segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Católicos farão vigília em Brasília contra lei aprovada por Dilma

Católicos farão vigília em Brasília contra lei aprovada por DilmaCatólicos farão vigília em Brasília contra lei aprovada por Dilma
Na próxima terça-feira (16) católicos de todos os estados brasileiros estarão reunidos em frente ao Palácio do Planalto para a “Vigília e ato de desagravo” que tem como objetivo protestar contra a recém sancionada Lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, que tem como objetivo oferecer alguns procedimentos médicos para vítimas de abuso sexual, incluindo a profilaxia da gravidez.
O ato está sendo organizado pelo movimento católico Pró-Vida e Pró-Família que contesta o termo por acreditar que a interpretação da nova lei poderá liberar o aborto no país.
Em um dos textos divulgados na internet convocando os católicos para o ato o Prof. Hermes Rodrigues Nery, coordenador do Movimento Legislativo e Vida, diz que a sanção do PL 03/2013 expressa o desprezo da presidente Dilma Rousseff pela Igreja Católica e pela a população brasileira que, em sua maioria, é contra a legalização do aborto.
“Com a referida sanção, o Estado brasileiro deixa de ser promotor da inviolabilidade da vida humana, para agir contra a vida especialmente na fase mais indefesa do ser humano, no ventre materno”, diz trecho do texto publicado pela entidade.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, principal órgão católico do país, tentou impedir que a presidente sancionasse o texto assinado com outras entidades religiosas um pedido para o veto do projeto.
Mesmo sem ser atendida a organização acredita que o governo irá reparar os equívocos que o termo “profilaxia da gravidez” poderá gerar e aguarda uma posição do Congresso Nacional.
No entendimento de muitas entidades religiosas, “dependendo do modo como venha a ser interpretada, entre outras coisas, pode interferir no direito constitucional de objeção de consciência, inclusive no respeito incondicional à vida humana individual já existente e em desenvolvimento no útero materno, facilitando a prática do aborto”, como diz trecho da nota da CNBB. Com informações Folha de SP.

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