sem ser ofensiva, apelativa”, diz a atriz.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Pastora Damares faz denúncias graves e alerta a Igreja. Veja o vídeo



Pastora denuncia projetos de erotização infantil no BrasilPastora denuncia projetos de erotização infantil no Brasil
A advogada Damares Alves, pastora e assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, realizou uma palestra na Primeira Igreja Batista em Campo Grande (MS) denunciando diversos projetos políticos que ameaçam as crianças, a família e a igreja.
A doutora, que também é professora, mostrou diversos projetos voltados para crianças com o objetivo de influenciá-las sexualmente. Além da parte sexual, ela fez um alerta sobre o consumo de drogas.
Ao dar início a sua palestra, ela avisou: “A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios”, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização.
As denúncias da advogada estão sendo divulgadas pelas redes sociais e causando revolta em pais de todas as religiões, pois os materiais incentivando o sexo entre crianças de 10 anos já foram distribuídos em diversas escolas espalhadas pelo Brasil.
“Estão detonando as nossas crianças”, diz ela que em seguida mostra um livro que será distribuído para crianças de dois a três anos de idade que mostra dois príncipes se casando. Há outros materiais que estão tratando com naturalidade a homossexualidade.
Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito do conteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.
Outros assuntos são tratados na palestra, como o aborto e a manipulação de informações que tem como objetivo aprovar a interrupção de gravidez. As denúncias são gravíssimas.




Damares Alves denuncia graves ameaças contra a vida, a família e as crianças existentes em projetos tramitando no Congresso Nacional. É longo, mas há muita informação importante.





Bairro que receberá Papa Francisco no Rio de Janeiro é considerado reduto de evangélicos

Bairro que receberá Papa Francisco no Rio de Janeiro é considerado reduto de evangélicos
A visita do Papa Francisco ao Brasil no mês de Julho desse ano será marcada pela presença do pontífice em um bairro considerado um dos redutos de evangélicos no Rio de Janeiro, que é também a cidade brasileira que tem o menor percentual de católicos do país, segundo dados do Censo de 2010,que aponta que o Rio de Janeiro tem apenas 45,8% de sua população declaradamente católica.
De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Guaratiba, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro (RJ) que receberá o papa católico Francisco em julho deste ano (2013), é um dos 11 bairros, onde a proporção de evangélicos é maior que a de católicos na capital carioca. Próximo ao Campus Fidei, na Estrada da Capoeira Grande, onde será celebrada a vigília e a missa papal, muitos pastores regem cultos em diversos templos que ocupam a região.
A visita do líder católico na região está mudando a rotina do bairro. Segundo o G1, a expectativa dos moradores é de que a vinda do Papa traga asfalto para as ruas de terra batida, além de hospitais e infraestrutura para um dos bairros mais pobres do município. No Censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Guaratiba ocupou a 118ª colocação entre 126 áreas no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Moradores da região estão também cobrando altos valores de aluguel por quartos e casas no bairro, para peregrinos que querem acompanhar a Jornada Mundial da Juventude, evento em que o Papa Francisco estará presente.
Contrariando a organização do evento, que pede aos moradores que abram suas casas gratuitamente aos peregrinos, moradores da região estão cobrando até R$ 500 por uma noite de hospedagem durante o evento. A média dos valores cobrados corresponde ao preço do aluguel mensal de um imóvel na região ou da diária em um hotel na Praia de Copacabana, fora de temporada.
A professora aposentada Irani Bloomfield, moradora há cinco anos de Sepetiba, área vizinha a Guaratiba, resolveu alugar o quarto vazio de sua casa, cobrando R$ 100 por pessoa. Com um beliche e um colchão inflável, além de um banheiro com chuveiro e água quente, ela diz que o quarto acomoda até cinco pessoas, o que pode render R$ 500.
- Acho que este espaço na minha casa será muito concorrido. Aqui não tem locais para comportar a multidão que está sendo esperada. Apesar de ser aguardado um público jovem, muitos idosos vão assistir à missa do Papa e querem conforto. Eles não vão se sujeitar a dormir ao relento, ou passar frio, por isso estou cobrando este preço – explicou Irani.
Por Dan Martins

sábado, 27 de abril de 2013

Sylvester Stallone se entrega novamente a Cristo




Sylvester Stallone, famoso pelos filmes “Rocky” e “Rambo”, voltou a suas raízes cristãs, numa experiência de conversão que ele diz o libertou das pressões do mundo.

“Quanto mais vou à igreja”, disse Stallone, de acordo com o boletim CitizenLink de Focus on the Family, “e quanto mais me entrego ao processo de crer em Jesus e escutar Sua Palavra e deixá-Lo me guiar no que faço, mais sinto como se as pressões sumissem de cima de mim”.
No filme de Stallone, Rocky Balboa, o último na série de filmes “Rocky”, ele reflete sobre seguir

Cristo e não sobre enfrentar batalhas sozinho.
“É como se [Rocky] estivesse sendo escolhido, como se Jesus estivesse sobre ele, e como se ele fosse o cara que viveria sempre o exemplo de Cristo”, Stallone disse numa conferência com pastores e líderes religiosos no ano passado. “[Rocky agora] é muito, muito perdoador. Não há amargura nele.

Ele sempre vira a outra face. É como se sua vida inteira fosse sobre servir”.
“Fui criado num lar cristão, e aprendi a fé cristã e fui até onde consegui”, disse Stallone. “Até que um dia, sabe, entrei no tão chamado mundo real e conheci a tentação. Praticamente me desviei do caminho e fiz uma porção de escolhas erradas”.

Stallone disse que ele quer comunicar para as audiências a importância de freqüentar a igreja e receber apoio no compromisso de viver a fé cristã.
“Precisamos ter a experiência e a orientação de outra pessoa”, disse ele. “Não podemos treinar a nós mesmos. Sinto do mesmo jeito acerca do Cristianismo e acerca do que a igreja é: A igreja é a academia de ginástica da alma”.

A estória de um Rocky que sente culpa espiritual e lê a Bíblia antes de cada luta foi escrita pela própria experiência de vida do ator, disse Stallone.
“A maior parte dos meus filmes anteriores era cheia de sangue”, ele declarou para o jornal San

Francisco Chronicle. “Eles eram os resultados criativos de minha juventude, quando meu casamento não estava indo bem e me sentia seduzido pelas tentações de Hollywood”.
“Precisei realmente passar por meus testes e tribulações”, ele disse, “antes que eu pudesse ser homem o suficiente para saber escrever o tipo de estória que ‘Rocky Balboa’ é”.

Stallone desenvolveu um kit de recursos grátis para líderes, em associação com Motive Entertainment, para ajudar os pastores e líderes de igreja a utilizar a mensagem cristã do filme. O kit inclui um guia de líderes (grátis por download) que lida com as questões de coragem, integridade, fé, vitória e propósito, relatou o jornal Christian Examiner. O guia tem várias abordagens feitas para suprir as várias necessidades dos pastores, líderes de jovem, líderes de ministérios de leigos e pais.

Fonte: Lifesite 

Crente pode ouvir música do mundo?

Atriz Paula Burlamaqui
na novela Avenida Brasil da rede Globo

A pergunta é boa... crente pode ouvir música do mundo? Melhor ainda seria perguntar se crente pode vestir roupa do mundo, comer comida do mundo, ver televisão do mundo, filme do mundo etc.

Não sei por que a música foi tão estigmatizada nos círculos evangélicos. Talvez seja pela crendice de que Lúcifer era o regente do grande coral celestial... sei lá. 

O fato é que, na maioria das vezes, o crente que ojeriza a música dita do mundo não vê problemas em assistir ao filme Homem de Ferro 3 no cinema; acompanhar aquela novela da Globo; comer angu à mineira, mesmo que ele também seja servido em despachos; ou, ainda, comprar roupa na C&A, que nada tem de teor cristão em sua declaração de missão empresarial.

Mas antes de prosseguir com este assunto, deixe-me apresentar o motivo de escrever sobre a música secular e os cristãos.


Segue, abaixo, o e-mail enviado há uma semana.

A Paz meu irmão.
Fui inquirido por adolescente da minha igreja: "é pecado cantar música mundana?"

Tudo que me foi ensinado diz que sim. Diz que se não for pecado é pelo
menos errado!!!

O que aprendi está correto???

Obrigado por sua atenção e aguardo retorno.

Guilherme Comini
Belo Horizonte/MG



Para responder o contato do irmão Guilherme, preciso primeiramente fazer três comentários como introdução.

  1. É mais difícil responder diretamente uma questão da qual não tenho as proposições para argumentar, seja favoravelmente ou não. O que desejo que você entenda no momento é que ainda que tivéssemos a mesma opinião, poderíamos ter motivos diferentes para chegar à mesma conclusão. Contudo, eu poderia estar embasado na experiência pessoal, e o irmão poderia estar convencido biblicamente. Nesse caso, minha argumentação poderia ser facilmente questionada, porque está fundamentada naquilo que é subjetivo; enquanto a sua seria mais sólida e difícil de “atacar”. Porque não conheço os seus motivos para considerar errado ouvir música do mundo, minha resposta não visa questionar os seus argumentos. Nem conheço quais são os seus argumentos! Você apenas disse que foi ensinado que é errado e concorda com o que foi ensinado.
  2. Meu artigo é uma resposta para a pergunta: é errado o crente ouvir ou cantar música do mundo? E o que segue é minha opinião quanto a isso. Não se trata de uma resposta para minar as suas convicções com base nos seus argumentos, dogmas etc. Isso tudo tem a ver com a parte de conclusão do meu texto, e você entenderá perfeitamente o que estou falando. Vou repetir! Essa é minha opinião. E o que é bom pra mim, pode não ser bom pra você!
  3. Ainda que seja apenas minha opinião sobre o assunto, gostaria de enfatizar que é a opinião de quem já teve a música como profissão. Pianista profissional registrado na Ordem dos Músicos do Brasil e estudante de regência na Escola de Música Villa-Lobos com o maestro Alceo Bochino. Atuei na música secular como músico profissional e na igreja com regência coral, orquestra, pianista e líder de grupos de louvor. É, portanto a opinião de quem passou, no mínimo, algum tempo refletindo sobre a questão com algum comprometimento pessoal. Acho que isso faz diferença, uma vez que não será uma opinião descontextualizada.


Agora podemos partir para a argumentação da minha opinião. Acredito que preciso antes trabalhar o conceito de “música do mundo”. O que seria “música do mundo” ou a música secular em contraste com a música evangélica/gospel? A definição mais básica dessa diferença seria a motivação ou endereçamento da composição. A música evangélica/gospel tem sua composição motivada pela experiência religiosa do compositor e a música é dedicada a Deus, aborda uma temática relacionada a Deus. A música secular, ou “música do mundo” como geralmente é tratada no círculo cristão, é aquela música que não tem a motivação ou endereçamento religioso; embora algumas músicas seculares tenham uma temática religiosa. Nesse caso, acredito que a música secular com temática religiosa não deixa de ser considerada “música do mundo” porque ela não tem status litúrgico. E, para a comunidade cristã, não basta que a música tenha a temática religiosa, ou que a composição seja dedicada a Deus, a vida do intérprete deve também ser uma vida dedicada a Deus. A música e seu intérprete precisam ser “santos”, dedicados a Deus. Por isso não encontramos o intérprete cristão cantando “Jesus Cristo” de Roberto Carlos no culto, e também não encontramos Roberto Carlos sendo convidado para cantar como participação especial no Diante do Trono – ainda que ele seja o rei...

A música do mundo poderia ser dividida em duas grandes categorias: a música instrumental e a música com letra. Se o crente tem medo da música do mundo pela influência que ela pode ter sobre o ouvinte, a música instrumental é a menos “perigosa”. Apreciar a música instrumental é como apreciar qualquer outra arte, como as artes plásticas, por exemplo. Como a música é instrumental, seu valor é muito mais artístico, estético etc. É claro que a música instrumental tem uma história para contar, tem algum significado, havia alguma intenção na cabeça do seu compositor como motivação de composição da obra instrumental; mas a comunicação dessa mensagem é, de longe, inferior quando comparado com a música com letra. A música com letra tem uma mensagem muito mais explícita e completa.

Quando precisamos tratar da música com letra, portanto, devemos analisar a letra da música. Qual é a mensagem que o autor desejou transmitir com suas palavras? Acredito que aqui esteja a nossa maior preocupação. Se a música do mundo não é rejeitada pela comunidade cristã por causa da mensagem, então seria o quê? Se é simplesmente pela origem da música, então precisamos questionar o uso de nossas roupas, a comida que compramos etc. Seria um pouco de hipocrisia demonizar a música com base apenas em sua origem e não fazer o mesmo com todo o resto que cerca nossas vidas!

Não concordo, portanto, com o argumento que o crente não deve ouvir música do mundo por causa de sua origem: o mundo. O que mais não é do mundo? Será que seria só a música? Estou escrevendo este texto num netbook da HP com sistema operacional Linux. Tanto o hardware como o software têm origem “mundana”. Será que meu texto de resposta para você será descartado por causa da origem dos recursos utilizados para compor o texto?

É essa hipocrisia ou “ingenuidade” que os crentes querem viver que me revolta. Há falta de coerência no discurso e na conduta que professam ter. Com isso, acabam fazendo papelão.

– Não assista novela da Globo!
– Por quê?
– Porque tem adultério e traição.
– E na Bíblia não tem?

– Meus filhos não podem ler este livro porque ele tem histórias de guerra e violência.
– Eles só leem a Bíblia?
– Sim.
– E na Bíblia não tem histórias de guerra e violência?

Não estou dizendo que não existe uma diferença entre a guerra, a violência, a traição e o adultério entre a literatura secular e a Bíblia. E, sim, quero dizer que precisamos melhorar nossos argumentos para não parecermos idiotas quando tratamos desse assunto com os que não são crentes.

Portanto, a única explicação que acredito ser adequada para o porquê do crente ser “proibido” de ouvir música do mundo seria pela mensagem contida na letra da música. E aqui temos razões suficiente para dizer: prefiro não ouvir essa música.

Dizer que a música tem uma letra com uma mensagem conflitante com o meu credo e por isso “prefiro não ouvir” traz à nossa memória a Igreja em Corinto. Aquela Igreja vivia um drama parecido. Vamos ler primeiramente o texto.

“Agora vou tratar do problema dos alimentos oferecidos aos ídolos. Na verdade, como se diz, “todos nós temos conhecimento.” Porém esse tipo de conhecimento enche a pessoa de orgulho; mas o amor nos faz progredir na fé. A pessoa que pensa que sabe alguma coisa ainda não tem a sabedoria que precisa. Mas quem ama a Deus é conhecido por ele. Quanto a comer alimentos que tenham sido oferecidos aos ídolos, nós sabemos que um ídolo representa alguma coisa que realmente não existe. E sabemos que existe somente um Deus. Pois existem os que são chamados de “deuses”, tanto no céu como na terra, como também existem muitos “deuses” e muitos “senhores”. Porém para nós existe somente um Deus, o Pai e Criador de todas as coisas, para quem nós vivemos. E existe somente um Senhor, que é Jesus Cristo, por meio de quem todas as coisas foram criadas e por meio de quem nós existimos. Mas nem todos conhecem essa verdade. Existem pessoas tão acostumadas com os ídolos, que até agora comem desses alimentos, pensando que eles pertencem aos ídolos. A consciência dessas pessoas é fraca, e por isso elas se sentem impuras quando comem desses alimentos. Não é esta ou aquela comida que vai fazer com que Deus nos aceite. Nós não perderemos nada se não comermos e não ganharemos nada se comermos desse alimento. Mas tenham cuidado para que essa liberdade de vocês não faça com que os fracos na fé caiam em pecado. Porque, se uma pessoa que tem a consciência fraca neste assunto vir você, que tem “conhecimento”, comendo alimentos no templo de um ídolo, será que essa pessoa não vai querer também comer alimentos oferecidos aos ídolos? Assim este cristão fraco, este seu irmão por quem Cristo morreu, vai se perder por causa do “conhecimento” que você tem. Desse modo, pecando contra o seu irmão e ferindo a consciência dele, você estará pecando contra Cristo. Portanto, se o alimento faz com que o meu irmão peque, nunca mais vou comer carne a fim de que eu não seja a causa do pecado dele.”
                                                                                               I Coríntios 8:1-13

Havia na cidade de Corinto muitos templos pagãos. Carne era oferecida como oferta a esses deuses nos templos, e a sobra era vendida pelos sacerdotes no mercado de carnes por um preço mais barato. Os membros mais pobres daquela comunidade cristã só podiam comprar a carne com o preço mais acessível, mas a possibilidade de estar comprando da carne que fora oferecida aos ídolos era grande. O que fazer? O conselho de Paulo foi: vai no açougue, compre a carne e não pergunte nada por questão de consciência. Se um amigo oferecer um banquete e não disser a procedência da carne, coma à vontade. A verdade é que nada há na carne que seja “demoníaca” até mesmo porque sabemos que ídolos não são nada, e foi Deus quem criou todas as coisas. Não se ganha ou se perde nada comendo ou não comendo dessa carne. Mas, por uma questão de consciência, para não ferir a consciência do irmão fraco, não coma da carne oferecida a ídolos.

Mais adiante no texto da carta aos coríntios, quando volta a falar do mesmo assunto, Paulo acrescenta: “Alguns dizem assim: “Podemos fazer tudo o que queremos.” Sim, mas nem tudo é bom. “Podemos fazer tudo o que queremos”, mas nem tudo é útil.” 1 Coríntios 10:23

Esse sempre foi o meu texto norteador nesta questão. Foi assim que ensinei minha filha a julgar o que ela deveria ou não ouvir. Ela, às vezes, me pergunta se pode ou não ouvir esse ou aquele cantor, ou essa e aquela música. Minha resposta é: julgue se o que você está ouvindo é útil. Você pode ouvir de tudo, mas nem tudo convém!

Guilherme, há músicas do mundo que têm valor histórico e moral, veja a importância e como você pode exercitar sua cidadania refletindo sobre as músicas escritas durante a ditadura. Faz parte de nossa história! Posso citar Chico Buarque, Caetano Veloso, Geraldo Vandré e muitos outros. Há músicas que louvam o valor da boa amizade, ou do amor do filho pelo pai. Podemos ouvir de tudo, mas nem tudo convém. Lembra? Se a música é um louvor ao amor de um homem por uma mulher, à fidelidade e ao companheirismo, ótimo! Por que não ouvir? Não foi esse o desejo de Deus ao criar a mulher para o homem? Contudo, se a música é um louvor ao amor de um casal em adultério, prefiro não ouvir.

Jesus disse que o que faz mal não é o que entra, mas o que sai da boca. A boca fala do que o coração está cheio. A coisa toda tem muito mais a ver com que está dentro de nós do que aquilo que está fora, no mundo. Pois onde estiverem as nossas riquezas, aí estará o nosso coração. Se eu valorizo uma música que louva o adultério, alguma coisa está errada com meu coração, com a minha conversão. Se valorizo uma canção que louva o valor de uma amizade, esse olhar de valor que tenho sobre a canção é dirigido por um coração segundo Deus. Se não fosse assim, não poderíamos julgar os valores morais presentes no mundo, o que me faz lembrar da abertura de Paulo em sua carta aos Romanos: "Os gentios cumprem a lei de Deus gravada em seus corações" Romanos 2:15. Tudo aquilo que Deus criou e chamou de bom não está somente dentro das igrejas e na mão dos crentes para fazer. A graça comum de Deus estende-se sobre toda a criação! O que podemos encontrar de belo no mundo está lá, presente e pulsante, por Sua graça e para Seu louvor! 

Por isso ouso dizer: nem toda música do mundo é demoníaca, e nem toda música gospel é santa. Se o problema da música do mundo está na mensagem que sua letra traz, digo que há muitas músicas gospel com letras que fazem muito mais mal ao crente do que muitas músicas do mundo. Há muita música gospel com letra que traz uma mensagem altamente destrutiva para a verdadeira fé. São músicas com mensagens antropocêntricas que desvalorizam Deus e supervalorizam o homem, fazendo Deus de servo e o servo de senhor. Músicas cantadas todas as noites nas igrejas que negam a trindade, ou incentivam as pessoas a amarem a Deus para barganhar por bençãos.

Guilherme, não encontro uma assertiva bíblica, clara e inquestionável, de que o crente esteja proibido ou deveria ser proibido de ouvir música do mundo. Mas, já deixei claro que, apesar de poder ouvir de tudo, nem tudo convém. Isso deveria incluir também o repertório gospel. Tem música gospel que prefiro não ouvir porque é contra minha fé! Você também deve fazer esse tipo de seleção no seu repertório gospel, ou será que você canta tudo que rola nas rádios?

Ainda dentro do discurso de Paulo aos coríntios sobre carne sacrificada a ídolos, ele diz que nossa liberdade não pode ser usada para ferir a consciência de outros irmãos que acreditam ser errado comer daquela carne. Ou seja, se minha comunidade cristã acredita que é errado ouvir música do mundo, não ouvirei de forma que provoque ou “teste” a fé deles. Não posso ser motivo de escândalo para eles.

Quem acha que pode ouvir uma música ou outra não pode fazer de forma a agredir a fé do irmão, e quem acha que deve excluir essas músicas de seu repertório para o benefício de sua consagração não deveria criticar aquele que ouve por diversão.

O que pode ser bom para mim, pode não ser bom para outras pessoas. Ainda que eu possa curtir algumas músicas do mundo dentro daquele padrão mencionado anteriormente, músicas que não ferem necessariamente a minha fé e meus valores cristãos; algumas pessoas, no entanto, não podem ouvir nem essas músicas porque elas se tornarão um passo para o desvio. São como alcoólatras que não podem nem comer um bombom de licor para não serem tentados a voltar ao alcoolismo. Se há uma ligação forte demais da pessoa com a música do mundo e as velhas práticas de sua antiga natureza, então é melhor que essa pessoa não escute música nenhuma do mundo. Isso me faz lembrar daquela personagem da Paula Burlamaqui na novela Avenida Brasil da Globo. Crentona, cheia daquelas idiossincrasias, mas não podia ouvir uma determinada música que ela logo perdia a linha. Se esse é o caso, o crente que tem a música do mundo como um ponto fraco, não deveria ouvir música alguma. Mas essa é uma escolha pessoal, faz parte de sua consagração pessoal e não deveria ser imposta a outras pessoas como uma regra bíblica, porque ela não é bíblica! Tem crente que nem precisa de Playboy para pecar, basta uma revista da Avon ou Demillus... Entende que o problema nem sempre está na coisa, mas na concupiscência de cada coração? Mais uma vez posso aplicar um conselho de Paulo: “Quem dá mais valor a certo dia faz isso para honrar o Senhor. E também quem come de tudo faz isso para honrar o Senhor, pois agradece a Deus o alimento. E quem evita comer certas coisas faz isso para honrar o Senhor e dá graças a Deus” Romanos 14:6. Se essa pessoa evita ouvir essas músicas, ainda que elas não tenham nada demais, faz pelo Senhor. E isso é bom!

Há, também, aqueles que fazem do cantor um ídolo. E nesse caso pode não ser apenas o cantor do mundo, mas o cantor gospel também. Falem mal da minha mãe, mas não falem da Ana Paula Valadão! Escola Bíblica Dominical está vazia enquanto o show do Fernandinho está lotadíssimo. Na minha opinião, essa proibição da igreja, dizendo que crente não pode ouvir música do mundo, é uma tentativa fraca de evitar que os crentes se envolvam com a adoração desses ídolos do mundo musical. Mas, idólatra é o coração humano sem Cristo! Na falta de ídolos do mundo, porque somos proibidos do acesso a eles, criamos nossos próprios ídolos na igreja. E como tem coração sem Cristo dentro de nossas igrejas...

Vou parafrasear Paulo como resumo da minha opinião: posso ouvir todo tipo de música, mas nem toda música é útil. Examino todas as músicas e fico só com o que é bom. Mas se o irmão prefere não ouvir das músicas do mundo porque faz parte de sua consagração pessoal e o irmão faz isso pelo Senhor, não posso criticá-lo! Louvado seja o Senhor! 1 Coríntios 10:23, 1 Tessalonicenses 5:21 e Romanos 14:6.

Marco Feliciano recebe mensagens de apoio no Gideões


Marco Feliciano recebe mensagens de apoio no GideõesMarco Feliciano recebe mensagens de apoio no Gideões
No dia 20 de abril começou em Camboriú a 31º edição do Congresso Internacional Gideões Missionários da Última Hora que tem, entre outros preletores, a participação do pastorMarco Feliciano, deputado federal que tem enfrentando uma onda de ataques pessoais desde que assumiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
O comércio da cidade, localizada no litoral Norte de Santa Catarina, está vendendo camisetas com frases de apoio ao pastor. Os participantes do congresso devem aproveitar a onda de ataques contra o parlamentar, para mostrar que estão de acordo com a sua permanência na CDHM.
Um dos participantes do GMUH, o vendedor Fernando André Silva, conversou com a imprensa local para falar sobre a visita do deputado à cidade e disse que as polêmicas em torno da figura política dele não é importante para os fiéis.
“O que importa é que ele é um bom pregador. As pessoas não podem é misturar política com religião”, disse.
Feliciano vai pregar nos cultos da manhã e da noite no próximo domingo (28), mas chegou em Camboriú nesta quinta-feira (25). Sua chegada não gerou tumultos e as pregações que ele fará no evento não poderão citar os últimos acontecimentos, este foi um pedido feito pelo PSC com o objetivo de não gerar novas confusões.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Igreja gay abre em São Paulo templo para 500 pessoas

Igreja diz que seu novo endereço será o
"maior templo gay da América Latina"

A Igreja Cristã Contemporânea, criada sob a bandeira da diversidade, vai abrir no sábado em São Paulo um templo com capacidade para 500 pessoas. De acordo com pastores da Igreja, será “o maior templo gay da América Latina”.

A Contemporânea foi fundada em 2006 pelos "pastores" Fábio Inácio de Souza, 33, e seu companheiro Marco Gladstone, 37. Estima-se que tenha 1.800 seguidores. 

Seu slogan é "Levando o amor de Deus a todos, sem preconceitos”. 

A sede da Igreja em São Paulo funciona um templo menor no bairro do Tatuapé, na zona leste. Possui seis templos no Rio e um em Minas Gerais. 

Os cultos são celebrados às 19h aos domingos e há eventos como balada gospel. Existe um grupo de apoio à adoção de crianças. 

Inácio de Souza, que já foi "pastor" da Universal, afirmou que a Contemporânea, por aceitar homossexuais, sofre discriminação por parte de outras igrejas. “Existe uma vertente [da religião evangélica] que não nos aceita, mas outra aceita.”

Leia mais em http://www.paulopes.com.br

terça-feira, 23 de abril de 2013

A verdadeira história de "JORGE"


Hermes C. Fernandes

Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge de Anicii. Filho de pais cristãos, converteu-se a Cristo ainda na infância, quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal. Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Tendo ingressado para o serviço militar, distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre. Foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade.


Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.


Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade." Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.


Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o própósito de tudo o que lhe ocorria: “... vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso). A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.
Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade...


Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.


Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos...


Apesar dos engano e da cegueria espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra: “ ...Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20). Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.


Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.


Dr. Rey diz “nós não temos vergonha da Palavra de Deus” e se filia ao PSC


Dr. Rey se filia ao PSC e diz “nós não temos vergonha da Palavra de Deus”Dr. Rey se filia ao PSC e diz "nós não temos vergonha da Palavra de Deus"
Roberto Miguel Rey  nasceu no Brasil, mas foi adotado por norte-americanos. Estudou em uma das melhores universidades do mundo e ficou  conhecido como “Dr. Hollywood” por causa de um programa de TV onde mostra como é a vida de um cirurgião plástico. Famoso e milionário, ele agora se lança na política.
Como escreveu  em sua página no Instagram, “chegou a hora de criar um Brasil melhor”.  Para isso, filiou-se ao PSC, partido do Pastor Marco Feliciano, deputado federal e presidente da Comissão de Direitos Humanos. “Procurei esse partido porque, aqui, nós não temos vergonha da palavra de Deus. Entendo que o mundo está entrando no caos porque as pessoas não querem mais ouvir a palavra de Deus”, justificou Dr. Rey.
A cerimônia que marcou a filiação do médico foi na última sexta, em um coquetel com o vice-presidente da legenda, Everaldo Pereira, além do presidente do PSC paulista, Gilberto Nascimento, na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Em fevereiro, Rey declarou em entrevista à Veja São Paulo, que foi sondado por diversos partidos. Por já ser milionário, ele afirma que não precisa de dinheiro e, se eleito, devolverá seu salário. A legenda está confiante.  “Os amigos querem que ele seja candidato a deputado federal. Se essa vontade se confirmar, ele receberá todo apoio do partido”, afirmou o presidente do partido.
Entre suas propostas, o médico acredita que o salário mínimo deveria ser aumentado para R$ 3 mil, e que as rodovias e o sistema de saúde do país precisam melhorar. Além disso, gostaria de pintar as casas brasileiras, para deixá-las “menos cinzas e mais vivas”. Questionado sobre a dificuldade de viabilizar suas propostas, respondeu: “Bonitão, minha vida é assim. Era da classe D, filho de faxineira e me formei em Harvard. Hoje faturo US$ 100 milhões com meus produtos. Eu faço o impossível”.
“Minha mãe era faxineira e vi a desigualdade contra as mulheres. Passei muito tempo nas filas do Posto de Saúde quando criança. Chegou a hora de criar um Brasil melhor! Aqui na Assembleia Legislativa entrando no PSC: Partido Socialista (sic) Cristão! Helping Brazil with healthcare policy! (ajudar o Brasil com políticas de saúde)”, escreveu ele no Instagram, mostrando não estar acostumado com o nome do partido, que é Social e não Socialista.
O vice-presidente da sigla discursou durante a cerimonia sobre o crescimento da legenda após a repercussão do deputado Feliciano. Aproveitou para reafirmar que o partido deve lançar candidatura própria à Presidência da República no ano que vem. Com informações Terra.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Aline Barros se recusa a participar do programa "Esquenta"

A produção do programa ESQUENTA da Rede Globo, convidou a cantora Aline Barros para participar de um programa, que irá repercutir o tema "Diversidade sexual".

Aline Barros no entanto, se recusou a participar do programa, alegando que sua agenda está cheia. 

O programa que é apresentado por Régina Cazé, tem como tema principal, o Samba, enaltecendo visivelmente aos orixás.

O último artista Gospel a participar do Esquenta, foi o cantor Thalles Roberto, que teve sua participação questionada por  boa parte dos evangélicos.


Cristãos fazem boicote à Rede Globo hoje


Cristãos fazem boicote à Rede Globo hojeCristãos fazem boicote à Rede Globo hoje
Não é a primeira vez que cristãos indignados com alguns programas da Rede Globo propõe um dia de boicote ao canal de TV mais influente do país. Embora nunca oficialmente confirmado, analistas acreditam que foi esse tipo de campanha nas redes sociais que levou a emissora carioca a procurar, nos últimos tempos, uma aproximação com pastores e trazer cantores gospel para sua gravadora, a Som Livre.
Com uma população evangélica crescente e a postura pública do papa contrária ao casamento gay, evangélicos e católicos têm algumas bandeiras em comum. Além da reafirmação da família tradicional, questões como o aborto fez com esses ramos do cristianismo afinassem o discurso.
No início do mês começou a circular na internet um email, assinado pelo pastor João Pedro, que propôs um boicote à TV Globo no dia 21 de abril de 2013. O motivo é protestar pelas questões que são defendidas pela emissora e que contrariam os ensinamentos cristãos. O texto diz:
“Estamos vivendo um momento de globadiabolização (Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno. 1 João 5:19), onde a degradação moral é a palavra de ordem, e a destruição da família e o intento mascarado, que desencadeará a destruição da sociedade dos nossos sonhos, (ilibada, justa, moral, ética e espiritual).
O reconhecimento da prostituição como profissão, a liberação judicial para o uso das drogas, a adoção de filhos por casais homossexuais, a legalização do casamento homoafetivo e agora o poliafetivo.
Vemos a Tv Globo como uma das principais ferramenta de Satanás para a promoção da degradação da moral, por isso, o Povo de Deus é conclamado a fazer um boicote a nível nacional, a programação da Globo do dia 21-04-2013.
Repasse esse email para quantas pessoas você puder.
Obrigado, Deus multiplique suas bênçãos sobre você e sua família”.
Ao mesmo tempo, em redes sociais como Facebook e Twitter verdadeiras convocações de guerra tem sido espalhadas, com imagens unindo palavras de ordem e versículos bíblicos. Um vídeo foi divulgado no Youtube. Chegou a ser veiculado que a rede Globo colocaria a cantora gospel Aline Barros para participar do programa “Esquenta” justamente nesse domingo para tentar atrair o público evangélico. Mas não foi confirmado nas chamadas que foram ao ar durante essa semana.
Mesmo sendo difícil calcular qual a percentagem de evangélicos que aderem a esse tipo de movimento, está claro que a frequência com que isso é proposto deve incomodar a emissora. A novela Salve Jorge e a minissérie O Canto da Sereia também tiveram campanhas contrárias de cristãos e acredita-se que o fato a novela Em Nome do Pai mostrar uma “heroína evangélica” quando estrear no segundo semestre pode ser uma tentativa de melhorar a imagem da Globo junto aos cristãos do país.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Feliciano participa do programa Amaury Jr. na Rede TV. Veja o vídeo


“Me pegaram para Cristo”, diz Marco Feliciano ao Amaury Jr.O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) esteve no programa Amaury Jr., na Rede TV!, falando sobre as polêmicas em torno de sua presidência na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
O parlamentar que é pastor evangélico pode falar sobre as acusações de racismo e homofobia dizendo que nunca fez distinção de pessoas. “Boa parte do que foi falado é inverdade, nunca fiz distinção de cor, tenho minhas posições sobre sexualidade e minha religião é algo nato e garantido pelo Artigo 5º da Constituição”, diz ele.
Sobre as manifestações contra ele, Feliciano diz que seus opositores defendem apenas a liberdade sexual e ele defende a liberdade de consciência. O deputado diz que em todas as manifestações que foram feitas contra ele devem ter reunido no máximo 5.000 pessoas.
“Eu tenho conseguido reverter e mostrar que não sou esse monstro que pintaram”, disse.
Amaury Jr. disse que pelas declarações que são creditadas ao deputado não tem como não dizer que ele não é homofóbico. Ao se defender, Feliciano diz que não pode ser considerado homofóbico por não aceitar o casamento gay.
“Existe uma superproteção em cima de um segmento”, disse o deputado que também falou a respeito da declaração de Daniela Mercury que assumiu um relacionamento com outra mulher.
Na visão do parlamentar, muitas pessoas que estavam no ostracismo pegaram carona com a polêmica em torno da Comissão de Direitos Humanos e Minorias para voltarem a ser notícia.
“Imagina ela sendo capa da revista Veja, a cinco dias atrás, antes disso, ela jamais teria essa oportunidade. Há muito oportunismo nisso”, disse.
“Me pegaram para Cristo”, afirmou Marco Feliciano sobre os vídeos de pregações antigas onde ele aparece ministrando com palavras controversas. O pastor disse que não se arrepende do que disse, mas que hoje falaria as mesmas coisas com palavras diferentes.
Assista:


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vídeo – Pastor Silas Malafaia participa do Superpop: “Ativistas gays não suportam questionamentos”; Assista na íntegra

Vídeo – Pastor Silas Malafaia participa do Superpop: “Ativistas gays não suportam questionamentos”; Assista na íntegra
A entrevista do pastor Silas Malafaia à apresentadora Luciana Gimenez no programa Superpop foi transmitida na noite de ontem, 15 de abril.
No programa, como esperado, foram tratados assuntos ligados às pregações de Silas Malafaia e também sobre o seu embate com ativistas gays.
“Eu não sou dono de verdade. Eu sou um ser humano que também falho [...] Devido a temperamento, a jeito de ser, quando você é espontâneo, você também erra”, afirmou o pastor, após ser apresentado à platéia.
Questionado sobre a teologia da prosperidade e uma suposta linha de recompensa divina, Malafaia disse que “a lei da recompensa é uma das leis [com] que Deus trabalha”. A apresentadora Luciana Gimenez falou sobre o dízimo e perguntou se Jesus pregava sobre isso.
“Deixa eu te explicar isso. O primeiro ponto que a gente tem que entender, é que você abraça uma fé é porque você crê e aceita aquilo. Você é livre para aceitar ou rejeitar qualquer tipo de fé [...] Ou você recebe por fé, ou não recebe”.
No decorrer do programa, falaram sobre liberdade de expressão e o que o pastor chamou de “ditadura de opinião”, que seria a imposição de ideias por parte dos ativistas gays aos demais cidadãos que discordam deles ou de suas práticas.
Citando o pastor Marco Feliciano e o episódio em que comentou uma linha de pensamento que acredita ser a África um continente amaldiçoado, Luciana Gimenez afirmou que é preciso ter responsabilidade sobre o que se fala. Silas Malafaia pontuou que a liberdade de expressão permite que a pessoa diga o que pensa, mesmo que isso seja um “besteirol teológico”, apesar de ressaltar que acredita que Feliciano tenha feito apenas uma “conjectura” nesse caso.
Sobre o PL 122, Malafaia voltou a falar que os ativistas gays querem privilégios, e que “não suportam o questionamento de opinião”. Novamente, voltou a citar o pastor Feliciano para ilustrar o que ele entende como “patrulhamento” em busca de privilégios: “Foram ver o que o Marco Feliciano falou dentro da igreja. É o local protegido pela constituição, é inviolável. Crença é inviolável”, enfatizou.
A apresentadora afirmou que a PL 122 se faz necessária para proteger cidadãos que estão sendo atacados nas ruas. Malafaia discordou dizendo que a lei que protege heteros, protege também homossexuais, e que não se faz necessária uma lei exclusiva para eles, dizendo que o problema “não está na lei, e sim em quem executa a lei”. Nesse ponto, a apresentadora assentiu a postura do pastor: “Eu concordo”.
Confira no vídeo abaixo, a íntegra da entrevista concedida pelo pastor Silas Malafaia à apresentadora Luciana Gimenez:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+